Mural de Recados


deixe seu recado para Maria Avelina Fuhro Gastal

"Excelente. Me enxerguei no texto."

Vinicius Galeazzi , Porto Alegre


"Me identifiquei muitooo. Piti é meu apelido, ou como me disse um juiz, temperamental. Mil bjus."

Alice hoffmann peruffo, Veranópolis


"Ameiiiiii, com certeza tens muitas parceiras, bom vamos deixar quieto. Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Vexame então é um mico elevado ao cubo. Gostei disso! "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Muito bom teu texto cheio de realidades. Também vivi essa época. Também como tu estou vivendo agora.So tenho dúvidas se estaria no melhor com Dilma é Lula??? Um bjo quantas desilusões tivemos é no terreno da política nada superou a que eu tive com o PT."

Laura Rangel, Porto Alegre


"Estás triste. Por definição o futuro nunca chega… Qd chega é o presente… e este presente está bem difícil… mas a gente tem que fazer o melhor possível a cada dia…. E pode ser que o presente de amanhã ou… do ano que vem traga novas perspectivas…O Brasil tem jeito."

Bebs, Pinheira


"O Brasil é um lindo país triste. O país do futuro era uma grande quimera. Ótima reflexão nos traz tua crônica. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Muito boa a associação que fazes na tua crônica entre a tolerância à dor física e a tolerância à pessoas perversas. O risco de perturbação aumenta inúmeras vezes. Neste tempo tão dificil não se pode mais tolerar mesmo a presença de pessoas tóxicas à nossa volta. Prejudica nossa saúde mental e precisamos dessa sanidade para suportar esse horror diário que vemos crescer no nosso país desgovernado. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Gostei muito de ler teu texto. Retrata muito bem nossos medos e apoio tuas intolerâncias com os absurdos que estamos vivenciando. Parabéns 👏🎉👏🎉"

Ana Maria Bernardes , Cachoeira


"Adoro o que escreves, parabéns. Tuas mensagens são claras e proveitosas."

Madalena Liess, Porto Alegre


"Estou contigo, Avelina, sem tolerância para torturadores e para os que os enaltecem. Não precisamos de gente assim. Temos nossos amigos e quem diverge com decência. Sigamos resistindo."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito bom o texto. Também nao aceito nada disso. Mas, tenho aceitado alguns radicalismos em nome da paciencia e tolerancia. Bjus"

Alice hoffmann peruffo, Veranópolis


"Muito bom! "

Bebeth, Pinheira


"As tréguas entre tempos sombrios parecem curtas para quem consegue envelhecer. Hoje, mais que outras épocas, nos é exigido ir pra frente e resistir. Teu texto vem como uma brisa a nos dar alento. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Amiga mais uma abordagem perfeita e fico pensando até quando as pessoas vão preferir descer ao invés de subir muito para atingir a sensação plena da liberdade. Obrigada por mais uma excelente reflexão. Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Tenho plena esperança que no próximo ano este câncer que desgoverna nosso País estará fora de nossas vidas. No teu texto lembrei muito também, após o falecimento do meu pai, o carinho e o cuidado que a família Gastal teve conosco. Guardo com carinho o que vocês significaram em nossas vidas. Em especial ao Edmundo que nos levava todos os finais de semana, quando tinha jogo no Beira Rio, assistir o Inter. 1977, 1978 e 1979. Sempre cuidando da gente. Beijos."

Cid Perseu , Santana de Parnaíba/SP


"Avelina, que crônica linda! Uau 😍"

Rubem Penz, Viamão


"As surpresas podem estar bem na nossa frente, há tempo, esperando um novo ponto de vista para se apresentarem."

Vinicius Galeazzi, Porto Alegre


"Que lindo . Às vezes não vimos as dádivas gratuitas que a vida nós oferece. Grande abraço Texto Divino parabéns."

Fátima Regina Gomes Farias, Porto Alegre


"Bem assim como escreves, quem está atento àquilo que acontece busca formas de resistência todo dia. E muitas vezes sentimos que ela nos escapa. Ler os mesmos limites do outro nos tira a culpa. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Bonito, teu texto Ressignificados. Tão poético, plena luz neste tempo de sombras. Me fez um bem enorme essa leitura hoje, por muitos motivos. Parabéns por mais essa beleza. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Nossa amiga conseguiu sim e com a tua especialidade de sempre ameiiiiii."

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Acho que conseguiste sim. Uma crônica das nossas limitações mesmo frente a um rosário de fatos à volta. Gostei!"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Colocaste bem a difícil tarefa de ser mãe e pai em qualquer época. Que nossos filhos possam ser melhores que nós. Já vemos que eles assumem juntos hoje em dia. Muito bom."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Obrigada por nos mostrar um país que é esquecido, mas que brilha mais que as atrocidades que nos rodeiam "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Com a tua palavra não nos deixas voltar ao esquecimento do que acontece ao redor. É preciso não esquecer para continuar a lutar por mundo melhor."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Que final, que final! Palmas!"

Rubem Penz, Viamão


"O mergulho no mundo dos algoritmos, que quer saber da gente mais e mais, às vezes até diverte, mas é um grande monstro quer dominar e conduzir até os nossos desejos mais simples. Abraço, Avelina. "

Vinicius Galeazzi, Porto Alegre


"Amiga adoreiiiii, tua inteligência em lidar com humor e perspicácia com o direito muito simples de escolher um pijama foi genial, mais um texto perfeito. Sds 😘"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Muito bom! Ri muito 😂😂"

Catia Castilho Simon, Porto Alegre


"Avelina, recebo tuas crônicas por intermédio da Maria Helena e gosto muito!! Esta sobre "avós e netos" me tocou profundamente e vou repassar para pessoas q tbém sei q vão adorar!!! PARABÉNS!!"

Maria Heriqueta, Poa


"Muito boa esta crônica dos pijamas!! Até me deu a ideia de inventar um jeito de enlouquecer o algoritmo do Zukenberg."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Sacanagem .. imagina se vc pesquisasse a camisola do dia ? 😅😅😅"

Fátima Regina Gomes Farias, Porto Alegre


"Verdade, o mundo não está mudando só pra pior! É preciso ter isto muito claro e divulgado. Isto é Ouro!!! 👏🏼👏🏼🤩🤩🥇🥇🥇"

Nara, POA


"Significa esperança nestes tempos sombrios, juventude com agilidade no corpo com a cabeça arejada."

Vinicius Galeazzi, Porto Alegre


"Viva Rayssa e todos esses esportistas que vencem tantas adversidades diariamente e mesmo assim estão em Tóquio, vencedores, ainda que de outras medalhas que valem mais do que ouro. Muito oportuna e lúcida tua crônica. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Adorei. Estou com os meus desde o nascimento e agora iremos embora. Já estou angustiada com a falta que me farão. Não sei como será. Como aperta-lós? Beijar?"

Emilia , Israel (por enquanto)


"Gostei muito do seu conto, me senti feliz como avô que sou , parabéns"

Arthur, Teresópolis


"Muito oportuno o teu texto. Sou avô e sinto na carne essa vivência e relacionamento com os pais. Uma vez, andando junto à praia de Copacabana, ouvimos uma mãe dizendo pro filhinho: sempre que tu pra casa da tua vó, tu volta mais mal-educado. Nós rimos, somente... "

Vinicius Galeazzi, Porto Alegre


"Amiga mais uma pérola em formato de texto. Sim ser avó é o papel mais sublime e libertador que existe. Saudades bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Amei, delicioso como sempre"

lea suzana scheinkman, Rio


"Maravilha de texto! Pontos bem colocados. Minha mãe sempre me dizia que o cabelo é a moldura do rosto, assim como uma cortina é para a sala. Observava as fases da lua para cortar meu cabelo, e assim cresci dando mais importância a ele do que ao meu rosto. Cuidado obsessivo, até hoje…. A pandemia também me ensinou muito, e que venha a chuva, o mar e a piscina!"

Dulce Lunardon, Boca Raton, Flórida


"EXCELENTE!!Vamos ser o q somos!Bj."

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"A pandemia nos obrigou a jogar com desapegos. Comigo também acon teceu essa " luta capilar" a vida toda e no isolamento também me vi como realmente sou, joguei tudo pro alto e me aceitei, mas com algum desconforto ainda . Que bom ler tua crônica , me senti acompanhada. Obrigada por esse texto tão real. Adorei lê-lo. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Que seja eu contemplado com um abraço seu, Avelina. E que não demore!"

Rubem Penz, Viamão


"Que linda mensagem, Avelina. Recebi tuas palavras como um recado para cultivar energias e não gastá-las com a maldade que nos circunda. Resistência sim, para o próximo abraço."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Que pérola de texto! Cada vez mais tua fã! Bj"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Além de trincheira, concha e casulo, também temos caverna e toca. Daqui uns meses já vamos poder sair dos esconderijos, confraternizar e manifestar-se com relativa segurança. 🙂"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Todos,os nao negativistas,querem isso:abraçar!"

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Dolorido, mas lindo teu depoimento. Infelizmente, cruel e horroso tudo o que se refere ao presidente atual. Fico com a história do teu pai que faz pensar em dignidade e ajuda a ter esperança."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Um quadro surrealista é o que "desenhaste". Brilhante. Lembrei de vários, mas Guernica se impôs. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Se tem uma frase que detesto é essa tal de " deus no comando". Os piores déspotas matam e rezam depois como se a religião limpasse suas sujeiras. E nunca se deve esquecer que em nome desse deus inventado pela humanidade para suportar a vida, se cometeram as piores desgraças. O circo de horrores continua. Será eterno, como é o fascismo. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Nossa!!!Fortissimo."

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Pai nooosso!!! Colagem de texto visceral !! "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Bravo, Avelina. Dizes tudo que também quero dizer. Não há o que comemorar nestes tempos sombrios e o governo ri e faz arminha com a mão, numa completa falta de empatia e solidariedade com o sofrimento de tantos. Enquanto muitos reescrevem sua história com a superação de suas dificuldades, o nosso despresidente entrará para a história como um dos mandatários mais perversos e sem noção que o Brasil já teve. Excelente tua crônica, escrita com a maestria de sempre. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Avelina, que baita crônica! Parapenz!"

Rubem Penz, Viamão


"Mais uma vez excelente!Parabens Avelina. Abração. "

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Excelente. Estamos bem descritos nessa crônica"

Vinicius Galeazzi, Porto Alegre


"Como acabaram as letras do alfabeto, o que virá depois da geração Z? Talvez comecem a usar o alfabeto grego. Então seria a geração Alfa . Aproveitando a viagem, os dinossauros entraram com uma reclamação de uso indevido de imagem no Escritório das Espécies. Eles dizem que duraram pelo menos 150 MILHÕES de anos, enquanto que o ditos homo sapien estão por aqui só há 200 mil anos e já tão querendo destruir a si próprio. Nem precisam de um asteróide."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Maravilhaaaaaaa."

Miriamar Gelain, Porto Alegre


"Muito bom! Me diverti muito e para ser bem cringe: quem viver, verá!!!😆😉😉😉"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Te superaste nesse. Me vi por dentro e por fora. Bjo."

Jeanne, Porto Alegre


"Concordo. Puro oportunismo."

Jeanne maria carvalho da silveira, Porto Alegre


"Eduardo Leite é uma pessoa digna e ética. Com sua declaração deu um salto à frente, prevendo futuros ataques à sua opção sexual. Vendo a entrevista não me pareceu uma declaração eleitoreira e, sim, mais um desabafo, como deu a entender em outra ocasião. Mas ele estava sendo também político e estava jogando. Admirei sua coragem, pois mesmo fazendo parte do xadrez que começa, na corrida presidencial, agiu de forma coerente. Resta desculpar-se por ter apoiado a candidatura do ser homofóbico e perverso que ocupa o Palacio do Planalto, parar de privatizar para honrar as promessas de campanha e melhorar a condição salarial do magistério, olhar e apoiar as minorias com a mesma coragem que teve ao declarar-se gay, entre outras coisas que restam a fazer no RS. Isso é, afinal, o que importa e concordo muito com tua lúcida crônica . Admiro sua postura mas terá meu voto apenas num improvável segundo turno contra o bolsonero. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Perfeito Avelina!! Diante de tantos problemas que estamos enfrentando no nosso país, temas como sexualidade ou cor da pele de um candidato à presidência só mostra o quanto precisamos evoluir com seres humanos!! Me sinto na idade da pedra!! E o caminho para nossa evolução me parece muito tortuoso!! Pobres dos nossos netos!!"

Míriam Grace Lahude Costa Franco, Porto Alegre


""Corremos em volta do próprio rabo e estamos afundando nos rastros que nossos pés cavam no círculo sem fim." Teu raciocínio lúcido se condensa nessa frase e, quando a li, pensei ainda bem, engrossa a fila que pensa assim. Vamos fazer o quê? Continuar andando em círculos, num eterno brincar de montar e desmontar a democracia? Assim tá difícil. "

Sandra Mariza de Almeida Silva, Porto Alegre


"Adorei"

Nara Helena Duarte Salenave, Porto Alegre


"Que legal, Avelina. Isto também é um mundo nosso. Obrigada por essa leveza acolhedora."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"LISTAS O item 26 é a aglomeração que nos fazia um bem danado e que hoje parece quase o pote do fim do arco-íris"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Amei, lindo demais. Com certeza está lista vai voltar a existir."

Leila Regina de Jesus Souza, Alvorada


"Linda a tua história. Quem te conheceu apenas há poucos anos como eu pode dizer que continuas a mesma mulher íntegra e lutadora. Compartilho de tua visão de mundo e do serviço público, porque fui professora da Escola Pública Estadual e lamento o que foi feito para desmerecê-la pelos últimos dois governos."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Maria Avelina. que bela crônica essa tua vida na Assembleia. Fui testemunha da tua lisura e competência. Sabes, né, passei la 20 anos e sempre como CC, mas sempre procurei honrar as funções que exerci e tambem minha profissão, tão desvalorizada nos últimos anos. Adorei. Parabéns. Tenho te lido por aqui e sempre gosto. Beijo grande "

MARCELO VILLAS BOAS DOS SANTOS, Porto Alegre - RS


"Avelina, tive a honra de trabalhar contido na Assembleia Legislativa, em 2010, aprendi muito no pouco tempo que convivemos. Me orgulho de ser servidora pública, de servir ao público, com ética, com profissionalismo, que é o que se espera de um servidor e que, em sua grande maioria, faz um excelente trabalho. Não ao desmonte do serviço público, Não à PEC 32. Vamos lutar até o fim. Parabéns pelo artigo: a vida como ela é e não como quer fazer crer a mídia que nos ataca. "

Adriana Dias, Porto Alegre


"Ótimo texto. Me representa. Parabéns Avelina. "

Eliane Chimendes Maciel, Porto Alegre


"A distancia do que deveria ser feito para o que será feito me desanima, mas eu me orgulho de fazer bem o meu trabalho sem dever favores a ninguém. Eu me alegro por ter te conhecido e trabalhado contigo e me sinto toda orgulhosa de uma colega conseguir colocar tão bem a defesa de toda uma categoria. BELO TEXTO, aVELINA."

