Mural de Recados


deixe seu recado para Maria Avelina Fuhro Gastal

"Gostei muito do texto, que traduz como me sinto neste momento crítico para a saúde e tão cheio de celeumas políticas. Chega a dar um vazio. Parabéns pela clareza das palavras! Título sugestão: Palavras vestem e despem"

Leila Maria Trein , Guaíba


"Deixa sem título. O texto destrincha com maestria o desgoverno em que vivemos. Com essa elite devastadora e perigosa, apoiada por um despresidente perverso e devastador também, estamos todos sem título. PARABÉNS pelo texto. É o melhor de todos os teus textos que já li. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Embora sem título, teu texto é prenhe de sentidos. Embora declares a dificuldade na escolha das palavras, elas nos chegam como eco de nossas próprias dores. Não tenho um título, mas tenho uma declaração: consegues ser voz de quem sofre com o que está acontecendo no país. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Que tal “Procura-se...” Beijos!!"

Janice, POA


"Teu texto é uma rede de pescar sentidos. Cada frase, linha da rede por si, não captura toda a amplitude do que desejas significar, apenas arranha, risca, segura por um átimo. Não se angustie, olha a mágica que acontece quando estão juntas, entrelaçadas, estas linhas! Pegam jamantas semânticas e cardumes de sensos. Tens maestria ao tecer e lançar estas redes."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Sem titulo é o melhor titulo, pra mim. Significa o "sem palavras..." , demonstra nossa dificuldade de entender o inexplicável. Bj."

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Tá dificil......"

Jeanne Silveira, Porto alegre


"Mais uma reflexão perfeita amiga, sim somos uma sociedade hipócrita e na desculpa de ter fé vamos acreditando que amanhã tudo vai melhorar, que no final tudo dará certo se não der é porque não chegou ao final, será?"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Acho muito difícil escrever um texto que faça rir. Tu me fizeste rir apesar de tudo o que está acontecendo. Gostei da proposta. Topo."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Só trocaria as etiquetas por livros novinhos!! Maravilhoso 👏👏👏"

Daniela vilas boas, Pelotas


"Gostei muito do texto, principalmente pelo estilo de escrita clara e precisa. Abraços e muito sucesso!"

Leila Maria Trein , Guaíba


"Lagartixa, lençol térmico, cabelos brancos pelo chão, bater de asas no meio da noite, indiferença, miséria, morte. Tudo ganha voz nas tuas crônicas, como forma de não deixar passar batido esse tempo que insistimos em chamar de quarentena (lá se vão cento e tantos dias de delírio). Se ao menos todos tivessem a lembrança de uma tia Nonô como alento... aguardando o livro com as crônicas de quarentena reunidas. Bjos"

Sandra Silva, Porto Alegre


"Boa reflexão para quando o amanhã chegar. Sonho com isto e com uma humanidade mais sensível e fraterna. Sonho. Bjs"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Kkkk... perfeito! Começou devagarinho, elevando a surpresa, depois o suspense até desabar no parágrafo final - prazer em conhecê-lo, Sr. Lençol Térmico!"

Ilone Dreifus, Porto Alegre


"Bom dia, excelente presente. Q vc trnha outras noites tão maravilhosas qto essa . Mas toma cuidado, ñ esqueça ligado. Ou vai doer no bolso. Vdd temos que pensar no futuro porém como fazer isso diante de um momento tão incerto? Temos q ir vivendo, vivendo... em dias iguais, sem nd do amanhã. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Fantástico. Da mesmice ao despertar com sabor de cumplicidade e surpresa. Foi uma gostosura ler teu texto. Um convite a curtir a vida apesar de tudo ou por esse tudo que existe."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"No início fiquei imaginando,me identifiquei muito,fiz inúmeras coisas em minha casa durante a quarentena.Ameiii o final😍 "

Marisete, Alvorada


"Amei Amei Amei. A-do-rei ler. Genial...... Hilario."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"Muito bom!!!"

José lisboa, Porto Alegre


"Adorei teu senso de humor! Imagino o desespero de qualquer bichinho que se aproxime de tuas armas! Sem chance! Mas, mais do que tudo, o que me tocou de fato, foi a frase: "Parece que estou traindo a vida, tendo prazer sem ela." É o que sinto a cada anoitecer. "

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"Eu te ouvi o tempo todo ao ler as histórias da tia Nonô. Um texto que resgata a amorosidade dela, mas também de outras pessoas que conhecemos. Isto, por tabela. Foi como alcançar um oásis nestes dias secos de isolamento. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"É bem assim. Duvido que alguma mulher que tenha passado dos sessenta não se identifique. Amei."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Até quem nunca conheceu essa figura, se encanta com ela nessas tuas histórias. E sei que é apenas uma parcela mínima de tudo que ela representa pra essa família querida!"

Karina, Pelotas


"Nossa , q pessoa maravilhosa, disposta a se doar inteiramente às crianças, aos parentes. Fazendo o possível para se tornar uma ótima anfitriã para as visitas. Q linda , amei."

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Realmente é unanimidade. A tia Nonô é imbatível e inimitável. Amadíssima...... Paixão. É difícil...... As palavras não conseguem expressar toda a maravilhosa essência dela. "

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"Só quem teve a bênção de contar com uma “tia Nonô” em sua vida pode avaliar a grandeza e o significado delas. Me emocionei, lendo o teu texto, pois me trouxe à lembrança as alegrias que tive, na infância, com a minha “tia Ama”. Obrigada!"

Ilone Dreifus , Porto Alegre


"Essa tia Nonô! Quero uma pra mim! To com inveja mesmo de ti por teres essa pessoa tão divertida e especial na tua vida! Quem não quer uma tia assim? Que beleza de crônica. Adorei!"

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Que lindo... ter todas as idades e delas desfrutar quando se quiser. Lindo texto, emocionante também. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Muito bonito e certeiro, Avelina."

Miguel , Porto Alegre


"Perfeito amiga, tempo perdido é não viver o nosso hoje e viver no sentido da palavra e não contar o tempo. Que bom que com os nossos netos podemos trazer ao hoje com segurança e alegria a vivência do ontem eu também me sinto criança e quero continuar me sentido criança enquanto puder para passar momentos especiais com o meu neto. Obrigada pela reflexão. "

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"A sensibilidade de quem vê o tempo passar com serenidade, alegria e consciência do que deixou pelo caminho. Amei!👏🏻👏🏻❤❤"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Muito lindo . Sempre aprendendo ."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Gostei do teu texto! Vibrante, profundo e ao mesmo tempo suave, repleto de esperança!"

Vera Beatriz Freire Rojas, Porto Alegre


"Hora de assumir - Continuamos senhores de escravos". Texto aberto e sem medo das pedradas de todos os lados. Parabéns pela coragem de admitir o que a maioria de nós nega (gostaria de acreditar, mais por falta de reflexão que por racismo consciente). Teus textos tem uma falsa leveza, porque eles, tal como a balinha "soft", lisos e redondinhos, ficam entalados na garganta. No universo "balas", isso não é bom, já no mundo da literatura, um atributo dos melhores. "

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"Aí q lindo, amei."

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Avelina, com este texto resgataste anseios até de quem os tinha encobertos. Doce e amoroso."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Texto gostoso de ler. Parabéns ."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Exatamente. Palavras certas as tuas. E certeiras. O entendimento do que é ser racista é também um corajoso ato em direção ao banimento dessa coisa horrorosa, dessa ferida social que é o ra cismo. Como sempre, mereces admiração de teus já inumeráveis leitores. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Um texto leve pra ajudar a passar por esse tempo que parece fixo . Muito bom, como tudo que escreves. Parabéns! "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Adorei teu corajoso depoimento. Verdadeiro, em algum momento quase todos já agimos assim. O racismo precisa ser banido, para que haja o crescimento de uma sociedade justa. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Muito obrigada. Um abraço, Carmen "

Carmen Fagundes , Leucate


"O texto escrito, para o Eduardo me emocionou e consegui ver um filme da tua gloriosa caminhada."

Índia,


"Quanta habilidade com as ideias, com as palavras, morro com inveja! Parabéns!"

