Maria Avelina Fuhro Gastal
Há pais que acolhem, outros que rechaçam
Há os que abraçam e beijam, outros que só agridem
Existem os que sonham e anseiam pelo fruto, outros que só despejam o gozo
Há os que gestam e os que se afastam
Os que embalam e aqueles que reclamam
Os que se atrapalham, os que nem tentam
Há pais que se envolvem, há os que delegam
Pais atentos e aqueles que ignoram
Há os que nutrem e os que só repreendem
Existem os ternos e os indiferentes
Pais com nome e sobrenome, pais pelo DNA
Pais que matam a paternidade
Há os que jamais morrem
Pai,
próximo ou distante
presente ou ausente
Todo filho traz em si as marcas deixadas pelo pai,
sejam saudades ou cicatrizes,
Pai, sempre há.
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