Elenice, Porto Alegre


"Nossa amiga não só honrou a memória deles como deixou marcado o teu nome, tua trajetória foi impecável foi um privilégio dividir anos de trabalho com você. Sim não é de hoje que vemos a maneira equivocada que tratam as reformas administrativas, problemas existem com certeza, mas não é com o desmonte do serviço público que vão ser resolvidos muito pelo contrário. Tenho muito orgulho de ter sido servidora pública."

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Maravilhosa tua crônica! Lembrei da história do concurso, contada em detalhes 😉 num desses encontros virtuais da pandemia. Não quero nem ver o país sem o funcionário público (teríamos depoimentos como o que temos visto na cpi?)."

Sandra Mariza de Almeida Silva, Porto Alegre


"Avelina, PARABÉNS pelo belíssimo texto, seriam as minhas palavras, desta nossa tragédia, vou divulgar para amigos"

lea suzana scheinkman, rio de janeiro


"A segregação que mancha o processo civilizatório. Assim são os cidadãos de Benz em seus cercadinhos ajardinados."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Tristes e miseráveis todos que vivemos, Avelina. Não tem qualificativo suficientemente adequado para a imundície que tomou conta de nosso país. Somos muitos indignados mas sem coragem para enfrentar."

Vinicius Galeazzi, Porto Alegre


"Escreveste uma mensagem amigável e de bem com a vida que se prolonga e traz com ela os seus encargos. Viver o envelhecimento com curiosidade, reinvenção e agradecimento é o melhor que podemos fazer. Vamos bailar. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Perfeito amiga, como sempre, sim vamos bailar não importa a música o importante é encarar a que está tocando. Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Com certeza, quero bailar! Beleza de crônica, com sabor de dançar dentro do ritmo que a música nos impõe. Aliás, sem esquecer que vez ou outra arriscamos um passo doble com sucesso! Viva nóis!!!🙋🏼‍♀️🙋🏼‍♀️👏🏼👏🏼👏🏼"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Comovente tua impotência para escrever um texto leve. Fala diretamente à minha dor diante da truculência e crueldade que assistimos diariamente. Tomara que consigamos escrever sobre outras coisas."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Continuamos a sintonizar nossos pensamentos. Verdade dolorida a nossa, Avelina. Tens toda a razão em lamentar tanta desigualdade. Seríamos tão mais felizes se todos tivessem o que temos. Resta a gratidão por nossa vida e o desejo do melhor para os outros. Eu também não vou ver isto realizado."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Triste."

Leila Regina de Jesus Souza, Alvorada


"Oi Ave! Gostei muito do texto, da forma como conseguistes abordar acontecimentos horripilantes como estes, passando dor, pesar, incredulidade que reside em nós. "

Sandra Ungaretti Stechman , Porto Alegre


"Sim, Avelina, precisamos também deste teu olhar para conseguirmos ir adiante. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Compartilho contigo a indignação por mais este abuso, que é reflexo do tempo sem limites para a prepotência e a indignidade que vivemos hoje. E o irradiador está no presidente do país."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Disseste tudo nesse texto, Ave. O estúpido "desmédico" achou que podia tudo. E se deu mal. Da lição, não deve tirar ensinamento algum, pois cabeças como a dele só sabem se vitimizar quando praticam vilanias. No entanto, sua aparente glamourização o faz agora ferver na fogueira da própria vaidade. Achou que podia tudo, como o mito do qual é seguidor. Leva uma bela lição mas vai posar de injustiçado, exatamente como age o vilão-mor. Gente assim diminui o mundo. PARABÉNS por mais essa perfeita análise. "

Ana maria da S. Teixeira, Estância Velha


"Disseste tudo, Avelina! E o resultado é o velho dito: Aqui se faz, aqui se paga."

Dulce Lunardon, Boca Raton


"Ótimo texto, Avelina! Verdadeiro, claro e coloca os pontos nos "is". Abraços!"

Vera Freire Rojas, Porto Alegre


"Bravo!"

Rubem, Porto Alegre


"Aprendi mais um aspecto do assédio. Obrigado, Avelina"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Adorei, e lembrei. Tua descrição da sensação dela na boca casa com a minha. Da embalagem achei que era tipo cor de papel manteiga, com letras azul marinho. Pode ser que esteja enganada. A cor, para mim também era laranja. Bem avant-garde em termos de bala, para nossa época. "

Dulce Lunardon, Boca Raton


"Que delícia! Ainda mais que, não era a toda hora que a gente ganhava uma balinha! Uma bala era um presente! Doutor Google tá perdendo, nós resistimos com nossas gasosas lembranças! 🤩"

Nara, Porto Alegre


"Senti até o gosto......"

Jeanne, Porto Alegre


"Obrigada pelo desejo que mandaste no lugar do abraço. Vamos nos abraçar muito depois disto tudo."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Muito bonito teu texto, Avelina. Parabéns!!!"

Dulce Lunardon, Boca Raton


"Se retornarmos com certeza o termo abraço terá outro sentido Talvez seja um nó de afeto. Receba por enquanto meu abraço virtual ❣️"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Fico imaginando como será o Dia do Abraço em 2022 ou 2023, quando esta pandemia tiver sumido. Vai ser uma festa de abraços!"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Ave querida! Que texto precioso!!! Que conteúdo maravilhoso tens dentro de ti! E com que desenvoltura, simplicidade ele veio fluindo para fora, pela força da verdade e da evolução no autoconhecimento! "

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Pode deixar! Quando der, faremos a festa do abraço: a cada 2 minutos todo mundo tem que abraçar alguém! Que achas?"

Sandra Silva, Porto Alegre


"Já nem consigo pensar sobre o horror que descreves. Acredito na tua avaliação quanto ao número de idiotas. O pior é que são eles que continuam a fazer estragos. E, ainda, estamos produzindo cada vez mais idiotas ao destruir a escola pública, onde a maioria da população poderia ter um meio de se subjetivar de outra forma. Sigamos resistindo."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Dizes tudo nessa crônica do Idiota. É hora de união para que esse desastre que nos desgoverna seja defenestrado do cargo que ocupa. Não carrego a culpa de tê-lo colocado no poder central mas me sinto impotente ao ver quanta gente o segue. Até quando vai durar essa tragédia? É preciso a força coletiva para retirar esse vírus da ignorância da presidência desse nosso tão sofrido e agora envergonhado país. "

Ana Maria Pérez da Silveira , Estância Velha


"Bem explicado. Idiotas somos todos que deixamos a besta se criar, para a alegria dos cúmplices. E se não tomarmos cuidado, a criatura abjeta será eleita de novo. Para isso não acontecer, talvez paguemos um preço amargo. Triste."

Sandra Silva, Porto Alegre


"Teu texto desnuda a realidade de forma contundente. Muito triste, mas precisa ser denunciado. Sempre. Por todos os que não se conformam com a barbárie sustentada pelo Estado."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Ave, que texto rico em verdades e bem feito, bem escrito. Li-o numa sentada. Diria num só fôlego, pois nem me senti respirando até que finalizei a leitura. Vou compartilhá-lo o quanto puder! Tenho certeza de que muitas mães se identificarão em muitos dos sentimentos generosa e corajosamente descritos! Que delícia de leitura!!! Abração!!!"

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Excelente!O relato da verdade.Bj."

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Forte!!Muito forte ,mas infelizmente real!!"

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Foi um dos museus q mais me impressionou,emocionou e orgulhou.Nao deixa de ir.Acho q ja foi recuperado."

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"O Artigo 5º da nossa Constituição se tornou uma piada. De mau gosto, por sinal!😢"

NARA ACCORSI , Porto Alegre


"Excelente. É tudo isto e mais um pouco."

Jane Ulbrich, Poa


"Parabéns pelo texto! Descreves todas nós como mães. Abraços "

Suyen Manenti, Lauro de Freitas


"Bem assim. O lado B testa e valida nosso amor."

Zulmara, Porto Alegre


"Sensacional, Avelina! Sem acusar, sem livrar. Perfeito. Parapenz!"

Rubem Penz, Viamão


"Uma excelente narrativa que se contrapõe à imagem idealizada de mãe. Fizeste um retrato bellissimo da mãe humana com suas contradições, incertezas e alegrias, ou seja, cheia de vida. Reconheço-me nas tuas palavras. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Ser.mãe é o maior.desafio da vida. Uma montanha russa. Teu texto diz tudo o que sentimos. Muito bom. "

Ana Maria da Silveira Teixeira , Estância Velha


"Perfeita tua crônica! Sempre me perguntei por que nos escondiam tanto a verdade sobre a maternidade... cheguei à conclusão é que era pra nos manter firmes na ilusão por mais tempo... todo o tempo possível antes que nós mesmas tivéssemos contato com a realidade. "

Sandra Mariza de Almeida Silva, Porto Alegre


"Silenciar jamais. Sei que nos momentos em que vivemos, a gramática, verbos e concordância nos fogem. Saem do rigor e usamos os termos ditados pelo coração, pela emoção, raiva, apatia, muitas vezes de forma caótica e desconectada, mas estamos lá, gritando, resistindo! Silenciar, jamais! "

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Excelente texto ! Parabéns. "

José Augusto Bravo, Rio de Janeiro


"PARABÉNS, AMEI, enviei para minha sobrinha escritora ela amou tb"

lea suzana scheinkman, rio de janeiro


"Vamos! Muito bom! Viva a língua portuguesa! Não ao silêncio! Quem cala consente!"

JOAO CARLOS GASTAL JUNIOR, Brasília


"Maria Avelina. Amei esta crônica !Uma delícia de ler !!! Obrigada."

Marli, Sao Paulo


"Vamos, sim, ao Museu da Lingua Portuguesa, depois da pandemia! A língua é um ser vivo e mutante sempre, e seu estudo sempre me fascinou. Que bela crônica essa tua, usando com maestria as palavras para identificar regionalismos e sinalizar as revelações que palavras mal-usadas podem ocasionar. Parabéns, ótima crônica."

.Ana Maria Pérez da Silveira, Estância Velha


"Compartilho tuas aflições com a vida que levamos. Às incertezas são uma constante e as adequações necessárias como dizes. No fim, tudo é difícil mesmo. Resta este compartilhamento que a palavra continua a nos proporcionar e avizinhar. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Encanta-me tua capacidade de escrever temas sérios com leveza. E situações que exigem escolha. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Quando voltará nosso ar ?. Precisamos respirar Tá muito complicado. Dói.😢"

Fátima Farias, Porto Alegre


"...sabe-se lá o tamanho da sua dívida com os deuses! Só pode ser isso! Será que merecemos este castigo???🤔🤔"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Muitoooo booommm!!!"

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Brilhante! "Visível" o prazer da vó acompanhando Alice nas aulas virtuais. Um dos prazeres da pandemia! Parabéns pela trajetória dedicada que possibilita tal resultado!"

Maria das Graças Azevedo de Gusmão, Porto Alegre


"Amiga mais uma abordagem perfeita, com a sensibilidade pintando a realidade das nossas crianças que estão descobrindo a alfabetização de uma maneira especial e ainda mais desafiadora. "

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Me identifiquei. Tive a oportunidade de acompanhar a descoberta da leitura dos quatro filhos e bastante de perto dos netos. Todos leram antes da 1a série. Uma historinha bem do início da descoberta: Gabriel, o mais moço da Anaclaudia teve uma fase que carregava uma prancheta e lápis e perguntava “Como se escreve...?” A toda hora. Veio me visitar em POA e, da janela, enxergava o N do supermercado Nacional do outro lado da praça. Consequentemente, veio para mim muito intrigado: “Supermercado começa com N???”"

Elizabeth Gastal Fassa, Palhoça - Praia da Pinheira


"É, Avelina, é terrível continuar a ver mais um ataque à cultura desse país. É trágico e precisa gritar contra isso."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Que processo lindo de aprendizado para ambas. Eu passei pelo primeiro Luisa já tem 18, agora Lucas com oito, o primeiro caderno dele eu mesma fiz com o nome dele na capa adorou tinha 5 ..adoro ser avó principalmente por ter quase certeza de que não fui uma boa mãe, não tinha tempo .. precisava trabalhar muito ..um abraço vó .. parabéns pela dedicação.❤️"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Da mesma forma como acontece contigo, também eu procuro pela leveza nestes tempos cruéis. Difícil. Mas ler textos assim como este "Contaminada" são um amparo. Obrigada."

Ana Maria, Estância Velha


"Compartilho dessas tuas sensações e emoções provenientes de algo nunca antes vivido. Mas pedindo licença para ficar uns momentos no lado da leveza, apreciei bastante o primeiro parágrafo com sujeitos compostos formado por expressões. Tua técnica está cada vez mais apurada. "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Acredito em Deus e é nele que encontro alento. Tudo se tornou sem sentido. Não tenho vontade de converssar......"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Que leitura maravilhosa!!!"

Ana Araujo, Poa


"A crueldade que retrataste com poucas palavras dói muito. A palavra sobre isso deve continuar a ser dita como tu o fazes."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Tuas palavras são frestas de luz que ajudam a resistir nestes tempos sombrios. Também espantam os pássaros da tristeza. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Uau!!Pegou pesado,como deve ser!Bj."

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Bom dia. Adorei tua forma de escrever, de abordar um tema, que,atualmente, tantos já escreveram. Parabéns..."

Edel Lorena Beck , Porto Alegre


"Texto lindo, Maria! Um sopro de ESPERANÇA e de ALEGRIA, afastando os "pássaros da tristeza" para bem longe! "

Maria Teresa Nunes Cordeiro do Valle, Porto Alegre


"Uma história tão linda para nos levar a uma questão crucial. Uma boa escolha para refletir em meio a festejos."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Vivo afastando os pássaros do desalento que me sobrevoam. Eles são bem insistentes, permanecem. Tempos difíceis esses, muito bem descritos nessa bela crônica. "

Ana Maria Pérez da Silveira, Estância Velha


"O espetáculo em Manaus dá um livro, não uma crônica. Impactante a forma como registraste nossa terrível realidade. Daqui a algumas décadas, quem for ler vai pensar numa ficção."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Amei esse texto, foi amor a primeira leitura. "

Leila Regina de Jesus Souza, Alvorada


"Poética tua crônica. Me lembrou do Che: “Endurecer sem perder a ternura.”"

EGF, Praia da Pinheira-SC


"Vamos esperançar Apesar de tudo a esperança nos visitar é um grande 🎁. Resistiremos até a última hora de vidro."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Como gostei de ler tua crônica! Me diz que eu não desanime, que lute para afastar os abutres que rodeiam e querem fazer ninho. Que realmente, o sonho, o clichê, mais do que nunca deve ser usado para que a gente nunca esqueça que se pode acreditar quando tantas pessoas cultivam e distribuem o amor e a solidariedade. Abutres, víboras, elas existem, mas não farão seus ninhos! "

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Verdade, Avelina, perdemos muito. O que nos salvou, além dos afetos familiares, são nossas amigas e amigos. O que seria de nós sem eles?"