Graça, Porto Alegre


"Ave, linda! Baixei a cabeça, em reflexão, com teu texto. "

Renata, Porto Alegre


"Verdade! Estamos paralisados frente à barbarie. Não se pode admitir racismo, nem fascismo. "

Mariângela , Poa


"O Racismo é a estrutura que sustenta o país. Sem Racismo ? Alguém imaginou como seria ? Eu Mulher Negra sim imagino e me arrisco a sonhar com um mundo menos Cruel. Mas só eu sonhar não basta, precisaria a branquitude compreender o quanto todos sofrem e enfraquecem com tantas barbáries. Estamos hoje chorando a morte do menino de cinco anos que despencou do nono andar enquanto sua mãe a empregada da família passeava com o cachorro, quer dizer nem vivemos o luto de João Pedro e lá se foi mais um dia nossos e deixando explicado que essas são as notícias que recebemos nas redes e mídia o que acontece atrás dos bastidores é outro assunto. O Branco precisava em primeiro lugar admitir que é racista e pedir ajuda para tratar essa doença que mata a cada vinte minutos um de nós. Desculpe o desabafo mas estamos em um luto que dura mais de três séculos, e nada é feito para mudar. "

Fátima Farias, Porto Alegre


"Amiga querida! Sinto muito a tua perda, não sabia que a tia Regina tinha partido. Gostaria de poder te abraçar neste momento. Estou contigo no coração. Esta pandemia está nos privando de coisas essenciais. Muito triste. Te amo."

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Que lindo texto Maria Avelina! Parabéns!"

Vera Freire Rojas, Porto Alegre


"Não consigo escrever mais, neste momento, do que: chorei e fiquei engasgada. Beijo."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Um grande abraço Avelina, meus sentimentos. Bela e emocionante a homenagem que fizestes a ela(s)! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Texto lindo que traduz o que todos nós sentimos."

Isabel, Pelotas


"Linda homenagem! Cada membro dessa família carrega um pouquinho dos ensinamentos dessas sete mulheres. Elas vão partindo, mas outras vão se agregando e dando continuidade à essa linda história, com muita: garra, fé e esperança. Beijo carinhoso!"

Karina, Pelotas


"Amiga eu tive o privilégio de conviver com algumas destas mulheres incríveis e imagino o quanto foi difícil dizer adeus nestes dias que estamos vivendo. Para pessoas especiais como as sete mulheres não se diz Adeus só se transforma a maneira de estar juntas. Como fazes parte destas mulheres sei que como uma Fênix vais passar por este momento e eu como sempre estou junto de vocês mesmo estando longe. "

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Que texto lindo, Maria Avelina (mais conhecida por Inha querida!)"

José Aita , Porto Alegre


"De novo emocionante, Avelina. "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Que linda declaração de amor Avelina! Sem palavras. Pura emoção!"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Ai... que lindeza de texto. A descrição da metade da laranja, o par perfeito mais perfeita que já li. PARABÉNS! Texto precioso. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Lindo, lindo, lindo! Tenho um Alemão também. Primogênito, também. Ah, eles..."

Rubem Penz, Porto Alegre


"Inha! Muito, mas muuuuuito legal mesmo este texto! Um belo presente de aniversário para o Duda! Ele merece! Muito bom mesmo!"

Raul Hofliger, Brasília


"Amei, Avelina! Um dos textos mais bonitos que li sobre se tornar mãe, se apropriar do papel materno, aprender, crescer junto, erros e acertos, o olhar da mãe, as memórias, o olhar do filho, tanto mais. O olhar para trás com a alegria que colocas no texto. Maravilha. Parabéns! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Amiga só para variar amei o texto. Parabéns pelo filho encantador, amo vocês 😘"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Um hino de amor ao seu filho! Lindo! Parabéns."

Cristina, Porto Alegre


"Um hino de amor ao seu filho! Lindo! Parabéns."

Cristina, Porto Alegre


"Resumidamente em poucas palavras uma vida referente a 41 anos , um texto maravilhoso dedicado à alguém mto especial . Parabéns a vc tbm Maria Avelina por ser mãe desse grande alguém. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Ave, te ler é uma delícia e neste texto é emoção. A trajetória de uma menina, por que não?, mostrando como se aprende a ser mãe. Se aprende sim, como tu, com dúvidas; tentativas de acerto, enfim vivendo o que há de real na vida, sempre com muito amor! Parabéns!😘"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"É muito reconfortante saber que outras pessoas sentem e transmitem tão bem aquilo que sentimos. Continua a escrever, Avelina. "

Elenice, Porto Alegre


"Uauuu! Comeu doce hoje? Rsrsrs. Adorei a declaração. Ansiosa que ele apareça, se é para te fazer mais feliz ainda, porque tu és um exemplo de alegria de viver!!! Bjos 👏🏻🙌🥰"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Este texto me remete ao filme ELA. Uma personalidade sempre presente e atenta a tudo que desejamos e precisamos. "

Dante, Porto Alegre


"Os que se dizem líderes ou influenciadores deveriam pensar e medir bem as palavras que pronunciam. Deviam submeter à revisão os seus discursos pois na posição que ocupam suas palavras podem ter consequências graves. "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Q assim seja!!!"

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Do texto Coisas que não Enxergamos..., são tantas, e as vezes uma pequena saída nos mostra várias e a gente segue fingindo que não vê, muito triste mesmo!😔"

Marlene Pereira, Porto Alegre


"Um texto gostoso de ler. Nos leva a querer desvendar o ser misterioso, sedutor, capaz de adivinhar sonhos e desejos. Estimular fantasias de toda natureza. Nestes tempos de isolamento o perfil casa com as redes sociais. Gostei muito, Ave! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Como sempre uma visão lúcida e transparente deste triste momento em que estamos passando...precisamos mais de humanidade e humildade para esta travessia complexa . Moderação e cuidado com o próximo . E a sabedoria para interpretar as derrapadas verbais lastimáveis como fizestes, com o talento de sempre. Parabéns querida amiga. 👏🙏"

Jorge Grecelle, Poa


"Afastei-me de quase todo noticiário por uns dias, para minha saúde psíquica. As que narras, no entanto, tomei conhecimento. Tens razão ao te indignares e o fazes muito bem. Um consolo no entanto: um pedido de desculpas por quem sempre agido a favor deste povo sofrido."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Um jeito muito criativo para nos fazer pensar sobre o invisível que não podemos ignorar. Sempre para sermos humanos. Parabéns."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"O começo da tua narrativa poderia ser o meu. Depois, na escolha das armas caminhamos diferentes. Tenho lido muito. Tenho escrito alguém mas coisas. Nos últimos dias tive que me esconder para acumular energias. De qualquer modo, sinto-me companheira de caminhada ao ler o que escreves. Me tira do isolamento, mesmo que de forma virtual."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Avelina, Belo texto! Comparações felizes e humoradas. Com doses de acidez medidas como fármaco. Da ao texto um corpo de imagens. Abs "

Joao, Poa rs


"Gostei muito deste conto, como gostei dos que li no "por cima é do millor". A palavra que me vem a mente é transparência. E acrescento tbem a expontaneidade. 👏👏👏 parabéns"

Isa, PoA


"Sejamos apenas humanos. "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Não tive avós de sangue, mas fui premiada com um avô e avó na minha infância, que me mimavam com muito carinho , o meu avô no inverno colhia laranja e bergamota do pé e colocava no sol para esquentar, e dai eu me deliciava comendo e me esquentando no sol. "

Neli Bernardes, PoA


"Gostei dessa crônica, como gosto de todas. Aliás, a quarentena acionou em ti uma inesgotável produção de ÓTIMOS textos. Parabéns e nunca pare de escrever. Precisamos desses textos . Trazem muitas reflexões. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Verdadeiro e triste chega a doer .😢"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Verdade, essa fase está mto difícil. Embora seja um momento de mto sofrimento pra todos nós, pra outros pode ser pior qdo se trata de doença (isolamento) ou até mesmo de falecimento de um ente querido , por exemplo. Contudo reconheço q temos q agradecer pela nossa saúde e da nossa família q está ótima. A senhora mora sozinha porém psicologicamente bem estruturada e tem uma força sobrenatural , tbm cheia de estratégias pra ocupar seu tempo e assim superar a solidão essa é uma das razões pelas quais eu lhe admiro muito. Li a respeito da Constituição q a senhora citou mas tenho q admitir q aqueles Artigos estão mto longe de serem exercidos tanto pela maioria do povo qto pelos governantes pois o desrespeito, a criminalidade, hipocrisia, racismo, etc, estão em alta por toda a parte. Infelizmente a Constituição é apenas um livro fechado . Daqui a pouco essa fase termina, e tudo volta ao normal . O q ñ podemos é perder a esperança. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Texto para refletir. Enquanto as oportunidades não forem iguais para todos, tratar as pessoas da mesma forma só aumenta o abismo das diferenças. "