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Essa Páscoa está muito estranha .. parece que nós é que já não fazemos parte desse mundo.. estranho demais... Sigamos com fé é o que resta "

Fátima Farias, Porto Alegre


"Texto sensível digna da autora"

João Willy, Porto Alegre


"Esse texto ou melhor essa peça nao existe né?!É o q estamos vivendo!"

Lisete Cheslak da Silva e Silva, Porto Alegre


"Uau! Pensei enquanto lia: jamais iria a este espetáculo em New York! Não teria coragem de enfrentar este "desconhecido" , mas a medida que continuava a leitura vi que embarcamos, contra a vontade, compulsóriamente, numa tragédia muito mais assustadora. Texto muito forte, as cenas parecem ficcionais. Na saída eu escolho Vivi a ficção. Não consigo acreditar que seja verdade."

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Falaste bem sobre a confusão de sentimentos de quem olha ao redor sem negar o que vê. Só vejo amparo no afeto."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito lindo Inha. Compartilho do teu amor...... Me identifico com ele. Comigo foi assim...... Amor a primeira vista. Deixei família 490km para trás para vir atrás dele. Com ele vivi todas as emoções e fui muito feliz. Choro de saudades....."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


".....mas dói demais. Não fossem netos, família e amigos amados.....difícil o motivo p um sorriso."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Qta tristeza mas ao mesmo tempo o texto ficou tão lindo.."

Leila Regina de Jesus Souza, Alvorada


"Que lindo! Pois é, Porto Alegre precisa a ser alegre novamente! Muitas saudades. "

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Obrigada pela viagem de retorno que me ofereceste. Visitei também outros lugares e me emociono até hoje com a dignidade daquele povo. Foi em 1988. Cuba é o exemplo de humanidade que precisa resistir. Torço para que o bloqueio que sofrem acabe. O resto eles farão."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Vdd."

Leila Regina de Jesus Souza, Alvorada


"Não estamos sós. Não podemos deixar que nos tirem a alegria. Vamos resistir, unidos. Belo texto. "

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Quando engolimos o choro escapa um riso de consolo mas é tão rápido que quase não sentimos ...tá difícil a situação .."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Sempre quis e ainda hei de conhecer Cuba. Minha filha mais velha esteve lá há mais de 15 anos e o cenário que descreves é quase o mesmo que ela me descreveu. Um povo amistoso que divide o pouco que tem, havendo sintonia entre governante e governados. Ainda vou lá conhecer a belíssima Cuba. Obrigada pelo teu texto, sempre um alento."

ANA MARIA SILVEIRA TEIXEIRA, Estância Velha


"Que texto maravilhoso!!! Senti como se estivesse em Cuba curtindo cada detalhe. Ainda realizarei o sonho de visitar Cuba; o perigo é não querer mais retornar ao Brasil."

Criss Capra Mansur, Porto Alegre


"Fiquei agora com uma pequena inveja, sempre tive vontade de conhecer Cuba, estava programa a para e este ano mas parece que que não vai dar ainda continuo esperando...."

Jan Guedes , Porto Alegre


"Saudades dos nossos encontros, trabalhos, projetos e viagens! Tudo valeu! Saúde pra nós! Abraço! "

Sandra, Santo Antônio da Patrulha


"Que lindo convite! Quero estar no primeiro e em muitos encontros logo que der. Um forte abraço."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Beleza de texto, Avelina, me senti junto preparando o ambiente para receber a toda gente querida. Que falta que faz! Muito bem escrito! "

Sandra Ungaretti Stechman , Porto Alegre


"Que lindo Estou imaginando o ambiente com muita gente. Que deseja breve .❤️"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Sem dúvida amiga, só precisamos de pessoas, de casa cheia, de sorrisos, conversas. Tem tempo para os amigos imaginários, e o nosso tempo de espera para o convívio real está para lá de vencido. Muitas saudades de nós. Beijos"

Greti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Amiga, quando pudermos reabrir nossas portas e janelas, nem te preocupes com o dinheiro para comprar bolachinhas nem docinhos nem bebidas. Vamos todos para a rua num grande, num enorme abraço coletivo, que é o que estamos precisando! Por enquanto, só o consolo do abraço virtual. Bj"

Ilone, Poa


"Chorei......"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Adorei......"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Que mensagem .. Se não podemos ser pois não permitiram ensinaremos as que vem depois de nós Maravilhoso Que tempos Amo-te amiga me fortalecem tuas palavras ."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Bem isso, disseste tudo! Desde q nascemos temos que ser como flor brotando no asfalto... "

Sandra Mariza de Almeida Silva, Porto Alegre


"Um quadro triste, mas verdadeiro. As lutas de muitas mulheres que nos precederam nós ofereceram uma realidade mais esperançosa. Mas fazes bem em lembrar que há muito para andar."

MARIA ROSA FONTEBASSO, Porto Alegre


"Sim, é isso, deixar a trilha mais limpa. Minha vida é voltada pra isso. De princesa à bruxa, mostrei às filhas e agora às netas que mulher é artigo de luxo, coisa rara, precisa saber seu lugar, não mais atrás de um grande homem, mas à frente de seu tempo! Cada vez mais!🙌🏼🙌🏼🙌🏼"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"É fácil, muito fácil, descobrir por que te gosto tanto, Avelina: sou apaixonado por mulheres fortes - ainda que isso soe como pleonasmo. Belo texto! Parapenz pelo Dia!"

Rubem Penz, Viamão


"Muito bom. Cumpre bem, com tua literatura, esse papel. Abraço. "

Miguel, Porto Alegre


"Avelina, estou contigo. Também quero outras bocas. Continuemos a desejar e ter esperanças."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Queremos de volta a vida que nos estão levando Queremos respirar Queremos bica para ir a Rima e onde quisermos queremos beijos Queremos AR."

Fátima Farias, Porto Alegre


"E segue o baile...... Amei"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Fluiste muito bem nesta crônica! O segredo está nas jujubas, então. Anotei. "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Lindo texto entre o feliz e o caos. Parabéns "

Fátima Farias, Porto Alegre


"Obrigada pela tua amizade, uma das jujubas coloridas de que mais gosto e, não abro mão! Lindo texto! Feliz pelas irmãs vacinadas!👏🏼🙌🏼🙌🏼🙌🏼🙋🏼‍♀️🙋🏼‍♀️"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Sempre textos de uma sensibilidade incrível. Parabéns, Ave!"

André Roca, PORTO ALEGRE


"Que lindo texto, Inha! Por conhecê-lo e amá-lo tanto, tanto, posso quase sentir vocês dois juntxs. Que lindo esse amor que não parte nunca, que nos mantém próximxs de quem somos e fomos. abraço demorado. "

magda de oliveira, Porto Alegre


"Avelina, teu texto me deixou muito triste, pq relembrei em tuas palavras, o sentimento de perder um irmão. Lelinho era 2 anos mais novo e nasceu no dia 24 de dezembro; morreu aos 9 anos. O Natal perdeu o brilho pra sempre, principalmente depois q os filhos e sobrinhos deixaram pra trás a infância. A gente nunca esquece. Um abraço carinhoso."

Suzana, Porto Alegre


"Emocionante, belo, muito belo..."

Rubem Penz, Viamão


"Chorei. Tuas palavras gravaram um amor que está acima das diferenças, ou melhor, aceita-as e integra-as ao respeito pelo outro. Chegou até mim algo tão profundo que resgatou o que significa o melhor do ser humano. "

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Lindo teu texto sobre o Edmundo! Também me faz muita falta. Parece que quando se vive momentos importantes com alguém, raramente nos damos conta disso. Pelo menos é assim comigo. Agora, na distância do tempo, vejo a proximidade que nos uniu. E a importância daqueles encontros. Saudades. Muitas Saudades..."

Raul Hofliger, Brasília


"Lindo, lindo....🌻"

Lisete, Amiga Al


"Que lindo texto Me fez recordar os bons tempos que tive o privilégio de conviver com todos vcs. Ainda tenho saudades. Foram momentos maravilhosos. Que Deus continue a te iluminar para que possamos desfrutar dos teus belos textos. Um beijo no teu coração."

Paulo Santos, Pet


"Que lindo lembrança bonita Irmão é parte nossa sim nunca esquecemos."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Com certeza todos sentimos muito a falta do Edmundo, mesmo por pouco tempo foi especial tê-lo no nosso convívio. "

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Muito lindo e muito triste Inha..... Doeu ler.....chorei. Saudades do Edmundo. Que saudades....."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Humano Avelina, dolorosamente humano, lindo, e eternamente amoroso."

Vânia Barbosa, Poa


"Lindo, Avelina. Parabéns. Transparecer-se em palavras exige alem da destreza em garimpa-las com a exatidão necessária ao nosso labirinto emocional, coragem e sabedoria, de quem aprendeu a ler nas misteriosa entrelinhas do viver. "

Soraia, Pos


"Teu canto de saudade - escrito em prosa, mas nem por isso menos poético - me fez lembrar das muitas vezes em que quase caí no sono durante as conversas entre o Edmundo e o Ney. Criatura das manhãs, sempre tive muita dificuldade de acompanhar o ritmo do pessoal do turno inverso. Nas poucas vezes em que precisei vencer o sono em situações de emergência, encontrei na leitura a minha muleta mais eficiente. Foi assim nas emergências que vivi com o Paulo, com a Dinah e com o Ney. Estranho descobrir-se capaz de varar a noite diante de uma crise e não conseguir fazer o mesmo para ir a uma festa. Enfim, só queria te dizer que teu texto de hoje me fez lembrar da voz grave, dos gestos e do jeito do teu irmão. Graças as tuas palavras, ele esteve um pouco comigo. "

Ânia Chala, Porto Alegre


"Lindo e comovente teu texto sobre a partida do teu irmão. Sem mais palavras porque me emocionei. "

ANA MARIA SILVEIRA TEIXEIRA, Estância Velha


"Sou tua amiga secreta. Que leitura maravilhosa"

Ana, Porto Alegre


"Querida, lindo texto...muitas saudades do Ed. Vamos nos manter bunidos e, assim que der, vamos nos " embolar" e festejar muito a vida. Beijão"

Helio, Porto Alegre


"Maria Aveelina....como bom pisciano q foi, exerceu mansa mente seus dons visionários entre nós. A voz grave ainda me é presente e real, falando de sonhos, construindo mundos e trazendo imagens/mensagens do além-mar para nós: Bom peixinho a nadar veloz e rouco, conectando mares e marés desse vasto oceano de tantas emanações.... Sem pudor, acolheu e criticou o que lhe estivesse ao alcance. rEJUVENESCENDO MUNDOS E TRAZENDO NOVAS LEITURAS DE PASSADOS. UMA BELEZA, eDMUNDO Nos deixaste antes do q a gente quis, e fazes falta.... Perdemos precocemente um amigo forte, fidelíssimo, desbravador e querido para mais um tanto de gerações.... Ed, Onde estiveres, estejas pleno. Criticando, mostrando e apaixonando a mil.! 🌷🥙 "

cLAUDIA THIMMIG, PORTO ALEGRE


"Que texto, que dor! Perdi meu irmão há 45 anos e até hoje, quando lembro dele vivo, alegre, e imediatamente depois recordo que ele não existe mais, que este tempo todo estive sem ele, sofro um baque. Abraço e bjos"

Sandra Mariza de Almeida Silva, Porto Alegre


"Mais uma vez, gostei demais e faço minhas tuas palavras, ideias, receios e desejos. Abraços."

NorisMagalhaes, Porto Alegre


"Ave, querida, que texto bom!!! Muito bem elaborado! Propõe reflexões importantíssimas. A construção dos raciocínios está clara, objetiva, incita à continuidade da leitura, o encadeamento de ideias flui retratando uma realidade impossível de ser acobertada. Me senti plenamente representada!!!"

Marilene S. Rodrigues, PoA


"Pronto! Fui lá para o quarto tomar minha dose de cicuta! :-) Brincadeiras à parte, vivemos uma situação realmente complexa, como você bem retrata no texto. E diferente dos filmes de pandemia em que o problema se resolve rapidamente nos minutos finais, o retorno à normalidade anterior tá sendo e vai continuar sendo longo. Tão longo que vamos perigosamente nos acostumando."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"É o sentimento que nos assola, cansaço, desânimo e a hipótese de que somos os otários de tudo isto. Partilho desta sensação de inadequação!😥 "

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Cheguei a ler mais depressa as primeiras linhas. Pensei "essa não pode ser ela". Depois, ri e admirei tua narrativa e capacidade de escrita. Parabéns."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Uma bela conversa com o leitor. Aliás uma aula sobre o ato de escrever. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Pois co Achar... essa bagunça do texto é completa ficção, senhora escritora! Um texto encorajador à bagunça como forma de sair da rotina escrito por uma cronista que ama etiquetar tudo! Habilidade no manejo das palavras é isto! 👏👏👏👏"

ANA MARIA SILVEIRA TEIXEIRA, Estância Velha


"Não sei o que é mais difícil: escolher no que acreditar, ou no que duvidar, Avelina! Abraços"

Rubem Penz, Viamão


"Tenho lido as tuas crônicas e fiquei encantada com a Vó Pequena.Eu conheci a tua vó e era exatamente assim.Sou prima da Maria Helena filha do tio Jose irmão do meu pai.Grande abraço e que Deus nos proteja."

Heloisa Cunha, Pelotas


"Ufa ..li direto fiquei sem fôlego Gostei .."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Uau! Esse teu último texto tem uma escrita amadurecida! A novela pode iniciar com esses capítulos e desenvolver depois as tramas ali iniciadas! ÓTIMOS! Excelentes! Amei! "

ANA MARIA SILVEIRA TEIXEIRA, Estância Velha


"Gostei muito dos cenários e cenas se entrelaçando! E, é claro, o teu café como bebida inspiradora. Te conheço! Só não sei como consegues, com esta agenda cheia! Bj!"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Uma bela forma de auxiliar quem sofre com a tragédia do câncer. Quando uma criança tem esse sofrimento, o entorno familiar dela também tem um desmedido sofrimento. Acho que ter o nome na parede,nesse caso, é uma forme de dizer "ei, estou aqui, vou te ajudar a vencer". Tocante, tua crônica. "

ANA MARIA SILVEIRA TEIXEIRA, Estância Velha


"Lindo texto. Delicadeza e sensibilidade para tratar de tema tão difícil . Parabéns!"

Zulmara, Porto Alegre


"Avelina. Linda e comovente tua percepção. Essas casas acolhem mais do que possamos imaginar. Poa é referência nacional no tratamento do câncer infantil. Essas famílias vem de todo pais. Abandonam suas vidas para acompanhar seus fhos aqui. É um trabalho espetacular. Obrigada "

Soraia Schmidt , Porto Alegre


"Ave, linda: sensível, delicado, intenso. Minha admiração pela tua escrita."