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Adorei a vingança. Hahahaha "

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Avelina, com certeza este teu texto representa não só a mim mas a todas as mães trabalhadoras. Foi emocionante ler cada frase e chegar ao final compartilhando também a certeza de nossa incompletude. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Parabéns .. cruel realidade ... "

Fátima Farias, Porto Alegre


"Forte! Mas realista. Fui professora municipal por 30 anos e sempre trabalhei na periferia e conheço muitas Alices e sei que não é fácil. Mas tínhamos melhorado muito. Durante minha trajetória assisti uma melhora que rapidamente está indo pelo ralo. Triste. "

Mariângela Machado , Porto Alegre


"É. Pois é..."

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Adorei...brilhante...verdadeiro! 🤗"

Maria N.S. de Carvalho, Porto Alegre


"A tua tristeza é a minha tristeza também A escrita nos liberta desta tristeza A liberdade é dada ao escritor e ao leitor. Sigamos em frente."

JANE ENGEL CORRÊA , São Leopoldo


"Vivi esta história, já fui a Alice da Bom Jesus, onde passei toda a minha infância, enquanto minha mãe trabalhava em casas de familias no bairro Petrópolis. Parabéns, é muito real o teu texto. Só quem viveu, sabe onde ele toca. Abraço!"

Verônica , Porto Alegre


"Parabéns! DivinoTExtoDivino! "

Lisete, Porto Alegre


"Tens o dom mesmo, tanto da maternidade como da escrita! Parabéns!"

Maria das Graças Azevedo de Gusmão, Porto Alegre


"Muito bom, Avelina, comovente e assertivo. "

Miguel da Costa Franco, P. Alegre


"Perfeita analise... is problemas nao terminam, apenas sao substituidos por outros... "

Berenice Busson, NYC


"Querida, disseste tudo. A gente não nasce mãe, a gente aprende a ser mãe. Cada erro, cada silêncio, cada conquista nos forja e este movimento é para a vida toda. Nunca estamos completas, mas uma coisa é certa e indiscutível, nosso amor, este é incondicional. Feliz Dia das Mães! Bjus "

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Bem assim. A maternidade é dor e prazer sempre. E o reconhecimento do amor pelo filho recém nascido também não foi imediato para mim. Belo e sensivel texto neste dia de mãe tão diferente. Me identifiquei com essa sensação da Mãe em Construção. PARABÉNS "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"É incrível como me identifico com tuas palavras. Adirei!!!!!"

Mariângela Machado , Porto Alegre


"Maravilhoso texto!!!!!!!"

Andrea Sarkician , Pelotas


"Parabéns pelo texto, Avelina, traduz nossa caminhada vacilante e bem intensionada de equilibristas. Um ótimo Dia das Mães! Beijos "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Acho que demora para esses fatos tristes passarem."

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Feliz Dia das Mães! "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Sim, vai ter um fim, só não se sabe quando. Aprendi na vida, que tudo passa - inclusive tenho um conto com este título: Tudo passa. É preciso paciência, que já esquecemos de usá-la numa vida acelerada, imediatista, de fast-foods, de falta de tempo para os amigos, família. Vai passar. Tua tristeza é a minha e, creio, a de muitos. Porém, a maior tristeza é a IGNORÂNCIA - esta, não passa. Firmes e fortes!"

Nara, Porto Alegre


"Linda crônica! Triste é verdade, mas real. A tua dor é a minha dor. Fica um sentimento de fracasso, depois de tanta luta. Mas a vida é cíclica e nem todos estão no mesmo nível de evolução. Creio, sim, que tempos melhores virão, que daremos a volta por cima é que este tempo de escuridão ficará para trás. Talvez seja mais duro do que imaginávamos, mas conseguiremos superar. Beijo no coração. "

Mariângela Machado , POA


"😅😅😅 Muito bom, também abandonei a meu relógio, que papo é esse de querer controlar nossos passos,, e ainda só conta o que interessa a ele. 😉😘 saudades "

Michelle, POA


"Tristeza é ser governado por um maníaco delirante e não poder fazer nada a respeito"

José lisboa, Porto Alegre


"Maravilhosamente sensível, obrigada por compartilhar minha tristeza! Beijo no coração!"

Daniela Vilas Boas, Pelotas


"Partilho da tua tristeza, querida Ave. Dia muito, mas muito triste hoje. Perder Aldir Blanc para o covid 19, perder Migliaccio para o desespero, mais de sete mil brasileiros mortos pelo covid 19... tudo isso é tão apocalíptico. Mas pior do que tudo, se é que é possível hoje, é olhar para o nosso país e senti-lo à deriva, naufragando na mão incompetente de um presidente desorientado em sua perversidade, mas com muitos seguidores. Teu texto... poderia ser ficção. Mas não é. Retrata de forma bem aguda nossa triste realidade. Um virtual e sentido abraço pra ti. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Tuas palavras são minhas e de todos os que têm consciência do que nos atinge todos os dias nos últimos anos, especialmente nos últimos 16 meses. Estou triste contigo, uma tristeza que tuas palavras escancaram."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito boa tua lembrança da data e do significado das palavras. Tens razão, muitas coisas escapam por frestas de nossas emoções. E a indignação também. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Avelina, gostei muito do texto. Em breve histórico, lembra o real significado da data que precisa ser salientada sempre, e mais ainda em tempo tão distônico e perturbador. "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Adorei tudo e pode ter certeza eu já enxerguei o que não existia. Quanto a este dia 1o de maio é claro que é do trabalhador, não teria sentido ser diferente. E hoje com esta pandemia vemos os empresários enlouquecidos querendo o trabalhador trabalhando. Mas duvido que eles tenham a dimensão disso tudo. A história nos revelará. "

Mariângela Machado , Poa


"No primeiro parágrafo dei uma gargalhada. Depois ficou muito sério. Bom Dia do Trabalhador. Embora enquanto eu escreva já tenha escurecido. "

José, Porto Alegre


"Texto lindo. Traduz exatamente como tenho me sentido. Bjs."

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Tadinha da pulseira...Acho que foi pastar desta vez!!! "

Maria das Graças Azevedo de Gusmão, Porto Alegre


"Cansei só de ler! Meu Deus! Tudo isto para perder 900 calorias? Prefiro fazer levantamento de cálice de vinho! Me diverti muito! Valeu!!!!!👏🏻👏🏻👏🏻🤩🤩"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Nossa! Por essa descrição, me pareceu que moras quase em um duplex! Mas, puxa vida, vamos ter livros de crônicas sobre nossas situações caseiras, quando isso passar."

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Adorei!!!! Muito divertido!!!! Me identifiquei, embora nunca tenha usado essa pulseira. Kkkk. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Perfeito Avelina. Ri a cantaros!"

Alice Hoffmann Peruffo, VERANOPOLIS


"Covil 17. Uma realidade tao horrivel quanto o Covid19. Nosso país parece agonizar nas mãos de tantos incompetentes. Hoje foi um dia doloroso, a constatação da barbárie na nossa terra. Governantes lavam infâmias em público enquanto a pandemia ceifa inocentes, sem que esses governantes demonstrem a menor preocupação com isso. Saber que muitos apoiam esse desgoverno é algo que foge à minha compreensão . Teu texto aborda essa barbárie que nos atinge corajosamente. Não votei nesse ser cujo nome também me nego a dizer e concordo plenamente contigo quando dizes que quem votou sabia que votava no abismo. Agora é tarde para arrependimentos."

Ana Maria da Silveira Teixeira , Estância Velha


"Sim o surreal o inimaginável é que em plena Pandemia e ao colapso económico os nossos olhares são desviados para o eterno palanque de interesses sórdidos do nosso cenário político nacional, o nosso país está doente a muito tempo e agora com certeza agonizando. Neste cenário eu volto a um tempo em quando me preparava para uma palestra onde lia que para ser um país precisamos ter um território, um povo e um governo e aí me deparo com a constatação de que temos um vasto território, um povo devastado e nenhum governo, instituições completamente desacreditadas. Amiga, aprendo sempre cada vez que leio um texto teu, obrigada por mais este aprendizado."

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Avelina, teu texto é uma aula sobre escrita criativa. Isto seria suficiente. No entanto, tuas palavras representam de forma contundente o desassossego de quem tem consciência do que ocorre no país hoje. Parabéns, mais uma vez."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Excelente síntese! Está difícil saber o que é real e o que é surreal. Descobrimos na prática que a distopia tem graduação. A brasileira é grau máximo! Beijão amiga."

João Willy, Porto Alegre


"Muito feliz o jogo de palavras COVID19 e COVIL17. Estarmos sujeitos a estes virus que, por sua natureza, invadem o organismo, contaminando a sociedade é algo realmente surreal. O pior de tudo é que a cura ainda não apontou no horizonte. Mas, juntos resistiremos! Venceremos os dois! Assim seja!🙌🙌🙌"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Avelina, adorei o teu texto. Tudo que foi dito sobre a situação atual reflete o que penso. Realmente as palavras tem o dom de nós fazer brotar reações, sentimentos e angústias. Gestapos colocar as palavras certas na pauta. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Bem assim. Senti um ritmo mais forte neste texto. Deve ser da raiva. Enxergo uma mulher como eu, sozinha sem ver os filhos e netos, fazendo a sua parte e impotente com a irresponsabilidade de tantos. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Incrível a sincronicidade de sentimentos. Me emocionei com o texto da tua filha. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Um texto vale quando é capaz de nos tocar a alma (sem querer conceituá-la). As tuas palavras tocam a minha alma e me emocionam, me enxergo nelas e elas me ajudam a passar os dias de uma forma melhor. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito bom este texto. Um olhar sensível sobre o outono."

Cristina - Teca, Porto Alegre


"Não sei se gostei da história ou não. Ela foge um pouco do enredo das histórias infantis tradicionais, e isso é o ponto positivo. Mas não consegui enxergar a magia dos contos infantis. Parece que falta alguma coisa, talvez mais rimas, mais movimento. Não sei...De qualquer forma, mostra o fundamental, que muitos seguem o impossível sem nem ao menos terem tentado. "

Cris Netto, Porto Alegre


"Poético. Saudosista. "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Gostei mas achei triste, o texto dá o entender q apesar dos nossos dias se mostrarem iguais pelo fato de ficarmos em casa e ñ ver as folhas cairem isso daqui a pouco vai ter fim é uma questão de tempo. Logo , logo vamos estar vivendo o outono em toda a sua íntegra. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Me emociona tua sensibilidade e forma como a colocas em texto. O outono ainda não acabou, quem sabe ainda possamos, antes de o inverno chegar, subir a serra pela Rota Romântica e encontrar a beleza dos plátanos? Bj"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Adorei. Sensível. Suave. Viajei junto. "

Mari, Porto Alegre


"Amei!!! Me identifiquei totalmente. "

Andrea Sarkician , Pelotas


"Amei esta loucura .Tbm morri de tanto rir (sózinha) Parabens pelo sucesso que vai estourar. Farei um chamado para a família ter o que ler , De bom ) nesta época de crise . Vale a pena repetir a leitura . "

Ana Maria ( tia Ana), Pelotas


"Ótimo, Avelina. Estamos múltiplas.. e mesmo assim em conflito conosco. Teu texto, com leveza, nos faz sorrir e sermos mais.magnânimas com todas essas mulheres que nos habitam e precisaram aflorar neste tempo sombrio. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Genial maraviloso...... Todos esses conflitos acontecem aqui. Com um agravante. Aqui todas são lesmas preguiçosas e complacentes. Para tudo tem um atenuante. E as coisas por fazer se acumulam. Quero ver até quando isso vai durar. As unhas...... Nossa estão no osso. Para não dar margem p o vírus......"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"Ótimo Avelina! Amei a confusão dos papéis que estamos sujeitas no dia a dia. Bem isto! É de rir, se não fosse tão triste na realidade! Teu bom- humor é admirável, assim como teu texto. Bj."

Nara Accorsi , Porto Alegre


":) "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Lindo e cheio de verdade! "

Ali ,


"Amei! 🙏🌿🌷🌿"

Maria Lisete Chaves da Silva, Porto Alegre


"Que excelente Avelina, claro, objetivo, com o sentimento mais real, impossível. Bj"

Maria de Lourdes Cecchele, Porto Alegre


"Traduziste muito bem o sentimento de muitos. Ontem e hoje não estive bem , agora melhorei. Dói ver que tem gente que ainda não entendeu que o ficar em casa é um ato de amor ao próximo. Mas tem gente que não tem isso dentro de si..."

Janice, POA


"Ótimo texto Avelina! Está difícil mesmo de aceitar a atitude de tantas pessoas que saem às ruas sem precisar"

Odete Rosin Sikora , Porto Alegre


"GRAÇAS A DEUS NÃO SINTO RAIVA......."

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"Avelina, adorei o texto! Penso da mesma forma! Vai passar, rezo diariamente para que isso tudo acabe. Bjs querida"

Lucimar Teles, Porto Alegre


"Querida Avelina, sempre li muito, mas alguma coisa aconteceu que ultimamente só consigo olhar filmes. Mas hoje me chamou a atenção o teu texto e o da tua filha. Conseguiram transmitir o sentimento de união que também temos em nossa família. Parece que vcs escreveram pra nós. Não a respeito do bolinho de bacalhau, mas sobre os sentimentos. Colocados de maneira simples, mas profunda. Amei. Parabéns pra vcs. Bjs "

Eliane Maciel, Porto Alegre-rs


"Solitário, só por enquanto. Vai passar!!!!"

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Dois textos como um, mãe e filha em sintonia, abordando um tema delicado: nossas memórias. Elas transbordam com mais força em tempos estranhos como estes, tempos de distanciamento social, familiar, tempos de repensar a vida, e sentir nossa pequenez, sentir uma saudade profunda, tentar ser boa companhia para si mesma, e projetar para adiante momentos felizes em família. Avelina, amei!"

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Muito sensível"

José lisboa, Porto Alegre


"Que texto lindo .. Energia heim ?. Bom dia Bom domingo 🌹"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Lindo e profundo. Bjs"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Tenho certeza de que este isolamento vai ser muito bom para que possamos ler os muitos textos tão verdadeiros e engraçados que surgirão. Não nós deixe sem eles ...."

Loise Costanzo, Porto Alegre


"Amiga dizer que o texto está perfeito é lugar comum, mas dizem que o autor beira a perfeição quando transporta o leitor para a cena, pois conseguistes com certeza me levar a cena e foi incrível se não fosse trágico mas foi cômico me levou também a momentos especiais que vivemos em nossas viagens, pois em tudo sempre és muito zelosa e deixou a certeza que a minha probabilidade de pegar o vírus é bem maior que a tua pois jamais conseguirei ter tantos cuidados. Terminei o texto exausta até esqueci o meu cansaço pelo dia da faxina. Obrigada por fazeres parte da minha vida, saudades. Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Bom dia Avelina, saudades. Quando acabar isso tudo quero te abraçar bem forte. Adorei o texto e desculpa mas achei muito engraçado 😅😅🙈🙈. Bjs até mais."

Michelle , Porto Alegre


"Meu Deus , cuidados extremos mas necessários, cansei só de ler. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Muito engraçado e, como sempre, bem escrito seu textos. Parabéns. Bjs"

Cristina Martins, Porto Alegre/RS


"Te enxerguei durante todo o texto. Amei. Saudades!"