Renata, Poa


"Amiga mais um texto que termino de ler e fico tocada, desta vez não só pela tua sensibilidade ou abordagem perfeita, mas por se tratar do Instituto do Câncer Infantil, seu criador e Presidente, Dr. Algemir Brunetto, foi Pediatra da minha filha, tenho uma dívida de gratidão com ele, graças a sua competência e dedicação tenho a minha filha e o meu neto. Sabe aqueles anjos feito gente que passam nas nossas vidas, esta família com certeza é, pois agora além dele tem o filho no Instituto seguindo a brilhante trajetória. Sim estas pareces como como cada tijolo do Instituto tem um significado muito especial. Sds Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Amiga para este só uma palavra, perfeito. Ao término da leitura respirei bem fundo e senti o quanto é importante poder respirar. Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Aprendo muito com teus textos . obrigada Estamos cansadas mas não sem ar ainda Sufocadas sim mas respirando Não fecharemos para balanço não conseguimos somos mulheres da palavra como ato revolucionário .. Somos o que movimenta somos o ar daqueles que já não mais respiram."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Fechado para balanço bem que podia ser um dia em que nos permitimos voltar à infância, brincar com balanços, retornar às fantasias. Mas é coisa de adulto e é uma atividade necessária. Este período longo de distanciamento exigiria, contudo, algo inverso: um dia de "aberto para balanço". "

Dante Antunes, Porto Alegre - RS


"Emocionei-me com o passeio contigo pelo centro da cidade e chorei com a tristeza pela condição de vida em que estamos no país. Um abraço esperançoso apesar de tudo."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Sim, nossas escolhas repercutem numa teia que não enxergamos. Sejamos conscientes disso."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Gostei e relaxei Li sorrindo isso é bom Tomara que não tarde para todos a vacina estamos cansadas de morrer .."

Fátima Farias, Porto Alegre


""Se a sua escolha é viver a vida, preserve o direito dos outros de continuarem vivos." É isso! Será tão difícil de entender? Ou, sou forçada a pensar que a humanidade perdeu o rumo, os valores e a dignidade. 😪 Meus sentimentos. "

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Tão Logo Partam?"

Rubem Penz, Porto Alegre


"Incrível como a vida mudou pra mim também! Imagina o que é viver flutuando, tranquila, porque no dia D e na hora H conseguiremos nos abraçar. SQN. Minha resposta ao desafio é Tirar Logo o Presidente. "

NARA ACCORSI , Porto Alegre


"Estás dando uma bela sacudida ao leitor. E o fazes com uma linguagem especial, jogas com as palavras de um jeito muito inteligente. Quem sabe eu consiga fazer alguma coisa do que sugeres. Não está nada fácil viver neste país. Ainda temos a palavra. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"PQP, Avelina! Tua autoestima nunca esteve tão em alta! "Cum" texto destes, mulher! Também não vejo a hora de Trocar Logo de Presidente. "

Sandra Silva, Porto Alegre


"Sinto-me representada nas tuas palavras. É preciso continuar a denunciar a hipocrisia e teu texto toca fundo nas suas raízes. Parabéns."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito boa esta crônica. Gostei especialemnte da frase: "A discordância respeitosa promove avanços." É isso. Somos seres diferentes, felizmente com a possibilidade e o direito de pensar de modo diferente. Sempre lembro de uma ex-colega que gostava de dizer que "o consenso é burro". "

Neiva M. Tebaldi Gomes, Porto Alegre


"Teus textos tocam o coração da gente.Ao l e-los ,muitas e muitas vezes nos recnhecemos e nos encontramos pois tua escrita é verdadeira bem como os sentimentos que expoes . "

marilena ´porto, Rio Grande


"Linda crônica, Avelina! Desde a ideia da bomboniere até a contagem das lembranças, tudo com uma carga de emoção contagiante. Beijos, feliz 2021!"

Rubem Penz, Porto Alegre


"Excelente, oportuno, necessário. Atinge o âmago da questão racial, embutida no símbolo e escrachada no cotidiano de nossa sociedade, que deve ser atacada e denunciada. Pois aprendi, ou melhor, me fizeram dar por conta de mais essa e não vou mais levantar para o hino. Aliás, ufanista demais ora vejam "sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra"."

Vinicius T. Galeazzi, Porto Alegre


"👏👏👏"

Leorefuhro@gmail.com, Pelotas


"Sem palavras...amei!!"

Veronica, PoA


"Fantástico seu texto. Parabéns "

Camila, Canoas


"Adorei o jogo de tempos verbais na tua narrativa. Forma criativa de dar leveza ao assunto sério e pesado que é o tempo que estamos vivendo. Muito bom conversar contigo também por aqui. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Brindemos!!!! Continuando na luta por tempos melhores, tempo de oportunidades e sonhos comuns, tempo de não largar a mão de ninguém! Tim Tim!!!!👏🏻👏🏻🙌🏼🙌🏼"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Q lindo , pode até ter virado clichê q vou falar mas amei esse texto. É um incentivo pra qdo pensarmos em desanimar. "

Leila Regina de Jesus Souza amari, Alvorada


"Que a tua mensagem no fim de 2021 não seja no futuro do pretérito mas, sim, no passado perfeitamente bem realizado!! "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Espero que seja bem assim como disse um 2021 com problemas resolvidos e mais alegrias..!!!"

Jan.Guedes, Porto Alegre


"Que linda tua relação com as botas natalinas penduradas nos pregos. Foi como conversar com minha história, porque nasci num lugar onde se pendurava as botas e se aguardava o que teria dentro no outro dia. Algumas diferenças, mas expectativas nos unem, bem como o afeto que percorre todo o texto. Um abraço natalino tardio."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Que mensagem linda. As lembranças a memória de infância puro encantamento Família é tudo e a continuação uma benção divina.Grande abraço natalino.💕"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Adorei o Branquitude. 👏👏👏👏👏"

Fabrício, Porto Alegre


"Amiga este texto fechou com chave de ouro este ano tão difícil. Obrigada por fazer parte da minha vida."

Greti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Belíssimo e comovente."

Vinicius T. Galeazzi, Porto Alegre


"Querida amiga, senti-me abraçada e compreendida. Tuas palavras tocam a alma de quem está vivendo hoje tudo o colocaste no texto. Foi um lindo presente de Natal. Obrigada. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Dizer que amei o texto é lugar comum, mas este teve algo especial, a nossa realidade, com a clareza e intelectualidade de sempre vivi cada momento me senti a amiga secreta. "

Greti Maria Monteir Alves, Porto Alegre


"Li o texto despreocupada, gostando e me enxergando em uma outra situação de mentira. E em seguida vem a arrematada final. Tudo foi escrito para embasar tua conclusão. Sim, a nossa situação trágica. Tens razão, está mentira não dá pra engolir. Estou contigo."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Mais uma de tuas melhores crônicas. Pura verdade. PARABÉNS "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"A mentira é estrutural, ouvi certa vez. Não sei se concordo, mas que é necessária, é. Só que em certas circunstâncias, é certificado de ignorância, como estamos assistindo hoje em nosso triste país. Muito boa tua análise. Bravo!"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Nem cheguei a um terço do livro e já sinto o que expressas neste teu texto. Tua conexão com história destes trabalhadores nos aproxima de uma realidade que está cada vez mais insuportável. Me emocionei, como estou me emocionando com o livro."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Esta e3 a terceira crônica que tento responder, não sei se vou conseguir.Esta cronica é de uma verdade absoluta, porém nao acredito mais em mudanças. O texto está maravilhoso, mas o ser humano está cada vez pior. Muitas geracoes"

Leonor Berg Fuhro, Pelotas


"Como admiro tua maneira de enfrentar a vida. És unic"

Leonor, Pelotas


"Parabéns Avelina! Que resenha! Tuas palavras não deixam dúvidas. Ler este José é necessário para que se possa enxergar com clareza os supridores invisíveis que estão ali, ao nosso lado. "

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Verdadeiro retrato de geração. Tu és muitas, Avelina! Salve! Abraços de fã Rubem"

Rubem Penz, Viamão


"Teu texto fará eco em cada mulher que presta atenção em si. Na tua trajetória acabei revendo histórias que foram também minhas. Foi bom começar o domingo assim."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Comida e afeto se abraçam na saudade! Uma vivência familiar cheia de amorosidade que me encanta, principalmente pela forma como é expressada. Parabéns Ave! A filha seguindo os passos da mãe, encantadora de emoções. Abraços"

Selma, Porto Alegre


"Parabéns! Texto com extrema lucidez"

Ana Beatriz Sanchotene Quintela, Poa


"Escolhi Florianopolis sou o meu centro. Não há egoísmo nisso. Se me olho e me cuido, libero meus filhos para que vivam suas vidas, sem culpa, e encontro todos os dias motivos para levantar da cama e traçar meu dia conforme minhas vontades, neste lugar junto a natureza que leva meu espírito pra paz que sempre quis e batalhei para construir. Me sinto recompensada"

Claudia Petry, Forianopolis


"Ótimo texto, já irei pensar na lista de desejos específicos e me atentar as tradições rsrs Que venha 2021 😉"

Kerols Uszacki , Porto Alegre


"Falando pessoalmente, não lembro da Iracema... Lembro muito da China e da Arabela... Talvez Iracema fosse do contexto da tua outra avó... Essa possibilidade mostra como os contextos variavam pouco. Comentário à crônica: Exatamente. "

Maria Elizabeth Gastal Fassa, Porto Alegre


"Maria Avelina, sou amiga da tua prima Maria Helena e ela passou no nosso grupo o teu site. Estou lendo, aos poucos ,os teus contos e gostando muito. Foste muito clara e didática no”Branquitude” o que muito me agradou. No segundo, no “Mini conto”, fui surpreendida pela agilidade e criatividade! Muito bom!!!"

Isabel V. Loss, Porto Alegre


"Que texto magnífico, obrigado por dividir conosco."

lea suzana scheinkman, rio de janeiro


"Profundo depoimento e corajosa reflexão sobre tua relação de ser branca e no lugar de poder sobre o negro. Várias das passagens de tua história, talvez a maioria, podem servir a qualquer pessoa branca que deseje pensar como vive a questão do racismo. Tua sinceridade e lucidez são um farol para o caminho da sinceridade consigo mesmo e com os outros. Parabéns, Avelina. Me emocionei. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"A estrutura do tecido social é racista. Vamos desconstruindo esta estrutura de centenas de anos, reparando erros, mas, na verdade, o "ser" anti-racista é um despir-se diário das práticas racistas naturalizadas que vivenciamos desde que nascemos. "

Sandra Silva, Porto Alegre


"Admiro teu modo de escrever, ele ressoa em mim, ou sussurra, ou faz eco. E gosto muito também do teu processo que é diferente do meu. Enfim, gosto de te ler. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Que maravilha concordo ...liberte-se totalmente precisamos apenas do suficiente que não nos faça escravas de nós mesmas. Parabéns.✊🏾"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Mais uma vez , como sempre, adorei teu texto. Fiquei feliz por ver que quebrastes tuas amarras. Adorei ."

Leonor, Pelotas


"Também vivi muito tempo sem admitir minhas vontades e desejos, estou aprendendo a reconhecê-los. "

Janice , POA


"Amei passear contigo neste texto que falou comigo como acredito que fale com todos os que o leem. Os sentimentos que transmites são de alguém muito sensível e com jeito gracioso de narrar."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Apesar de conhecê-lo, li o conto com gosto. Parabéns"

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Curto e fatal. A sensibilidade em captar a submissão, a revolta e, por fim, a vingança silenciosa é demais de bom. Palavras precisas, nem uma vírgula a mais, pra quê? Excelente!👏🏻👏🏻"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Que texto mais querido! Descreve ou reflete sensações, sentimentos, reflexões, "insights", digamos... familiares! E com que leveza as palavras vêm pra fora expressando coisas sérias, pesadas, intensas. Acho que porque, finalmente, foram libertadas! Mais um texto delicioso de se ler!!!"

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Inha, chorei de rir com a tua caça ao controle!!!! Kkkk🤣🤣"

Janice, porto alegre


"Muito bom!!!!!"

Mari Machado , Porto Alegre


"Excelente!"

Maria Elizabeth Gastal Fassa, Porto Alegre


"Não te conhecia, mas este texto que li hoje me fez tua admiradora. Parabéns pela narrativa e, principalmente, pelo ser humano que demonstraste ser!!! "

Maria Alice Macedo Boaz, Porto Alegre


"Sempre tratando de um tema importante. Olhar a diversidade a partir da visão geracional ajuda a mostrar como mudamos ao longo da história. Corro contigo para acompanhar."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Bravo! - escrevo aqui, evoluidamente, na tela."

Rubem Penz, Porto Alegre


"Como sempre, Ave, muito certeira e direta, diria até ácida, nas tuas crônicas. Venci lê-las todas. Sim, há muito que correr para acompanhar as mudanças que os novos tempos nos exigem, seja em matéria de tecnologia, seja em termos de comportamento. Se formos considerar o tanto que involuímos, então... Que possamos aprender com as crianças. Beijos"

Sandra De Almeida S, Porto Alegre


"Em sintonia com teus pensamentos. Sigamos juntas e um dia possamos nos abraçar e festejar."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Que mensagem linda e preta, axé então pra ti, que tuas Palavras reverberem nos trazendo a esperança tão esquecida transformada em lixo humano descartável nas ruas dessa Porto não Alegre. Um abraço ."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Cantarolar e sonhar. E votar com determinação. Teu sonho é meu e de todas nós. Também sonho em mudar o mundo a partir do meu entorno. Inspiradora tua crônica. Vetor de força pra enfrentar este tempo tão tão complicado. Tomara que consigamos mudar, transformando sonhos em realidade! Tua escrita nos inspira! Nunca pares de escrever! "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Bravo!"

Rubem Penz, Porto Alegre


"Excelentes crônicas: Passo de tartaruga e esta última que vou copiar lá para o meu face, que é o lugar onde trato de política. Já pensaste como tua mae ia estar orgulhosa do teu sucesso como escritora??!! Teu pai tb.., tio Paulo, a Gastalada toda. Beijo prima."

Maria Elizabeth Gastal Fassa, Porto Alegre


"Excelente texto. Parabéns. "

José Augusto Bravo, Rio de Janeiro


"Ecos e Sussurros chegou até mim em um momento ímpar da minha vida..... e abordando a realidade de cada uma das mulheres que se expressam nas “Avelinas” me fizeram rir, chorar e até soluçar!!! Super recomendo!!!"

Roberta Morawski de Souza, Cruz Alta


"Avelina, amo Nós e já curto muito Ecos e Sussurros. A história aquela da pia... que primor! Faz sentir toda a intensidade e angústia e desalento e mil-outras-coisas. Assim como em todas as histórias, sensações e sentimentos complexos estão ali, captados na sua complexidade e apresentados com a simplicidade que atesta o trabalho multi talentoso. ;-)"

Aline Vieira Malanovicz, Porto Alegre


"Teus amigos te acompanharam na viagem, um merecido tempo de proximidade e afetos. Quanto às notícias, tens razão sobre as nossas possibilidades de andarmos para a frente ou não. Espero que seja a primeira opção. Acabei de escrever algo a respeito. Foi bom te seguir. Obrigada."

maria rosa fontebasso, Porto Alegre


"Ainda estás em boa forma física, boa idade; apesar do joelho esquerdo um pouco estropiado, ainda dá para correr para pegar o elevador... Este formulário tb não é muito amigável... queria colocar “indefinida” para cidade, não aceitou... Gostei da crônica!"