Alice Hoffmann Peruffo, Veranpolis


"A-do-rei! Pobres das alfaces😆"

Sandra,


"Muito sério isso tudo... como estaremos ao fim?"

Sandra,


"Adorei. Só respira e higieniza menos. Todos vamos morrer. Bjus"

Alice Hoffmann Peruffo, Veranpolis


"Avelina, consegues mostrar a ansiedade que a maioria de nós sente neste período, mas com uma riqueza de detalhes que talvez não tenhamos registrado. No entanto, tens a incomum habilidade de suavizar o que contas com pitadas de bom humor. Fazes de teu texto uma gostosura, mesmo com um assunto tão difícil. Beijo. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Avelina, teu texto lindo no seu grito para que não sejamos surdos emociona muito. Tuas palavras justas e derramadas com indignação espelham o que tu és. Impossível ficar indiferente. Espero que muitos leiam."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Adorei seu texto! Bem assim,quem tem menos sempre pensa no próximo!"

Margarete, Porto Alegre/ Caxias


"Muito boa tua escrita."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Parabéns, Maria Avelina ! Tuas reflexões sempre sensíveis e inteligentes 👏👏👏👏"

Neiva Carvalho , Porto Alegre


"Adorei o texto, ele expressa mta coisa q gostaríamos de dizer . Achei mto interessante a parte em q fala sobre o abismo de diferenças entre as pessoas mas ao mesmo tempo existem coisas em comum tipo; queremos nossas vidas de volta , queremos q nossos afetos vivam ....e é bem isso. Dormimos sem saber como será o dia de amanhã ( digo: sem poder planejar) e qdo acordamos tbm ficamos na incerteza de que como será nosso dia. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Muito bom, Inha , principalmente qdo falas em não perdermos a nobreza de sermos humanos...parece que mal ou bem, o vírus está fazendo esta seleção... Que venham os textos de abril! Grande beijo "

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"Na outra encarnação vou escrever bem assim. Nesta não tem mais chance. Parabéns Inha. Bjs"

Cristina, Porto Alegre


"Gostei muito do teu texto A Escolha de Sofia. Forte, contundente, corajoso. Parabéns. Tempos difíceis para o mundo, mais ainda em nossa República desgovernada. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância velha


"Este texto eu não gostei . Só consigo ver a preocupação das pessoas com os idosos. Aliás ontem eu comentava com meu filho que eu nunca tinha visto antes tanta solidariedade entre as pessoas no mundo todo! Abraços querida!"

PAULO DA CUNHA SERPA, Porto Alegre


"Belo texto amiga!"

PAULO DA CUNHA SERPA, Porto Alegre


"Já está virando rotina...parabéns..texto leve, porém real, e alto astral - muito conveniente na atual conjuntura...E mais uma coisa a declarar...Porto Alegre..é demais!!!!"

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"A ficção e a realidade andam de mãos bem agarradas. Excelente! Bjs"

Maria de Lourdes Cecchele, Porto Alegre


"Amiga mais um texto perfeito, sabes o quanto admiro o teu talento para escrever, este texto deixa bem claro o momento que estamos vivendo. Sabe as vezes não sei o que é mais difícil para os brasileiros vencerem se é o Coronavirus ou o Presidente."

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Sempre ótimos teus textos!"

Gislaine Gonçalves Martins, Porto Alegre


"Belo texto, cheio de esperança. Valorizar o que realmente tem valor. Deixar fluir o que tem de melhor em nós. Parabéns!"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Ótima reflexão. Agora os exterminados são os velhos, aposentados e pobres. Os próximos serão os presidiários. "Limpeza social ". Que horror!"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Parabéns Inha, gostei muito. Espero que, quando tudo passar, não esqueçamos do que você escreveu neste texto. Que possamos ser mais simples e melhores. Bjs"

Cristina Martins, Porto Alegre


"A alguns anos venho aprendendo a exercitar a simplicidade da vida a curtir a natureza contemplar a perfeição de uma suculenta em um vaso na parede e a dar muito valor ao ócio. A curtir cada espaço da minha casa.... que adoro, curtir muito meus afetos, os encontro com minas amigas. O beijo, o abraço apertado são vida para mim. Teu texto fez aflorar em mim todos esses sentimentos e não sentir vergonha de expressar. Agora nada mais importa além da grande vontade de viver para voltar a abraçar meus filhos, meus netos meus amigos em um mundo mais justo"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"É vdd, acho q qdo isso passar vamos querer abraçar até o desconhecido. Na minha casa antes eu era um turista agora sou um mega frequentador . Q coisa estranha, fico olhando ao redor e pensando numa maneira pra preencher o tempo. Ontem me deu uma dor no coração qdo olhei pela janela e vi o Pedro (meu neto) querendo andar de balanço mas ñ dava pq estava interditado, toda a pracinha interditada, e agora, como fazer ele entender q ali pode ter um bichinho q pode prejudicar a ele? Uma criança de 4 aninhos apenas. É mto louco tudo isso, é mto difícil entender q por causa desse " um bichinho " tivemos que ficar isolada de tudo e de todos. É inacreditável o q estamos vivendo. "

Leila Souza , Alvorada.


"Avelina... quanto tempo, heim? Emocionante narrativa do que estamos vivendo. Apertou meu coração... vieram as lágrimas. Mas de esperança... sim, de esperança. Acredito que tocar o coração das pessoas e transbordar a emoção é o melhor retorno que um artista pode ter. Parabéns! Um beijo"

Maria Cristina Demingos, mariademingos@gmail.com


"Conseguiste expressar muito bem o momento que hoje vivemos. Aproveitemos bem o nosso tempo para refletirmos sobre nossos valores e prioridades."

Criss Capra Mansur, Porto Alegre


"Obrigada, M. Avelina. Muito real o teu texto. Conseguiste expressar muito bem sentimentos que, certamente, são também os de muitos de nós."

Neiva M. Tebaldi Gomes, Porto Alegre


"É exatamente isso. Sempre traduzindo momentos e sentimentos de todos. Muito triste o que acontece, mas esta servindo para repensarmos a forma com que vivemos. "

Alessandra Gastal, Porto Alegre


"Tantas coisas que pensamos e sentimentos. Tua as escreveste de forma sensível e emotiva. É bom nos comunicarmos também pelo teu texto. À espera dos abraços. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Deus te ouça, que essa pandemia sirva, de fato, pra mudar um pouco, pra melhor, humanidade! 🍀🍀🍀🍀 que Deus e os incansáveis profissionais da saúde nos ajudem!!💋💋💋"

Márcia Bystronski , Porto alegre


"Gostei da abordagem de tema por demais importante, Avelina, muito além de comemorar o dia da mulher. Trazes a tona conflitos de abuso repetitivo e abraças outros tantos de discriminação. O texto colocado em primeira pessoa vem com força e interrogações, toca, cutuca, sacode a gente, mesmo que se perceba uma cicatrização em processo avançado com muita luta e reconstrução pessoal. Calar jamais. Parabéns pelo texto! "

Sandra Feminino Stechman, Porto Alegre


"Texto direto, claro, como o assunto merece ser! Parabéns, querida. E obrigada por colocar em palavras o sentimento de tantas pessoas😘😘 Que esse teu texto seja considerado ANACRÔNICO o mais breve possível! 💋"

Marcia bystronski , Porto Alegre


"Boa definição para o Dia 8 , penso q falta mto respeito do mundo para com a mulher e tbm vejo q as próprias deveriam se valorizar mais, se cuidar mais principalmente em seus relacionamentos. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Olha , Inha....sabe que qdo tive meus filhos, fui revolucionária.. e me tornei leoa...revolucionária porque já naquela época , então 1983, pensei : se for gay, vou ama-lo de a ser maneira...pois sempre será meu filho, é até numa cadeia será meu filho...o mesmo em relação à filha..se amar uma menina..É minha filha pra sempre é assim será amada...e qto a ser leoa..poderia, depois q nasceram, sair até nua...que me sentiria poderosa...É assim até hoje.. Mas, enfim, Parabéns pelo texto...que para mim são sempre oportunos e brilhantes...Parabéns, um beijo!"

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"Muito bom. Concordo plenamente. "

Cristina Martins (Teca), Porto Alegre


"Bem realista o texto. Muito boa a confissão de que se pode sempre mudar melhorando, tirando as cascas, assumindo o que hoje se chama "sororidade", e lutar junto com todas para que haja mais conscientização acerca de segurança e apoio para enfrentar situações de abuso e violência. Muitas e infinitas são essas situações, o algoz é pior quando é astucioso. Parabéns pelo texto. É encorajador. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Também tenho uma certa contrariedade em comemorar o Dia da Mulher. Acho injusto, descabido. Afinal não é por ter um dia nosso que somos mais mulheres, reconhecidas e respeitadas. É pra ser sempre. Concordo que, enquanto houver uma cultura de penalizar a mulher por ser mulher, devamos gritar, unir forças e combater qualquer violência, física ou psicológica. Valeu, Ave, somente a denúncia vai nos salvar. Bjs "

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Ainda bem que existe verão, férias e feriados que possibilita a fuga da rotina mortificante de cada dia. Ótimo texto! Bjão."

Giovana Cristina Tornquist, Porto Alegre


"Adorei o texto"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"O que dizer a quem dá voz através da escrita de temas tão relevantes de forma competente?Sou fã! Tenho privilégio de conhecê-la e compartilhar muitos momentos gostosos.Admiro a escritora e amo esta amiga!"

Vera Lúcia Barreto Gorelik, Porto Alegre


"Ave, estás cada vez melhor. Li a última crônica sobre o Carnaval, adorei, mas a sobre viver e resistir em tempos de maturidade, está fantástica! Precisão e fluidez se tornaram tua marca. Ah, li todos os outros, não vou comentá-los um a um, mas também demonstram a tua competência. Continue, POR FAVOR! Bjos"

Sandra Silva, Porto Alegre


"Sinto-me representada nesta tua crônica, obrigada. O que podemos e devemos continuar fazendo é isto que fizeste com a tua palavra. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Acompanhei tua ansiedade. Que sagaz comparação entre trevas e escuridão. Infelizmente as trevas estão nos assombrando e deste vários indícios em teu texto. Por último, tem coerência do começo ao fim. Beijos."

MARIA ROSA FONTEBASSO, Porto Alegre


"Parabéns Avelina! Gostei muito, mais um texto fluído, gostoso de ler. A forma da narradora se colocar como espectadora de si traz notas de humor, de auto conhecimento que caracteriza a tua escrita. A angústia da personagem narradora frente a escuridão, a falta de ferramentas tecnológicas para ocupar o vazio de estar só, sem comunicação, presa em casa com baratas imaginárias ou não, esta escuridão real e simbólica, remete os leitores a nomes da literatura, a conflitos atuais, as trevas, ao posicionamento sempre necessário. Belo texto!"

Sandra Ungaretti Stechman, Porto Alegre/RS


"Avelina, adorei o texto, narrado com precisão, com reflexões da estranheza de estar tão próxima e tão distante na intimidade de dormir ao lado de alguém, a liberdade de cutucar, de conhecer o outro para saber o que funciona melhor quando, em tempos diferentes, ou com dificuldades que interferem a qualidade do sono do outro, e tudo isto com um humor fino, que nos carrega para a poltrona junto ao incômodo da liberdade cerceada que a narradora vive. Parabéns!"

Sandra Ungaretti Strechman, Porto Alegre


Isso é um assunto mto polêmico. Há
mto a ser dito, vivo mto essa realidade no meu dia a dia qdo estou pra cima e pra baixo, pessoas q ñ estão nem aí preucando os outros, já senti isso na própria pele. Tbm observo qdo elas jogam as baganas de cigarros no chão se o menor constrangimento... ou até mesmo os lixos (papéis, pets) pelas janelas dos ônibus e ninguém pode falar nada senão o bixo pega. E assim vamos vivendo sem poder fazer nada, deveria existir um número pra q a gente pudesse ligar e denunciar essas pequenas infrações causadas por essas pessoas q olham só para o próprio umbigo.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Nada como uma história de avó e neta pra nos encantar. A leveza da infância trazida ao teu texto para nos fazer refletir sobre esses tempos difíceis que se apresentam. Uma linda netinha, com suas mãozinhas tecendo histórias junto com a vovó escritora, nos devolve o contato com as coisas belas que a vida ainda tem. Gostei muito dessa simplicidade aparente das historinhas de cotonetes que nos trazes com tanta emoção. Parabéns.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Um texto encantador Avelina, recheado de afeto, emoções, experiências partilhada de neta para avó e de avó para neta, a avó que constrói no dia dia da escrita o seu legado. Maravilha!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Nossa amiga começou com chave de ouro os textos de 2020, sem dúvida nestes tempos que estamos vivendo precisamos e muito da sabedoria dos nossos pequenos. A visão deles do tempo, sim são um alento para o que vivemos. Aprendemos com eles todos os dias e crescemos juntos com eles. O teu texto como todos os outros foi perfeito obrigada por me oportunizar este crescimento. Bjos

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Amei o texto baseado em contos da "vida real" pois com essas crianças a gente aprende mto principalmente achar felicidade nos pequenos detalhes junto deles, elas nos supreende a cada dia. Encontrei uma semelhança entre a Alice e os meus netos , descobriram a felicidade de uma forma simples e descomplicada...Ela num simples brincar de cotonetes e meus netos qdo brincavam de escorregar com um pedaço de papelão. Foi mto divertido pra eles, acredito q da mesma forma pra Alice tbm, embora de uma outra maneira.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



"Um Presente de Natal" é mais que um texto, é memória viva, nos permite entrar no cenário da família, estar junto e entender o passado no sentido presente. O tempo passa e os detalhes se pronunciam, assim eu sinto em mim, apesar da visão mais prejudicada. Querida Avelina, um Feliz Natal!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Amiga se existe alguém que sabe como lidar com as palavras este alguém é você, me vi no teu último texto, o meu Natal em família a minha produção dos presentes para quem amo e também refleti sobre o que o Natal representou e representa para mim. Obrigada por fazer parte da minha vida e colocar em textos sentimentos que poucos conseguem. Feliz Natal e um Novo ano com esperanças renovadas.Bjos

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Avelina! Teu texto fala da magia do Natal das crianças, dos adultos, de um tempo retido nas lembranças. Lembrei dos natais das minhas crianças... das invenções do Papai Noel...e de um natal em que ficaram tão enlouquecidas querendo avistar o noel em uma janela que passavam e passavam pelos presentes na árvore de Natal sem vê-los, tamanha a algazarra, misto de medo e alegria! Quantos recuerdos teu texto me trouxe! Que lindo! Obrigada por teres a magia das palavras. E Felicíssimo Natal junto a teus familiares!

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Copiei o texto "Nome aos bois" e postei no meu facebook. Muito bom. BEIJO

MARIA ELIZABETH GASTAL FASSA - Porto Alegre



Nossa qta realidade, nua e crua. Pior q tenho que admitir q esse é o nosso mundo e q estamos a mercê disso tudo. Saímos sem a certeza de voltarmos .

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Teu texto sobre os filmes de nossa vida me tocou muito. Assisti a quase todos , e ainda vou assistir Coringa e A Odisseia dos Tontos, entre tantos mais recentes que não consegui ainda ter o prazer de assistir. Tua habilidade em mesclar os enredos dos filmes com fatos da vida real, tua e dos teus leitores , está muito bem escrita. Pra mim, o melhor de todos ainda é Cinema Paradiso. Inesquecível. Parabéns por mais este texto ótimo.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Um texto preciso, oportuno, excelente! Identifiquei o que sinto do início ao fim.
Parabéns, Avelina!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Mais um ótimo texto! A desigualdade social, esse fosso sem fim onde a fome é a desmedida, não pode muitas vezes ser bem avaliada por absoluta falta de parâmetros. Nós, os privilegiados, não conseguimos avaliar o que significa sentir f ome, tamanha a distância que nos separa da pobreza absoluta. Essa reflexão feita por Avelina neste texto dá a exata dimensao da incapacidade que temos de lidar com essa alteridade. Gera desconforto, faz pensar e aí reside um dos muitos méritos do texto. Parabéns, Avelina, por gerar esse desconforto, pois é a partir de situações cruas que , muitas vezes, iniciamos ações que podem fazer a diferença para os fesvslidos.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Nossa, esse texto é pura realidade deveria ser publicado num mural onde todos tivessem acesso . Num jornal, sim, nas colunas da Zero Hora . Sei lá, nas redes sociais, todas as redes . Ser lido pelo Pedro Bial pois a autora desse texto é maravilhosa , ela coloca cada palavra no seu devido lugar e aí precisaria de alguém q tbm lesse e desse ênfase a cada palavra pronunciada. Amei, pura emoção.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Avelina, este texto CoaChar me fez pensar o quanto ainda temos que nos libertar. Adorei.