Maria Elizabeth Gastal Fassa, Palhoça


"A poesia esteve ao longo deste teu texto, mesmo nas passagens tristes. Fizeste uma bela descrição das variações do vento em nosso estado, foi muito bom ler e reconhecer sensações."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Foi muito gostoso conhecer teu lado engraçado. O texto trata com leveza e graça de situação que cada um de nós enfrentou de alguma forma. Muito bom."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Ventania. Tua melhor crônica pra mim. O texto que me levou aos campos do meu tio nas entranhas riograndenses. Melancólicos ventos. Os das saudades, os dos retornos, os do nunca mais. Adorei. Primorosa crônica sobre um dos simbolos da nossa terra. O vento da melancolia. Bravo! "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Em Alegrete tinha uma família que era conhecida por dar tiros no vento. Para ver que sentimentos ele causa. Daria um nome ao vento: estranho, como os americanos chamam o que chega."

jose contino lisboa, porto alegre


"Ave, jamais pensara na origem do jogo de peteca; tampouco, que ele serviria até para os competidores se aquecerem! Refletir sobre a brincadeira me remeteu à infância, mas, rapidinho lembraste o quanto, de modo figurado, a praticamos no dia-a-dia vida afora. E reflexão foi crescendo... se aprofundando... circulando nas mais variadas dimensões... de eu ao mundo, da alegria à introspecção, às inúmeras formas de luto... Rodopiou e caiu na Praça, na Feira, naquele espaço mágico que, por alguns dias, nos reúne na primavera, quando abriga tesouros vindos das mais diversas origens, cujas apreciações nos ajudarão a revigorar-nos para que não deixemos a peteca cair! Assim sendo, comunguemos do agradecimento que registraste. O bem que se troca mutuamente, é impossível de ser mensurado! "

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Querida Avelina!! Transformastes a antiga brincadeira na "Alegoria da Peteca"!!! Isso é uma maravilha, além de escritora, filósofa!!! Platão que se cuide. Amei Avelina!!! "

Maria Cristina Cassol da Cunha, Porto Alegre


"Paciência, Vai ser como der pra ser. Por enquanto tem sem assim , o q ñ podemos é deixar a peteca cair."

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Que lindo depoimento de tua historia com teu pai. Não temas a perda desta historia pois ela esta em tuas memorias e no teu coração e, agora, na tua escrita em um documento regado de emoções. Beijo para ti."

Angela Bein Piccoli , Porto Alegre


"Essa quarentena deixa a todos meio insanos. Confesso que o pó me venceu, mas vai ter volta. Adoro teu trato com as palavras, humor ferino e depois leveza, texto tipo morde /assopra. Essa ideia das cuecas... rindo muito aqui. Brilhante. Adorei. "

Ana Teixeira, Estância Velha


"Muito bom e divertido! Acho que os advogados praticando o realismo fantástico, entrando bonito na distopia! Tempos difíceis! "

NARA ACCORSI , Porto Alegre


"Parabéns Avelina. Show de texto."

Luis Alberto I. Estima, Florianopolis


"Nossa, Inha .....👏👏👏👏👏 texto simplesmente delicioso....aquele que todos querem escrever mas não possuem "a veia"...e claro que temperado pelas tuas lembranças pessoais...que quase são as mesmas minhas pela época vivida e com exceção do "pessoais...maravilhosa viagem no tempo sem nada a tirar ou acrescentar... Parabéns pela inspiração...😘"

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"Que lindo, Avelina. Uma história que poderia ser um romance. Um texto cheio de vida onde as perdas são inevitáveis, mas mostra quantas alegrias viveste. Faz parte da história de Porto Alegre. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"E eu, toda a vida, "achando que gostava de cinema". Agora entendi o verdadeiro significado disso. Essas memórias permanecerão eternamente!"

Karina, Pelotas


"Como sempre, fiquei imersa lendo. Amei! "

Ale,


"Olá, Muito boa tua história. Me lembrou um pouco da minha infância. Sou neto do Luís Gastal. E meu avô também foi gerente de um cinema em Pelotas. O Cine Rei. Nós morávamos em Rio Grande e nos finais de semana que íamos a Pelotas visitar os parentes, meu avô me levava na matinê dos sábado à tarde. Era um programa super aguardado na semana. Realmente a atmosfera do cinema é insubstituível. A imagem gigante, o som altíssimo te dão a sensação de estar dentro do filme. Muito bom ler teu texto! Parabéns!"

Edmundo Gastal, Brasília DF


"Oi, Inha.....só me ocorrem palmas para ti....numa linguagem simples externaste a angústia que assola a todos...de um jeito ou de outro, cada um a sua moda, vamos forçosamente flexibilizando nossa quarentena..mas com ressalvas..acho q a coisa se encaminha para isso! Continua com a "veia ".......contos sempre muito bons... Grande abraço "

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"Saudades! "

Ale,


"Obrigada por expressar tão bem as emoções que, penso eu, estamos todos sentindo. As redes sociais parecem, num primeiro momento, nos aproximar de muitas pessoas, mas, na verdade, nada substitui o calor da presença física. Saudades de um bom abraço!"

Ilone, Porto Alegre


"Teu texto falou para minha incapacidade de festejar este dia. Fui professora a vida inteira e tuas palavras são certeiras. Infelizmente."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Foi um presente ler teu texto, obrigada!! Tenho 75 anos, e me senti presente em cada linha. A vida vale ser vivida, sempre! Vamos colocar para fora a “ jovem que dança “ dentro de nós!!!"

Conceição Carolina Santos Thompsen, Porto Alegre


"Ótimo texto, como sempre! Sabe que lendo o teu texto, pensei... exatamente isso que sempre pensei em relação aos professores. Nunca soube expressar com tanta clareza com tu, é claro.😅Admiração pelos corajosos professores. Admiração pelo teu talento 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻. Obrigada pelas maravilhas que nos escreve e nos conta ❤️"

Michelle Olsen, Porto Alegre


"Boa tarde, Maria Avelina!!! Que texto maravilhoso!!! Me identifiquei em cada palavra, cada frase, cada parágrafo. Gratidão por dividir, ou melhor, multiplicar tamanha sabedoria. Que Deus te abençoe."

Jussara Dias, Porto Alegre


"Com 15 anos mais, compartilho teus sentimentos. A gente tem que viver de verdade enquanto está vivo!"

Maria Elizabeth Gastal Fassa,


"Não posso dizer que me surpreendi, pois sei de tua capacidade para escritora. Digo,porém, que este texto é belíssimo e que tens muitos anos para prosseguirem nesta jornada tão bem idealizada e gozada.p"

Leonor, Pelotas


"Perfeita essa Vade Retro. Em nome da fé e da religião quantos embustes são perpetrados. Os traços das vendas das indulgências pra ganhar o perdão divino e conquistar lugar no céu ainda permanecem. Os bispos se enchiam de dinheiro e os incautos, de esperanças. Hoje... não parece ter mudado muito. Dizes isso com muito brilho. PARABÉNS "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Muito oportuna tua reflexão. Como disseste, nada mais destrutivo que invocar o além e explorar o que está próximo. Proliferam seitas que se aproveitam da fragilidade humana em proveito próprio. Tudo em nome de Deus."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Quanta irreverência bem escrita!!! Adorei o texto! Me fez lembrar das sensações que me invadiam ao ler Graciliano Ramos... seus ditos... as figuras de linguagem que usava... a intimidade , o domínio com o vocabulário, expressões próprias de um dado espaço, de uma cultura próxima, mas diversa... Interessante, gostosas as reações que explodem corpo afora em decorrência da leitura... os olhos que correm ávidos pelas palavras seguintes, pelas ideias que vão-se descortinando, riso incontido provocado pelo palavreado autêntico, beirando o atrevido... E aquele prazeroso sentimento de "quero mais", de "não acabe, não termine, texto!""

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Me fez pensar sobre o que guardar e o que jogar fora. Seleção que se faz é reveladora mesmo. Que lindas imagens construíste. Ainda não terminei de conversar com teu texto. Quem sabe vou te escrever?"

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"O Enigma evidencia a tua costumeira maestria em criar crochês com as palavras. Me fez pensar que guardamos objetos na esperança de ancorar o barco veloz do tempo. As chaves guardadas na caixa bem medida, creio que só uma criança vai descobrir o que abrem. "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Como tudo que escreves, texto precioso. Como tu, mas talvez mais exagerada, guardo lembranças de sobrinhos, sobrinhos netos,afilhados,amigos e.....chaves."

Leonor Fuhro,


"Ai que graça AVE. Adorei...... Que sabiá sem auto estima. Será que uma terapia resolve? Kkkkkkk"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Beleza de texto, Avelina! Parabéns! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Querida Avelina!!! Quanto mais te leio, mais me encanto!!! Que escritora maravilhosa vais construindo dia a dia. Amei este texto!!! Escreva mais e mais e mais... Grande beijo!!!!"

Maria Cristina Cassol, Porto Alegre


"Um soco no peito........ Verdadeiro....... Mais uma X adivinhas meus sentimentos........ Muito bom como sempre."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, Porto alegre


"Muuuuiiiiito lindo! Parabéns. "

Jane Maria Ulbrich, Porto Alegre


"Nossa amiga mais um texto muito especial, tua sensibilidade e escrita perfeita se aprimoram a cada um deles. Sim a natureza nos ensina sempre e resiste a tudo, que o perfume, o encanto das flores e o clarear dos dias ao canto dos pássaros nos anime a seguir com esperanças renovadas. Muitas saudades bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Texto muito bem elaborado, baseado na pura verdade! Parabéns!"

Carlos Kerber, Parobé/RS


"Querida Avelina, muito comovente teu texto. Um texto necessário, uma reflexão imprescindível. Beijo"

catia castilho simon, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


"Avelina querida! Gostei muito do desafio que abraçaste ao promover interação conosco, teus interlocutores, por meio do uso de aforismos com "lágrima". Trabalho criativo, rico, divertido, informativo, provocador de reflexões, tanto em relação aos diversos sentidos quanto ao uso da palavra quanto ao tipo textual incomum! Aprendi muito com ele! Contigo!"

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Assunto "espinhoso este do "Dia do Gordo". Certamente tuas reflexões sensíveis e honestas encontrarão eco entre alguns ou vários dos teus leitores. Ocorreu comigo! Ah, o efeito sanfona! Não é fácil enfrentar o problema dada a possibilidade de suas diversas causas, o que requer, se possível, tratamento multidisciplinar, conscientização, desejo de emagrecer, preparação psicológica e emocional para tanto, disposição às mudanças no estilo de vida (alimentação cuidada, movimentação adequada do corpo, etc.), trabalho na manutenção do peso eliminado... Força de vontade, autoconhecimento, autocompreensão, autoconfiança, foco, conseguir não se autossabotar são imprescindíveis! Sentir-se e saber-se saudável, bem, satisfeito/a consigo mesmo/a, todavia, concordo, é primordial, o que mais importa! Ensejaste preciosa reflexões e inspiração!!! "

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Comungo das constatações e desejos: "Entre nós, sobreviventes à pandemia, a maior perda está na distância de nossos afetos. ... Também "Quero de volta o essencial. Ele tem rostos e nomes. Pelo resto ( igualmente, sem dúvida) posso esperar!" "

Marilene Scalabrin Rodrigues, PoA


"Acabei de reler teu texto, é a primeira menção à lágrima,Para mim é a mais linda e verdadeira."

Leonor, Pelotas


"Gostei porém a lágrima salgada é a mais triste. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Que lindo reencontro! Estive contigo e participando junto com tuas palavras que fiz minhas, porque me fizeram reviver experiência semelhante. Me fez muito bem começar o dia com teu texto. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Imagino a emoção desse momento!! É um texto pra tua neta ler quando tiver netos ou netas. Então grave-o em bronze! 🙂"

Dante Antunes, Porto Alegre - RS


"Ave, que lindo momento! Momento de muita emoção e conseguiste transmitir cada minuto de carinho e amor trocado depois de tanta ausência. Que venham mais e mais momentos como este! Me emocionei!👏🏻🥰"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Pode ser que seja cruel, mas não tem mais nada a ver contigo. Já está em tempo de arriscar branco, cintura alta, saia xadrez e qualquer outra coisa que tu queira. Alias, poderia ate gorda - mas agora que ta arrasando nem se fala. 🥰"

Alessandra ,


"Como servidora pública aposentada que sou, não poderia deixar de me manifestar diante de tua brilhante crônica O abate do bode. Quantos engodos são praticados debaixo da capa dessas malditas reformas administrativas! O servidor é penalizado pelo desgoverno, crucificado perante a opinião pública como sendo o causador de grandes despesas desnecessárias. Sabemos todos que malfeitos há, e muitos, mas no clichê tão conhecido, os bons pagam pelos atos dos maus. A legislação já contempla meios de punição a quem é transgressor, tanto na legislação estatutária quanto na ordinária, bastando aplicá-las como deveria ser. Mas não fazem uso do que já existe e é suficiente para manter o bom trabalho: assim, mudam leis, retiram direitos, terminam com a estabilidade sem contrapartida, pois não dispomos de FGTS, entre outras barbaridades. A legislação trabalhista é modificada, e sempre em desfavor dos hipossuficientes. Há barbáries enrustidas nas entrelinhas sendo cometidas e todos os que só veem os "bodes", aplaudem, ou por cegos ou por beneficiados. Até quando? És uma voz corajosa no meio do caos. Quando leio um texto assim como esse teu, vejo que ainda podemos ter esperanças porque não estamos sós. PARABÉNS. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Assino em baixo! Merecia ser publicada em jornal, pois também é muito didática, ao explicar a diferença entre Governo e Estado."

Janice,


"Ave, que título! Já diz a que veio o texto. E lá vai ele escancarando perdas, medos, angústias, mudanças abruptas ou nem tanto, mas em quase tudo. O perigo que parece estar em qualquer lado, o tempo todo em meio ao caos, desmandos, incoerência e irresponsabilidade. As possibilidades de fuga do contexto, da incerteza, de ficar consigo mesmo ou com o outro só para usá-lo ou por total desamor por si próprio. Mas, ainda assim, com comida, abrigo, saúde, distrações... Contudo, historicamente anterior, tanto ou mais avassaladora do que a pandemia que tem-nos embretado, emerge da invisibilidade... perene, a massa esmagadora de desvalidos que ainda não descobriu sua própria força. Mais um texto incitante, inquietante... Urge que sejamos capazes de construir alguma esperança, um tantinho de otimismo, de utopia. Do contrário... do coma, afundaremos irreversivelmente. "

Mari, PoA


"Avelina! Que texto criativo! Sim, vamos aproveitar o momento para recordarmos o que vivemos de bom na infância, enquanto aguardamos o fim da pandemia! 👏🏼"

Sandra Maria de Jesus Reis, Santo Antônio da Patrulha


"Ai, amiga. Que linda essa imagem! A construção das bolinhas de sabão combatedoras do vírus! Vou comecar a fazer meu arsenal de combate! Baita ideia! 👏👏👏👏 Muito boa e inspiradora essa crônica! Amei! "

Ana Teixeira, Estância Velha


"Tocaste com indignação e sensibilidade numa questão seminal para abrir possibilidades de novas formas de nos relacionarmos. Ler teu texto me deu a sensação de dizer: basta!"