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



O mundo na praça é mais que um texto, é uma entrega iluminada de amor a literatura e a vida, a trajetória até o exato ponto onde estás. Parabéns, Ave!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Amiga leio todos os teus textos e como sempre os considero perfeitos, mas este último além desta avaliação veio uma emoção muito grande pois tenho a alegria de poder afirmar que acompanhei cada passo desta conquista e naquele dia na feira do livro quando ouvi o teu nome no auto falante o meu orgulho foi em dobro me senti como se estivesse também ali dando o meu autógrafo. Parabéns pelo caminho vitorioso percorrido até agora e pelo o que virá.

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Muito tocante teu texto sobre a feira do livro (2019).
Viagens e aventuras à espera dos sonhadores.

Dante Carlos Antunes - Porto Alegre



Muito bom acompanhar tuas memórias. São tuas, são particulares, mas também de quem as lê.

Maria Rosa Fontebasso - Porto Alegre



Perspectivas. Um texto muito apropriado para o momento em que vivemos, tolhidos quase na nossa liberdade de ir e vir. As lembranças que temos são de tempos dos quais falamos para nossos netos e só podemos olhar para seus olhos de sonho .. que ficam imaginando como, realmente, foram nossas infâncias. Vivemos num tempo mais livre quando fomos crianças, onde os medos eram outros. Muito bom o teu texto. Pra refletir sobre essa herança que, quer queiramos ou não, é o que restou para as gerações que nos sucedem. É o que permitimos.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Oi Avelina!
O texto toca um tema delicado e necessário, aponta a realidade assustadora de excessos e faltas que se pronunciam mais e mais. Na minha família as datas de presentes se restringiam a aniversário e Natal. E eu ficava intrigada com a Páscoa e o Dia das Crianças que passavam em branco lá em casa. Mas hoje é um tempo pra lá de esquisito, não é não? Como uma caricatura que salienta partes e diminui outras. Tudo polarizado. E esta culpa social inquietante que desperta em alguns, sendo ignorada por muitos. É tempo de despertar.
Parabéns pelo texto!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



É vdd.... e as outras crianças como fica?

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Li o texto e fui procurar na minha memória da minha criança algum" dia especial da criança ",onde ganhei algum presente e não lembrei. Será que naquele tempo comemorávamos o dia da criança??????????

Neli C.Bernardes - Porto Alegre



12 de outubro não é de todas as crianças. Na verdade, é de bem poucas. Fica a pergunta circular: Essa sociedade tremendamente injusta é a causa da má política ou a má política é a causa da sociedade injusta?
Belo e verdadeiro texto.

José Contino Lisboa - Porto Alegre



Excelente texto Eu me indigno. Mostra, de um lado, todo o retrocesso civilizatório que vivenciamos e, de outro lado uma massa de gente que apoia o retorno à Idade Média. O texto é importante porque desnuda o absurdo destas ideias e a falta de humanidade dos seus apoiadores. Bela é importante reflexão. Parabéns!

Fabrício Sales - Porto Alegre



Ótimo texto, que retrata bem o que acontece nos tempos atuais. Também fico indignada com toda esse retrocesso que acontece. Tempos de trevas. Parabéns pelo texto.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Ótima estrutura da crônica, envolve fatos e pessoas responsáveis pela existência desses fatos, embora sejam alienadas e não o admitam. Parabéns.

MARIA ROSA FONTEBASSO - Porto Alegre



Parabéns, excelente escolha.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Que bela lembrança da vó pequena!
Se a mim deu saudade imagino como é pra ti. Ela era uma criatura especial. Obrigado pela memória. Lindo!

Raul Hofliger - Brasília



Adorei o texto Vó Pequena. Percebi que a tua personalidade recebeu muita influência da tua avó. Com certeza a Alice terá ótimas lembranças e muito orgulho de ser tua neta. Bjs.

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



Amei sua avó sem conhecê-la. Mto querida, atenciosa... generosa. Com certeza se a Alice soubesse dessa história ela diria que vcs tem mto em comum.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Gostei muito do teu texto Tudo o que posso ser. Um toque de fino humor e sarcasmo, na medida certa. Ficou ótima tua crônica! Parabéns!

Ana Maria - Estância Velha



Adorei as etiquetas. Adorei tanto que resolvi fazer minhas próprias:
Também fiz minha lista de coisas que gostaria de ver etiquetadas:

a) Detergente para tirar manchas de pasta de dente da camisa
b) Aonde guardei aquele sapato que nunca me aperta
c) O simpático despertador estragado
d) Lembrança do que devo me lembrar
e) Local aonde guardei minha passagem para Passárgada
f) Aquela concha pequena onde fica escondida a lista de meus melhores amigos
g) A vingança maligna daquele, bem, deixa pra lá
h) As harmonias de todas as músicas que amo
i) A lista dos filmes que quero rever
j) Aviso que não estarei aqui para sempre

jose contino lisboa - porto alegre



Avelina, sobre o texto: Sonho de consumo... eu sempre gostei de etiquetar as minhas coisas na cozinha, as caixas com os meu guardados, os envelopes com documentos... Achei incrível as mesclas que fizeste incluindo os sentimentos! Realmente, muitas vezes temos vontade de rotular nossos sentimentos em uma pequena etiqueta! Ótima reflexão! &128079;&127996;&128139;

Sandra - Porto Alegre



Simplesmente show o "Sonho de consumo". Pela simplicidade e beleza. Muito bom!

Raul Hofliger - Brasília



É um prazer acompanhar a tua, cada vez maior, familiaridade com as palavras! O texto sobre como fugir da chuva está hilário, nunca imaginei ser tamanho o grau de dificuldade para manusear um aparelho protetor desses, seja guarda-chuva ou sombrinha. Parabéns, amiga!

Ilone Dreifus - Porto Alegre



Repito agora, o quanto admiro a qualidade dos teus contos e textos.
Nos textos, antevejo, logo ocuparas a coluna de um dos jornais da cidade.
Sacadas inteligentes, associações pontuais e riqueza de linguagem.
Saudades literárias, Ave!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre



Acabei de ler o texto Como fugir da chuva entrando nela. Adorei! Não sabia que era tão complicado abrir um guarda-chuva!

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



Gostei muito do Tudo lixo. Verbaliza meu sentimento que de tão amortecido...... Nem sai......

Elizabeth - POA



Como colega, sempre tive uma admiração por ti por todo conhecimento que detinhas e pelo trabalho realizado com muito zelo e competência. Aprendi muito contigo.
Agora, ao te observar fora do ambiente de trabalho, percebo o ser humano que “enxergava” em teu interior e te admiro mais ainda.
Muito obrigada por externares toda essa beleza e a compartilhares com as pessoas que têm o privilégio de poder ler as tuas sábias palavras.
Um grande beijo no teu coração.

maria cristina alves capra mansur - Porto alegre -RS



Não caminho a pé por PoA, mas descubro caminhos alternativos e nos deparamos diariamente com pessoas que da noite para o dia viram lixos humanos, moro na zona Norte e temos muitas pessoas que cuidam muito bem do lugar que fixam sua casa e muitos com seus animais convivendo no mesmo lugar. É doloroso vivenciar estas situações,e o sentimento de impotência que se apossa de mim. Ave parabéns por dividir conosco está realidade que muitos ignoram.

Neli Constância Bernardes - PoA



Mto tocante esse texto "Tudo Lixo" pois resumidamente esse é o quadro de descaso dos governantes para com o povo . É isso q obervo por onde passo no meu dia-a-dia, um dia as pessoas estão ali debaixo dos viadutos montando suas salas, seus quartos enfim tentando montar suas casas imaginárias, sim pq na realidade eles não tem nada para começar então precisam se virar da maneira q podem... e aí qdo eles consegue alguma coisa vem os poderosos e sem dó nem piedade determinam q aquilo tudo q elas conseguiram é nada mais nada menos q lixo, isso é deprimente. Assim penso q na medida do possível as pessoas deveriam seguir seu exemplo no sentido de caminhar pra ganhar mais qualidade de vida (por exemplo) e ao mesmo tempo ficariam por dentro dos acontecimentos q existe ao nosso redor, quem sabe ñ poderiamos assim ser um povo mais solidário, mais humano, ao ver tanta pobreza, carência.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Sobre o texto Tudo Lixo...
Muito bom texto e reflexão Avelina. Eu fico muito triste ao ver tantos indigentes nesta cidade e o povo e governo em silêncio. ..tal governo sem querer fazer e nós, povo, muitas vezes sem saber o que pensar e o que fazer...e aí o que nos resta é medo, indiferença ou compaixão. ...Então que seja compaixão, e que nosso olhar para esses detalhes e essas pessoas sejam diferentes a cada dia, um olhar com mais compaixão e equidade sempre que possível.
Parabéns pela bela forma de se expressar...uma arte da escrita que faz a diferença em nossas vidas.

LEONARDO NONDILO - Porto Alegre



Muito bom! A luta continua! Ainda lutamos!

João Carlos Gastal Júnior - Brasília, DF



Palavras: "Ninho, casulo, casa, lar me envolvem como um cobertor macio que abriga meu corpo nas noites frias de inverno..." consigo sentir a suavidade e até o cheirinho com estas palavras! Parabéns Avelina!

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



Avelina, ...não é novidade para ti o quanto aprecio os teus textos. Agora mesmo terminei a leitura de Ä última gota", onde as palavras se concentram na solidão, no desamparo, na tolerância, no lidar com a passagem do tempo, a angústia diante da morte que muitas vezes se apresenta a conta-gotas, a angustia interior, as escolhas, as desistências,... Dizes tanto em tão poucas palavras que bem poderia ser um ensaio sobre a solidão. A figura da senhora Rosaura, mãe ressentida no amargor do prenúncio de sua morte por afogamento, num desejo de vingança final. Encontrei a intensidade de teus contos no teu livro "Nós". Parabéns!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Ahh... palavras, que seria de nos sem elas? Lindas palavras, Avelina! Bela colocação.

Cristina Amaral - Porto Alegre



Adorei o texto sobre "Palavras " até me identifiquei com um parágrafo q fala sobre entendimento q às vezes me falta ao interpretá-la, tbm achei interessante os várias formas diferentes q ela se presenta. Texto maravilhoso, gostoso de se ler.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Nem assisti para não desesperançar ainda mais (se é que isto é possível). Infelizmente acredito que não é para nós ( nem para nossos filhos) viver neste país mais justo que tu citas.
O desabafo é bom para a saúde e para poder continuar sobrevivendo. É o que temos. Desabafo contigo.

Raul Hofliger - Brasília



Compartilho contigo o desabafo. Escrever serve para isso também. Tens toda a razão. Senti-me em companhia e me juntando a tuas esperanças. Apesar de tudo.

Maria Rosa Fontebasso - P. alegre



Amiga acabo de ler o desabafo e é inevitável lembrar uma parte do nosso Hino Riograndense, "povo que não tem virtude acaba por ser escravo". Até quando vamos ser escravos de nós mesmos, do circo dos horrorres nós somos os principais palhaço s. Parabéns mais um texto especial.

Gréti Alves - Porto Alegre



Avelina, teu texto é o desabafo que tb trago na garganta. A tristeza de ver um país sendo entregue de bandeja a políticos sem postura, educação, pra não dizer vergonha na cara. Não tive a tua coragem de assistir ao circo dos horrores. Obrigada por ser minha porta-voz!

Nara Accorsi - POA/RS



Gostei muito Avelina. Parabéns.

Luis Alberto Inda Estima - Porto Alegre



Como sempre, li com curiosidade e prazer. Mas a tristeza e o desalento vêm gota a gota. O texto nos faz pensar em situações diversas, pode ser uma metáfora dos nossos tempos. Obrigada, Avelina.

Maria Rosa Fontebassoco - P. alegre



Acabei de ler o texto da "idosa" de 60 anos...E concordo com o Raul, de Brasília. .talvez porque esteja tb alcançando a marca; o texto,tratando pessoas com tanto potencial ainda , como idosas ,choca mais que a própria notícia !
Muito bom , Avelina...E no aguardo de novas "pérolas "...

Daisy Endler - Nova Petrópolis



Depois da diversão gostosa dos contos de “Nós” e, enquanto espero pelo próximo, tenho que registrar que me identifiquei muito com o texto “Idosa de 60 anos” (será coincidência? – faço 60 este ano). O fato é que “me representa”!
Também tenho esta sensação de que os outros é que nos olham como velhos, enquanto nós nos sentimos em pleno amadurecimento.
Aguardo ansioso pelas próximas reflexões!

Raul Hofliger - Brasília



Eu me vi nas tuas reflexões e é bom conversar com elas. Como tenho bem mais de 60 anos, sinto-me mais privilegiada ainda.

Maria Rosa Fontebasso - Porto Alegre



Avelina! Também fico as vezes chocado com as definições de idoso no nosso meio. Mas pelo simples fato de nos sentirmos atingidos com o adjetivo pouco valorizado expõe a inconformidade que temos com a definição desta palavra que nos lembra seres dependentes e pouco úteis para a sociedade.
Não nos sentimos assim! E isto só nos leva a reflexão do que significa a finitude! Terminarmos como uma chama que se apaga parece ser bem menos nobre do que dizia o John Waine " eu caio mas caio atirando".
Mas infelizmente, quer estejamos nos sentindo mais novos ou mais "idosos" precisamos nos preparar para a inevitável finitude (ou não ) da nossa experiência nesta vida!
Parabéns Avelina!

Paulo da Cunha Serpa - Porto Alegre



Avelina, és uma ótima escritora. Aprecio teus textos imensamente. Concisão admirável. Parabéns.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Acabei de ler o texto idosas aos 60, seria lugar comum dizer que adorei, sou uma admiradora do teu trabalho, mas sabe não me surpreendo mais quando vejo que estás escrevendo cada vez melhor, parabéns.

Gréti Alves - Porto Alegre



Uma curiosa passou por aqui.
Já gravei video falando da tua escrita agora escrevo.
É notável teu crescimento como autora.
Quando crescer quero ser igual .
beijos, sucesso

Helenice Trindade de Oliveira - Porto Alegre



Amei. Sucesso pra você.

Susana Juchem - Garibaldi RS



A senhora Hope, que habita o conto Obituário, é um exemplo dos personagens ricos que a Avelina sabe inventar nos retratos que tira do nosso cotidiano. Eu espero que Hope resista a estes tempos bicudos.

Dante Carlos Antunes - Porto Alegre



I hope UTI neonatal can keep hope alive!!!

Isabel - Pelotas/rs



Adoro os textos, a criatividade e a ligação com a realidade!!!! Sou muito fã .

Andrea Fuhro Sarkician - Pelotas, RGSul



Poderia falar um pouquinho de cada livro, mas vou me deter ao último, Nós, livro instigante, linguagem clara, absolutamente correta, amei.

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Conheço a Inha desde sempre, quando nasci. Faz parte de uma turma de primos que encheram minha infância de alegrias. Desde muito cedo admirava sua força e seu trabalho, muito antes de publicar livros, já conhecia suas habilidades na escrita.

Sendo assim, foi com expectativa que li os primeiros contos e o livro "Nós", o qual li em um tempo só.A objetividade e a força dos contos impactam. Muitas sensações com tão poucas palavras.

Que venham muitos outros. Em tempos de embromações, ardis e falsas verdades esta escrita reta e rica encanta.

Patricia Fuhro Vilas Boas - Poa


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Maria Avelina Fuhro Gastal

E-mail: avelinagastal@hotmail.com

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