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Trazes experiências cotidianas que dizem sempre alguma coisa a quem presta atenção ao redor. Fica uma solta e gostosa. Muito bom."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Frases em coma! Que belo achado literário é esta frase! Por coincidência, li o teu texto logo depois que desci para atender uma pessoa que veio me pedir um pouco de "mistura" para completar o prato de arroz e feijão que ganhou de algum outro vizinho. É como você destaca no texto, o isolamento social sempre existiu para os menos favorecidos, infelizmente."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Essa enlouquecedora pandemia deixa a todos, realmente, quase náufragos agarrados a um wilson, como tão bem colocas no texto. Os invisíveis, no entanto, pela desastrada sociedade que criamos em toda parte, naufragam ainda mais fundo, desprotegidos, sem misericórdia. Muito realista o teu texto, muito bem escrito. Parabéns. A vida é que é inverossímil."

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Rico texto! Parte do uso que se vê nos dias atuais, corriqueiramente, do verbo amar, alternando-se, às vezes, sem muito pensar, com o gostar. Provoca reflexão, a quem se permite, sobre amor embalado, pasteurizado... Sugere esboço de definição, o que leva o leitor ao exercício de sua própria complementação... Não são poupadas alternativas de caracterização do amor... Boa oportunidade de auto-avaliação da capacidade de cada um amar seus amados em suas peculiaridades... Enfim, mais um texto instigante... elaborado com cuidado... prova de amor ao leitor!!! "

Mari, PoA


"Até fiquei pensando que o intruso é aquele ou aquilo que nos leva a sair da zona do conforto! Quanto ao mindinho, nada de opções radicais, ele só tá cumprindo sua sagrada missão de radar ao nível do chão 🙂"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Magnífico Vivemos rodeadas de intrusos e somos ao mesmo tempo intrusos de nós mesmas .."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Tenho certeza que não és contista de um conto só ( Nós), excelente por sinal. Achei ótimo o das " Negas"."

Paulo Faria Santos, Pelotas


"Disse muito Avelina! Eles ainda têm a coragem e a cara de pau de dizer que até agora este governo não teve nenhuma corrupção!!???"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"É uma questão bem delicada e não se pode fugir a responsabilidade. Formação léxica sim, temos inumeráveis problemas desta ordem, mas acho que chegou o tempo de dar um basta e tentar reparar o estrago. Acho que tua reflexão é um bom começo para muitos! "

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Eu sempre gosto, mas esse pegou na veia. "

Cristiano, Porto Alegre


"Em oito anos o que restará de um país que sucumbe sob o descomando de um energúmeno é uma resposta que não temos. A história costuma se repetir, com graua variáveis de maior ou menor insanidade. O que me apavora é ainda estarmos no começo de algo muito maior e muito mais devastador do que possamos imaginar. Tua crônica , com muita agudeza, nos faz refletir sobre o desconhecido terror que nos envolve. A pior sensação que tenho é essa de que falas: muitos apoiam a barbárie. "

Ana Maria Teixeira, Estância Velha


"Um passo atrás, que estamos perdendo décadas de conquistas suadas. Mas sem aliança com outros demônios."

Sandra Silva, Porto Alegre


"ele vai ser reeleito, porque aprendeu a lição dos populistas que o precederam. Após a reeleição, transformará o cargo em um balcão de negócios. Já dispõe para isso, dos políticos do centrão "

José Contino Lisboa , Porto Alegre


"Obrigada por revelar de forma tão autêntica a intimidade de vocês. Casa e Avelina! 😘"

Maria das Graças Azevedo de Gusmão, Porto Alegre


"Me senti , me enxerguei, me respirei em cada palavra! “ suportar a ausência em nome da vida”... e os cupins!! visitas nunca antes tão insistentes, parece que sabem que estamos ali o dia todo para escorregar neles.. nojo! A parte de trocar as cores, o sol.. Tudo! Gostei muito!"

Ana Petrilli, Porto Alegre


"Ai... Estamos mesmo morando mais em nós do que em nossas casas. Tua crônica me fez pensar no nosso grupo, que se encontrava, pós aulas, sob tua inigualável hospitalidade e bateu uma falta, veio um vazio e me deu uma imensa saudade de mim em outro tempo e de nós quando podíamos nos encontrar. Não conto o tempo em horas. Sou o cronômetro, acordada e dormindo. Quanto custa passar essa saudade! Brilhante, essa tua crônica, uma joia que descreve a saudade que nos atravessa. PARABÉNS. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Como sempre, traduzindo sentimentos. Espero que possamos estar juntas em breve - na tua aqui e na minha. "

Alessandra Gastal,


"Me identifiquei muito. Bjs"

Evani,


"Muito bom Avelina! Como sempre tua escrita fala as coisas que a gente sente! Tomara que dê pra encher a casa em breve! "

Henriqueta,


"Foi muito bom o puxão para refletir sobre nosso automatismo em classificar sentimentos com as ferramentas à disposição. Ainda mais neste tempo de isolamento. Valeu, como sempre."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"Profundo e reflexivo. "

Leila , Alvorada


"Lindo, amor multifacetado!"

Daniela Vilas Bôas, Pelotas


"Nossa amiga que texto especial, te superas em cada um que escreves, mas este sem dúvida é a mais completa busca da definição de amor ."

Gréti Alves, POA


"Querida Avelina! Teus textos são maravilhosos, este que acabei de ler... poe reflexão!!!"

Maria de Lourdes Cecchele, Porto Alegre


"Escrevi quase uma carta e, de repente, não sei o que fiz, sumiu. Na impossibilidade de reproduzir, digo que me diverti. Valeu, Avelina."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Parabéns! O texto retrata de uma forma " quase minha" kkk ou nossa, o caos do mundo e o mundo em nós! Adorei!"

Dio,


"Morri de rir. É sério mesmo, mas tenho a sensação de móveis demais. Kkkk Amei!"

Mariângela machado, Poa/rs


"Estou rindo até agora. Com.relação ao box do banheiro e quanto às vidraças, sofro igual a ti.teu texto está fantástico. "

Leonor, Pelotas


"Gostei do desabafo,realmente tanto tempo em casa nos leva a pensar q os fabricantes deveriam ser mais originais nas realizações de seus projetos, tipo colocar um acessório mais fino junto ao aspirador de pó, o qual seria usado nos trilhos das janelas facilitando a remoção da poeira. Mas vidros removíveis? Ñ concordo, imagino vários vidros sendo removidos e de repente uma chuva desabando, seria um caos. Penso q no caso dos rejunte ñ seria mais fácil rejuntar novamente? Mas apesar dos problemas encontrados ainda temos q ver agradecer pelo tempo firme, por poder limpar nossa casa com esse sol maravilhoso invadindo todas janelas , portas ,etc. Pior seria se estivéssemos debaixo de chuva, frio, vento, nem as janelas poderiam ser abertas e teríamos que estar enroladas nos cobertores escondidas do frio, seria mto pior. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


""Haverá um fim próximo?" Pergunta forte, de duplo sentido, para fechar uma crônica cortante, que desassossega. (como tem "s" esta palavra!)"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Crônica escrita no fio da faca. Como os tempos que vivemos, com esse excesso de realidade superando a ficção. "

Ana Maria Perez da Silveira, Estância Velha


"insisto em ter esperança, por teimosia, medo, mas espero que coisas melhores hão de chegar."

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Adorei!! Párabens belo texto!!"

Marisete, Alvorada


"Retratas a vida da maioria das pessoas com o auxílio de listas. Nem sempre nos lembramos delas, mas nos acompanham, tens toda a razão. Eu me enxerguei num bom número delas. E isto me fez conversar com meu modo de vida. Esta é uma das qualidades de dos teus escritos. Conversamos com eles. É muito bom."

Maria Rosa Fontebasso, Porto Alegre


"É um benção ser pai!! "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


""O desafio é encontrar maneiras para não nos deixar vencer." Tentando, mas já perdendo as estribeiras, quase a ponto de ligar aquela tecla, sabe, a do f... "

Sandra, porto alegre


"Ave querida, que texto precioso em inúmeros sentidos! Tenho certeza de que muitos, se não todos que o lerem, comungarão dos sentimentos ali expostos com realismo, empatia, poesia. Escrita clara, objetiva, figuras de linguagem bem construídas e empregadas! Teu texto simplesmente nos irmana, a meu ver, em todas as instâncias! Excelente leitura!!! "

Mari, PoA


"Retrato poético destes tempos nunca vividos!"

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Vdd. Texto de pura realidade definido em duas palavras " não e estar " . NÃO podemos relaxar e precisamos sempre ESTAR atentos a tudo e a todos principalmente àqueles q se aproximam de nós. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Teu mais belo texto de todos os belos textos que já escreveste. Lírico, triste, verdadeiro. Não encontro outras palavras para descrevê-lo. PARABÉNS. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Essa rotina Cada uma vivendo do seu jeito e tidas com a ânsia de um dia ver ao menos uma esperança SQN. Um abraço e força e fé "

Fátima Farias, Porto Alegre


"O cansaço da rotina é uma realidade. Uma rotina que carrega o peso de ser rotina; que marca o tempo através de compromissos criados para ver o tempo passar. Mas é preciso resistir! Difícil, mas tamojunto! Bjos."

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Sou parceira pra viajar....sabes que amo teis textos."

Jeanne Silveira, Porto Alegre


"S E N S A C I O N A L."

Alice,


"Li os tres últimos textos. Admiráveis, é espantoso como consegues escrever tanto e com maestria neste tempo tão sombrio. PARABÉNS! Uma cronista de primeira linha! Realmente, a pandemia é um tempo de descobertas. Na exiguidade das nossas casas, isoladas, reinventamos o nosso modo de viver. O teu, de forma um tanto cômica às vezes, mas sempre de forma profunda, nos dá muuuuito alento. Obrigada. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Avelina, a distância é medida pelo nosso quer e o sentimento que temos em relação ao objeto de desejo. Muito bem Colocado! Bjs"

Vera , Porto Alegre


"Eu te falei, o isolamento está te fazendo uma cronista de mão cheia. As teciduras do texto nos fazem te acompanhar centímetro à centímetro, usando tua analogia. Raramente vi a distância ser dimensionada nas formas que aqui foram expressas, com muita originalidade. Bravo! Super fã!!!👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼🙌🏼🙌🏼🙌🏼😘😘"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"A relatividade da distância!"

Dante Antunes, Porto Alegre - RS


"Bonito e gostoso ver como enxergas detalhes do cotidiano. E as relações com os sentimentos que nos acompanham. Novas formas para levar adiante este difícil período. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Amiga maravilhoso sem dúvida já dá para dizer que estás cada vez melhor. "

Gréti Maria, Porto Alegre


"É vírus o DLA? Porque estou com alguns dos sintomas. Pronta pra gozar orgias literárias ou traçar prateleiras de cabo a rabo. "

Sandra Silva, Porto Alegre


"Adorei o DLA! Tu é o máximo! Grande beijo!"

Paulo Olsen, Porto Alegre


"Que poderoso texto! A realidade é esta! Pelo menos eu tenho mais livros do que conseguirei ler, ainda que dure mais 40 anos, o que é quase impossível; perco noites, raivosa por ter perdido livros que emprestei pra não sei mais quem, lamen to durante dias os livros devolvidos todos rasurados e... sinto a impotência da impossibilidade de leitura de tudo o que quero ler. Um alento, teu texto. Faço parte de um grande grupo de torturados pela impossibilidade da leitura e pelas decorrências das partilhas desastrosas. ! Adorei ler sobre isto, com a maestria de uma grande cronista e contista! PARABÉNS, Avelina."

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Sorrindo...me enquadro sem dúvida....no teu texto inha. Vou ler mais....claro, além da curiosidade DLA. Forte abraço, Inha beijo."

Nilton brum, Balneário Camboriú (SC)


"Estou começando a ficar raivosa hehehe. Percebi no diagnóstico do Dentista..... Me mandou fazer placa de silicone p dormir. Nunca rangi dentes na vida nem acordardada nem dormindo. Na realidade... agora....acordada sinto vontade de morder alguns muitos imbecis que andam mandando nesses últimos tempos de trevas......e só não o fiz ainda com medo de em vez de Covide 19, morrer envenenada. Cho manada.....das nossas vidas......."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"É isso, Avelina, não estamos bem, mas fazemos força para resistir. Também quero o gado longe de mim."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Eu tenho trocado a expressão "estou bem" por "estou nos conformes". Ou seja, do jeito que é possível estar bem."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"É vdd. Ñ estou bem, estou apreensiva. de uma certa forma só cumprindo ordens ñ faça isso, ñ faça aquilo e ao mesmo tempo uma vontade imensa de sair correndo e encontrar minha liberdade. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Também acho que nada se compara à imersão que vivemos no cinema. A sala escura, o telão enorme, o som transbordante nos transportam para dentro da narrativa, deixamos de ser quem somos para virar personagens de outras histórias. Bjos querida!"

Janice, Poa


"A crônica é ótima porque nos lembra de que a vida é uma ilha de realidade cercada de fantasia por todos os lados "

José Contino Lisboa , Porto Alegre


"Mais uma maravilha desta escritora sensível,que tanto admiro.Neste arrepiei!Aprendi ctgo.amar o telão,pois muito desfrutei da benesse de ser amiga do gerente do cinema.Quanta emoção!A música te invade e tu entra na cena e vira personagem."

Vera,


"Gostei muito do texto, que traduz como me sinto neste momento crítico para a saúde e tão cheio de celeumas políticas. Chega a dar um vazio. Parabéns pela clareza das palavras! Título sugestão: Palavras vestem e despem"

Leila Maria Trein , Guaíba


"Deixa sem título. O texto destrincha com maestria o desgoverno em que vivemos. Com essa elite devastadora e perigosa, apoiada por um despresidente perverso e devastador também, estamos todos sem título. PARABÉNS pelo texto. É o melhor de todos os teus textos que já li. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Embora sem título, teu texto é prenhe de sentidos. Embora declares a dificuldade na escolha das palavras, elas nos chegam como eco de nossas próprias dores. Não tenho um título, mas tenho uma declaração: consegues ser voz de quem sofre com o que está acontecendo no país. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Que tal “Procura-se...” Beijos!!"

Janice, POA


"Teu texto é uma rede de pescar sentidos. Cada frase, linha da rede por si, não captura toda a amplitude do que desejas significar, apenas arranha, risca, segura por um átimo. Não se angustie, olha a mágica que acontece quando estão juntas, entrelaçadas, estas linhas! Pegam jamantas semânticas e cardumes de sensos. Tens maestria ao tecer e lançar estas redes."

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Sem titulo é o melhor titulo, pra mim. Significa o "sem palavras..." , demonstra nossa dificuldade de entender o inexplicável. Bj."

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Tá dificil......"

Jeanne Silveira, Porto alegre


"Mais uma reflexão perfeita amiga, sim somos uma sociedade hipócrita e na desculpa de ter fé vamos acreditando que amanhã tudo vai melhorar, que no final tudo dará certo se não der é porque não chegou ao final, será?"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Acho muito difícil escrever um texto que faça rir. Tu me fizeste rir apesar de tudo o que está acontecendo. Gostei da proposta. Topo."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Só trocaria as etiquetas por livros novinhos!! Maravilhoso 👏👏👏"

Daniela vilas boas, Pelotas


"Gostei muito do texto, principalmente pelo estilo de escrita clara e precisa. Abraços e muito sucesso!"

Leila Maria Trein , Guaíba


"Lagartixa, lençol térmico, cabelos brancos pelo chão, bater de asas no meio da noite, indiferença, miséria, morte. Tudo ganha voz nas tuas crônicas, como forma de não deixar passar batido esse tempo que insistimos em chamar de quarentena (lá se vão cento e tantos dias de delírio). Se ao menos todos tivessem a lembrança de uma tia Nonô como alento... aguardando o livro com as crônicas de quarentena reunidas. Bjos"

Sandra Silva, Porto Alegre


"Boa reflexão para quando o amanhã chegar. Sonho com isto e com uma humanidade mais sensível e fraterna. Sonho. Bjs"

Nara Accorsi, Porto Alegre


"Kkkk... perfeito! Começou devagarinho, elevando a surpresa, depois o suspense até desabar no parágrafo final - prazer em conhecê-lo, Sr. Lençol Térmico!"

Ilone Dreifus, Porto Alegre


"Bom dia, excelente presente. Q vc trnha outras noites tão maravilhosas qto essa . Mas toma cuidado, ñ esqueça ligado. Ou vai doer no bolso. Vdd temos que pensar no futuro porém como fazer isso diante de um momento tão incerto? Temos q ir vivendo, vivendo... em dias iguais, sem nd do amanhã. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Fantástico. Da mesmice ao despertar com sabor de cumplicidade e surpresa. Foi uma gostosura ler teu texto. Um convite a curtir a vida apesar de tudo ou por esse tudo que existe."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"No início fiquei imaginando,me identifiquei muito,fiz inúmeras coisas em minha casa durante a quarentena.Ameiii o final😍 "

Marisete, Alvorada


"Amei Amei Amei. A-do-rei ler. Genial...... Hilario."

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"Muito bom!!!"

José lisboa, Porto Alegre


"Eu te ouvi o tempo todo ao ler as histórias da tia Nonô. Um texto que resgata a amorosidade dela, mas também de outras pessoas que conhecemos. Isto, por tabela. Foi como alcançar um oásis nestes dias secos de isolamento. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"É bem assim. Duvido que alguma mulher que tenha passado dos sessenta não se identifique. Amei."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Até quem nunca conheceu essa figura, se encanta com ela nessas tuas histórias. E sei que é apenas uma parcela mínima de tudo que ela representa pra essa família querida!"

Karina, Pelotas


"Nossa , q pessoa maravilhosa, disposta a se doar inteiramente às crianças, aos parentes. Fazendo o possível para se tornar uma ótima anfitriã para as visitas. Q linda , amei."

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Realmente é unanimidade. A tia Nonô é imbatível e inimitável. Amadíssima...... Paixão. É difícil...... As palavras não conseguem expressar toda a maravilhosa essência dela. "

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"Só quem teve a bênção de contar com uma “tia Nonô” em sua vida pode avaliar a grandeza e o significado delas. Me emocionei, lendo o teu texto, pois me trouxe à lembrança as alegrias que tive, na infância, com a minha “tia Ama”. Obrigada!"

Ilone Dreifus , Porto Alegre


"Essa tia Nonô! Quero uma pra mim! To com inveja mesmo de ti por teres essa pessoa tão divertida e especial na tua vida! Quem não quer uma tia assim? Que beleza de crônica. Adorei!"

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Que lindo... ter todas as idades e delas desfrutar quando se quiser. Lindo texto, emocionante também. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Muito bonito e certeiro, Avelina."

Miguel , Porto Alegre


"Perfeito amiga, tempo perdido é não viver o nosso hoje e viver no sentido da palavra e não contar o tempo. Que bom que com os nossos netos podemos trazer ao hoje com segurança e alegria a vivência do ontem eu também me sinto criança e quero continuar me sentido criança enquanto puder para passar momentos especiais com o meu neto. Obrigada pela reflexão. "

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"A sensibilidade de quem vê o tempo passar com serenidade, alegria e consciência do que deixou pelo caminho. Amei!👏🏻👏🏻❤❤"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Muito lindo . Sempre aprendendo ."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Gostei do teu texto! Vibrante, profundo e ao mesmo tempo suave, repleto de esperança!"

Vera Beatriz Freire Rojas, Porto Alegre


"Aí q lindo, amei."

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Avelina, com este texto resgataste anseios até de quem os tinha encobertos. Doce e amoroso."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Texto gostoso de ler. Parabéns ."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Exatamente. Palavras certas as tuas. E certeiras. O entendimento do que é ser racista é também um corajoso ato em direção ao banimento dessa coisa horrorosa, dessa ferida social que é o ra cismo. Como sempre, mereces admiração de teus já inumeráveis leitores. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Um texto leve pra ajudar a passar por esse tempo que parece fixo . Muito bom, como tudo que escreves. Parabéns! "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Adorei teu corajoso depoimento. Verdadeiro, em algum momento quase todos já agimos assim. O racismo precisa ser banido, para que haja o crescimento de uma sociedade justa. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Muito obrigada. Um abraço, Carmen "

Carmen Fagundes , Leucate


"O texto escrito, para o Eduardo me emocionou e consegui ver um filme da tua gloriosa caminhada."

Índia,


"Quanta habilidade com as ideias, com as palavras, morro com inveja! Parabéns!"

Graça, Porto Alegre


"Ave, linda! Baixei a cabeça, em reflexão, com teu texto. "

Renata, Porto Alegre


"Verdade! Estamos paralisados frente à barbarie. Não se pode admitir racismo, nem fascismo. "

Mariângela , Poa


"O Racismo é a estrutura que sustenta o país. Sem Racismo ? Alguém imaginou como seria ? Eu Mulher Negra sim imagino e me arrisco a sonhar com um mundo menos Cruel. Mas só eu sonhar não basta, precisaria a branquitude compreender o quanto todos sofrem e enfraquecem com tantas barbáries. Estamos hoje chorando a morte do menino de cinco anos que despencou do nono andar enquanto sua mãe a empregada da família passeava com o cachorro, quer dizer nem vivemos o luto de João Pedro e lá se foi mais um dia nossos e deixando explicado que essas são as notícias que recebemos nas redes e mídia o que acontece atrás dos bastidores é outro assunto. O Branco precisava em primeiro lugar admitir que é racista e pedir ajuda para tratar essa doença que mata a cada vinte minutos um de nós. Desculpe o desabafo mas estamos em um luto que dura mais de três séculos, e nada é feito para mudar. "

Fátima Farias, Porto Alegre


"Amiga querida! Sinto muito a tua perda, não sabia que a tia Regina tinha partido. Gostaria de poder te abraçar neste momento. Estou contigo no coração. Esta pandemia está nos privando de coisas essenciais. Muito triste. Te amo."

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Que lindo texto Maria Avelina! Parabéns!"

Vera Freire Rojas, Porto Alegre


"Não consigo escrever mais, neste momento, do que: chorei e fiquei engasgada. Beijo."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Um grande abraço Avelina, meus sentimentos. Bela e emocionante a homenagem que fizestes a ela(s)! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Texto lindo que traduz o que todos nós sentimos."

Isabel, Pelotas


"Linda homenagem! Cada membro dessa família carrega um pouquinho dos ensinamentos dessas sete mulheres. Elas vão partindo, mas outras vão se agregando e dando continuidade à essa linda história, com muita: garra, fé e esperança. Beijo carinhoso!"

Karina, Pelotas


"Amiga eu tive o privilégio de conviver com algumas destas mulheres incríveis e imagino o quanto foi difícil dizer adeus nestes dias que estamos vivendo. Para pessoas especiais como as sete mulheres não se diz Adeus só se transforma a maneira de estar juntas. Como fazes parte destas mulheres sei que como uma Fênix vais passar por este momento e eu como sempre estou junto de vocês mesmo estando longe. "

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Que texto lindo, Maria Avelina (mais conhecida por Inha querida!)"

José Aita , Porto Alegre


"De novo emocionante, Avelina. "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Que linda declaração de amor Avelina! Sem palavras. Pura emoção!"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Ai... que lindeza de texto. A descrição da metade da laranja, o par perfeito mais perfeita que já li. PARABÉNS! Texto precioso. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Lindo, lindo, lindo! Tenho um Alemão também. Primogênito, também. Ah, eles..."

Rubem Penz, Porto Alegre


"Inha! Muito, mas muuuuuito legal mesmo este texto! Um belo presente de aniversário para o Duda! Ele merece! Muito bom mesmo!"

Raul Hofliger, Brasília


"Amei, Avelina! Um dos textos mais bonitos que li sobre se tornar mãe, se apropriar do papel materno, aprender, crescer junto, erros e acertos, o olhar da mãe, as memórias, o olhar do filho, tanto mais. O olhar para trás com a alegria que colocas no texto. Maravilha. Parabéns! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Amiga só para variar amei o texto. Parabéns pelo filho encantador, amo vocês 😘"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Um hino de amor ao seu filho! Lindo! Parabéns."

Cristina, Porto Alegre


"Um hino de amor ao seu filho! Lindo! Parabéns."

Cristina, Porto Alegre


"Resumidamente em poucas palavras uma vida referente a 41 anos , um texto maravilhoso dedicado à alguém mto especial . Parabéns a vc tbm Maria Avelina por ser mãe desse grande alguém. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Ave, te ler é uma delícia e neste texto é emoção. A trajetória de uma menina, por que não?, mostrando como se aprende a ser mãe. Se aprende sim, como tu, com dúvidas; tentativas de acerto, enfim vivendo o que há de real na vida, sempre com muito amor! Parabéns!😘"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"É muito reconfortante saber que outras pessoas sentem e transmitem tão bem aquilo que sentimos. Continua a escrever, Avelina. "

Elenice, Porto Alegre


"Uauuu! Comeu doce hoje? Rsrsrs. Adorei a declaração. Ansiosa que ele apareça, se é para te fazer mais feliz ainda, porque tu és um exemplo de alegria de viver!!! Bjos 👏🏻🙌🥰"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Este texto me remete ao filme ELA. Uma personalidade sempre presente e atenta a tudo que desejamos e precisamos. "

Dante, Porto Alegre


"Os que se dizem líderes ou influenciadores deveriam pensar e medir bem as palavras que pronunciam. Deviam submeter à revisão os seus discursos pois na posição que ocupam suas palavras podem ter consequências graves. "

Dante Carlos Antunes, Porto Alegre


"Q assim seja!!!"

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Do texto Coisas que não Enxergamos..., são tantas, e as vezes uma pequena saída nos mostra várias e a gente segue fingindo que não vê, muito triste mesmo!😔"

Marlene Pereira, Porto Alegre


"Um texto gostoso de ler. Nos leva a querer desvendar o ser misterioso, sedutor, capaz de adivinhar sonhos e desejos. Estimular fantasias de toda natureza. Nestes tempos de isolamento o perfil casa com as redes sociais. Gostei muito, Ave! "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Como sempre uma visão lúcida e transparente deste triste momento em que estamos passando...precisamos mais de humanidade e humildade para esta travessia complexa . Moderação e cuidado com o próximo . E a sabedoria para interpretar as derrapadas verbais lastimáveis como fizestes, com o talento de sempre. Parabéns querida amiga. 👏🙏"

Jorge Grecelle, Poa


"Afastei-me de quase todo noticiário por uns dias, para minha saúde psíquica. As que narras, no entanto, tomei conhecimento. Tens razão ao te indignares e o fazes muito bem. Um consolo no entanto: um pedido de desculpas por quem sempre agido a favor deste povo sofrido."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Um jeito muito criativo para nos fazer pensar sobre o invisível que não podemos ignorar. Sempre para sermos humanos. Parabéns."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"O começo da tua narrativa poderia ser o meu. Depois, na escolha das armas caminhamos diferentes. Tenho lido muito. Tenho escrito alguém mas coisas. Nos últimos dias tive que me esconder para acumular energias. De qualquer modo, sinto-me companheira de caminhada ao ler o que escreves. Me tira do isolamento, mesmo que de forma virtual."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Avelina, Belo texto! Comparações felizes e humoradas. Com doses de acidez medidas como fármaco. Da ao texto um corpo de imagens. Abs "

Joao, Poa rs


"Gostei muito deste conto, como gostei dos que li no "por cima é do millor". A palavra que me vem a mente é transparência. E acrescento tbem a expontaneidade. 👏👏👏 parabéns"

Isa, PoA


"Sejamos apenas humanos. "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Não tive avós de sangue, mas fui premiada com um avô e avó na minha infância, que me mimavam com muito carinho , o meu avô no inverno colhia laranja e bergamota do pé e colocava no sol para esquentar, e dai eu me deliciava comendo e me esquentando no sol. "

Neli Bernardes, PoA


"Gostei dessa crônica, como gosto de todas. Aliás, a quarentena acionou em ti uma inesgotável produção de ÓTIMOS textos. Parabéns e nunca pare de escrever. Precisamos desses textos . Trazem muitas reflexões. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Verdadeiro e triste chega a doer .😢"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Verdade, essa fase está mto difícil. Embora seja um momento de mto sofrimento pra todos nós, pra outros pode ser pior qdo se trata de doença (isolamento) ou até mesmo de falecimento de um ente querido , por exemplo. Contudo reconheço q temos q agradecer pela nossa saúde e da nossa família q está ótima. A senhora mora sozinha porém psicologicamente bem estruturada e tem uma força sobrenatural , tbm cheia de estratégias pra ocupar seu tempo e assim superar a solidão essa é uma das razões pelas quais eu lhe admiro muito. Li a respeito da Constituição q a senhora citou mas tenho q admitir q aqueles Artigos estão mto longe de serem exercidos tanto pela maioria do povo qto pelos governantes pois o desrespeito, a criminalidade, hipocrisia, racismo, etc, estão em alta por toda a parte. Infelizmente a Constituição é apenas um livro fechado . Daqui a pouco essa fase termina, e tudo volta ao normal . O q ñ podemos é perder a esperança. "

Leila Regina De Jesus Souza, Alvorada


"Texto para refletir. Enquanto as oportunidades não forem iguais para todos, tratar as pessoas da mesma forma só aumenta o abismo das diferenças. "

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Adorei a vingança. Hahahaha "

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Avelina, com certeza este teu texto representa não só a mim mas a todas as mães trabalhadoras. Foi emocionante ler cada frase e chegar ao final compartilhando também a certeza de nossa incompletude. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Parabéns .. cruel realidade ... "

Fátima Farias, Porto Alegre


"Forte! Mas realista. Fui professora municipal por 30 anos e sempre trabalhei na periferia e conheço muitas Alices e sei que não é fácil. Mas tínhamos melhorado muito. Durante minha trajetória assisti uma melhora que rapidamente está indo pelo ralo. Triste. "

Mariângela Machado , Porto Alegre


"É. Pois é..."

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Adorei...brilhante...verdadeiro! 🤗"

Maria N.S. de Carvalho, Porto Alegre


"A tua tristeza é a minha tristeza também A escrita nos liberta desta tristeza A liberdade é dada ao escritor e ao leitor. Sigamos em frente."

JANE ENGEL CORRÊA , São Leopoldo


"Vivi esta história, já fui a Alice da Bom Jesus, onde passei toda a minha infância, enquanto minha mãe trabalhava em casas de familias no bairro Petrópolis. Parabéns, é muito real o teu texto. Só quem viveu, sabe onde ele toca. Abraço!"

Verônica , Porto Alegre


"Parabéns! DivinoTExtoDivino! "

Lisete, Porto Alegre


"Tens o dom mesmo, tanto da maternidade como da escrita! Parabéns!"

Maria das Graças Azevedo de Gusmão, Porto Alegre


"Muito bom, Avelina, comovente e assertivo. "

Miguel da Costa Franco, P. Alegre


"Perfeita analise... is problemas nao terminam, apenas sao substituidos por outros... "

Berenice Busson, NYC


"Querida, disseste tudo. A gente não nasce mãe, a gente aprende a ser mãe. Cada erro, cada silêncio, cada conquista nos forja e este movimento é para a vida toda. Nunca estamos completas, mas uma coisa é certa e indiscutível, nosso amor, este é incondicional. Feliz Dia das Mães! Bjus "

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Bem assim. A maternidade é dor e prazer sempre. E o reconhecimento do amor pelo filho recém nascido também não foi imediato para mim. Belo e sensivel texto neste dia de mãe tão diferente. Me identifiquei com essa sensação da Mãe em Construção. PARABÉNS "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"É incrível como me identifico com tuas palavras. Adirei!!!!!"

Mariângela Machado , Porto Alegre


"Maravilhoso texto!!!!!!!"

Andrea Sarkician , Pelotas


"Parabéns pelo texto, Avelina, traduz nossa caminhada vacilante e bem intensionada de equilibristas. Um ótimo Dia das Mães! Beijos "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Acho que demora para esses fatos tristes passarem."

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Feliz Dia das Mães! "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Sim, vai ter um fim, só não se sabe quando. Aprendi na vida, que tudo passa - inclusive tenho um conto com este título: Tudo passa. É preciso paciência, que já esquecemos de usá-la numa vida acelerada, imediatista, de fast-foods, de falta de tempo para os amigos, família. Vai passar. Tua tristeza é a minha e, creio, a de muitos. Porém, a maior tristeza é a IGNORÂNCIA - esta, não passa. Firmes e fortes!"

Nara, Porto Alegre


"Linda crônica! Triste é verdade, mas real. A tua dor é a minha dor. Fica um sentimento de fracasso, depois de tanta luta. Mas a vida é cíclica e nem todos estão no mesmo nível de evolução. Creio, sim, que tempos melhores virão, que daremos a volta por cima é que este tempo de escuridão ficará para trás. Talvez seja mais duro do que imaginávamos, mas conseguiremos superar. Beijo no coração. "

Mariângela Machado , POA


"😅😅😅 Muito bom, também abandonei a meu relógio, que papo é esse de querer controlar nossos passos,, e ainda só conta o que interessa a ele. 😉😘 saudades "

Michelle, POA


"Tristeza é ser governado por um maníaco delirante e não poder fazer nada a respeito"

José lisboa, Porto Alegre


"Maravilhosamente sensível, obrigada por compartilhar minha tristeza! Beijo no coração!"

Daniela Vilas Boas, Pelotas


"Partilho da tua tristeza, querida Ave. Dia muito, mas muito triste hoje. Perder Aldir Blanc para o covid 19, perder Migliaccio para o desespero, mais de sete mil brasileiros mortos pelo covid 19... tudo isso é tão apocalíptico. Mas pior do que tudo, se é que é possível hoje, é olhar para o nosso país e senti-lo à deriva, naufragando na mão incompetente de um presidente desorientado em sua perversidade, mas com muitos seguidores. Teu texto... poderia ser ficção. Mas não é. Retrata de forma bem aguda nossa triste realidade. Um virtual e sentido abraço pra ti. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Tuas palavras são minhas e de todos os que têm consciência do que nos atinge todos os dias nos últimos anos, especialmente nos últimos 16 meses. Estou triste contigo, uma tristeza que tuas palavras escancaram."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito boa tua lembrança da data e do significado das palavras. Tens razão, muitas coisas escapam por frestas de nossas emoções. E a indignação também. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Avelina, gostei muito do texto. Em breve histórico, lembra o real significado da data que precisa ser salientada sempre, e mais ainda em tempo tão distônico e perturbador. "

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Adorei tudo e pode ter certeza eu já enxerguei o que não existia. Quanto a este dia 1o de maio é claro que é do trabalhador, não teria sentido ser diferente. E hoje com esta pandemia vemos os empresários enlouquecidos querendo o trabalhador trabalhando. Mas duvido que eles tenham a dimensão disso tudo. A história nos revelará. "

Mariângela Machado , Poa


"No primeiro parágrafo dei uma gargalhada. Depois ficou muito sério. Bom Dia do Trabalhador. Embora enquanto eu escreva já tenha escurecido. "

José, Porto Alegre


"Texto lindo. Traduz exatamente como tenho me sentido. Bjs."

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Tadinha da pulseira...Acho que foi pastar desta vez!!! "

Maria das Graças Azevedo de Gusmão, Porto Alegre


"Cansei só de ler! Meu Deus! Tudo isto para perder 900 calorias? Prefiro fazer levantamento de cálice de vinho! Me diverti muito! Valeu!!!!!👏🏻👏🏻👏🏻🤩🤩"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Nossa! Por essa descrição, me pareceu que moras quase em um duplex! Mas, puxa vida, vamos ter livros de crônicas sobre nossas situações caseiras, quando isso passar."

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Adorei!!!! Muito divertido!!!! Me identifiquei, embora nunca tenha usado essa pulseira. Kkkk. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Perfeito Avelina. Ri a cantaros!"

Alice Hoffmann Peruffo, VERANOPOLIS


"Covil 17. Uma realidade tao horrivel quanto o Covid19. Nosso país parece agonizar nas mãos de tantos incompetentes. Hoje foi um dia doloroso, a constatação da barbárie na nossa terra. Governantes lavam infâmias em público enquanto a pandemia ceifa inocentes, sem que esses governantes demonstrem a menor preocupação com isso. Saber que muitos apoiam esse desgoverno é algo que foge à minha compreensão . Teu texto aborda essa barbárie que nos atinge corajosamente. Não votei nesse ser cujo nome também me nego a dizer e concordo plenamente contigo quando dizes que quem votou sabia que votava no abismo. Agora é tarde para arrependimentos."

Ana Maria da Silveira Teixeira , Estância Velha


"Sim o surreal o inimaginável é que em plena Pandemia e ao colapso económico os nossos olhares são desviados para o eterno palanque de interesses sórdidos do nosso cenário político nacional, o nosso país está doente a muito tempo e agora com certeza agonizando. Neste cenário eu volto a um tempo em quando me preparava para uma palestra onde lia que para ser um país precisamos ter um território, um povo e um governo e aí me deparo com a constatação de que temos um vasto território, um povo devastado e nenhum governo, instituições completamente desacreditadas. Amiga, aprendo sempre cada vez que leio um texto teu, obrigada por mais este aprendizado."

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Avelina, teu texto é uma aula sobre escrita criativa. Isto seria suficiente. No entanto, tuas palavras representam de forma contundente o desassossego de quem tem consciência do que ocorre no país hoje. Parabéns, mais uma vez."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Excelente síntese! Está difícil saber o que é real e o que é surreal. Descobrimos na prática que a distopia tem graduação. A brasileira é grau máximo! Beijão amiga."

João Willy, Porto Alegre


"Muito feliz o jogo de palavras COVID19 e COVIL17. Estarmos sujeitos a estes virus que, por sua natureza, invadem o organismo, contaminando a sociedade é algo realmente surreal. O pior de tudo é que a cura ainda não apontou no horizonte. Mas, juntos resistiremos! Venceremos os dois! Assim seja!🙌🙌🙌"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Avelina, adorei o teu texto. Tudo que foi dito sobre a situação atual reflete o que penso. Realmente as palavras tem o dom de nós fazer brotar reações, sentimentos e angústias. Gestapos colocar as palavras certas na pauta. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Bem assim. Senti um ritmo mais forte neste texto. Deve ser da raiva. Enxergo uma mulher como eu, sozinha sem ver os filhos e netos, fazendo a sua parte e impotente com a irresponsabilidade de tantos. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Incrível a sincronicidade de sentimentos. Me emocionei com o texto da tua filha. Bj"

Mariângela Machado , Poa


"Um texto vale quando é capaz de nos tocar a alma (sem querer conceituá-la). As tuas palavras tocam a minha alma e me emocionam, me enxergo nelas e elas me ajudam a passar os dias de uma forma melhor. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Muito bom este texto. Um olhar sensível sobre o outono."

Cristina - Teca, Porto Alegre


"Não sei se gostei da história ou não. Ela foge um pouco do enredo das histórias infantis tradicionais, e isso é o ponto positivo. Mas não consegui enxergar a magia dos contos infantis. Parece que falta alguma coisa, talvez mais rimas, mais movimento. Não sei...De qualquer forma, mostra o fundamental, que muitos seguem o impossível sem nem ao menos terem tentado. "

Cris Netto, Porto Alegre


"Poético. Saudosista. "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Gostei mas achei triste, o texto dá o entender q apesar dos nossos dias se mostrarem iguais pelo fato de ficarmos em casa e ñ ver as folhas cairem isso daqui a pouco vai ter fim é uma questão de tempo. Logo , logo vamos estar vivendo o outono em toda a sua íntegra. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Me emociona tua sensibilidade e forma como a colocas em texto. O outono ainda não acabou, quem sabe ainda possamos, antes de o inverno chegar, subir a serra pela Rota Romântica e encontrar a beleza dos plátanos? Bj"

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Adorei. Sensível. Suave. Viajei junto. "

Mari, Porto Alegre


"Amei!!! Me identifiquei totalmente. "

Andrea Sarkician , Pelotas


"Amei esta loucura .Tbm morri de tanto rir (sózinha) Parabens pelo sucesso que vai estourar. Farei um chamado para a família ter o que ler , De bom ) nesta época de crise . Vale a pena repetir a leitura . "

Ana Maria ( tia Ana), Pelotas


"Ótimo, Avelina. Estamos múltiplas.. e mesmo assim em conflito conosco. Teu texto, com leveza, nos faz sorrir e sermos mais.magnânimas com todas essas mulheres que nos habitam e precisaram aflorar neste tempo sombrio. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Genial maraviloso...... Todos esses conflitos acontecem aqui. Com um agravante. Aqui todas são lesmas preguiçosas e complacentes. Para tudo tem um atenuante. E as coisas por fazer se acumulam. Quero ver até quando isso vai durar. As unhas...... Nossa estão no osso. Para não dar margem p o vírus......"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"Ótimo Avelina! Amei a confusão dos papéis que estamos sujeitas no dia a dia. Bem isto! É de rir, se não fosse tão triste na realidade! Teu bom- humor é admirável, assim como teu texto. Bj."

Nara Accorsi , Porto Alegre


":) "

Jose Alfredo Rodrigues, Porto Alegre


"Lindo e cheio de verdade! "

Ali ,


"Amei! 🙏🌿🌷🌿"

Maria Lisete Chaves da Silva, Porto Alegre


"Que excelente Avelina, claro, objetivo, com o sentimento mais real, impossível. Bj"

Maria de Lourdes Cecchele, Porto Alegre


"Traduziste muito bem o sentimento de muitos. Ontem e hoje não estive bem , agora melhorei. Dói ver que tem gente que ainda não entendeu que o ficar em casa é um ato de amor ao próximo. Mas tem gente que não tem isso dentro de si..."

Janice, POA


"Ótimo texto Avelina! Está difícil mesmo de aceitar a atitude de tantas pessoas que saem às ruas sem precisar"

Odete Rosin Sikora , Porto Alegre


"Avelina, adorei o texto! Penso da mesma forma! Vai passar, rezo diariamente para que isso tudo acabe. Bjs querida"

Lucimar Teles, Porto Alegre


"Querida Avelina, sempre li muito, mas alguma coisa aconteceu que ultimamente só consigo olhar filmes. Mas hoje me chamou a atenção o teu texto e o da tua filha. Conseguiram transmitir o sentimento de união que também temos em nossa família. Parece que vcs escreveram pra nós. Não a respeito do bolinho de bacalhau, mas sobre os sentimentos. Colocados de maneira simples, mas profunda. Amei. Parabéns pra vcs. Bjs "

Eliane Maciel, Porto Alegre-rs


"Solitário, só por enquanto. Vai passar!!!!"

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Dois textos como um, mãe e filha em sintonia, abordando um tema delicado: nossas memórias. Elas transbordam com mais força em tempos estranhos como estes, tempos de distanciamento social, familiar, tempos de repensar a vida, e sentir nossa pequenez, sentir uma saudade profunda, tentar ser boa companhia para si mesma, e projetar para adiante momentos felizes em família. Avelina, amei!"

sandra ungaretti stechman, Porto Alegre


"Muito sensível"

José lisboa, Porto Alegre


"Que texto lindo .. Energia heim ?. Bom dia Bom domingo 🌹"

Fátima Farias, Porto Alegre


"Lindo e profundo. Bjs"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Tenho certeza de que este isolamento vai ser muito bom para que possamos ler os muitos textos tão verdadeiros e engraçados que surgirão. Não nós deixe sem eles ...."

Loise Costanzo, Porto Alegre


"Amiga dizer que o texto está perfeito é lugar comum, mas dizem que o autor beira a perfeição quando transporta o leitor para a cena, pois conseguistes com certeza me levar a cena e foi incrível se não fosse trágico mas foi cômico me levou também a momentos especiais que vivemos em nossas viagens, pois em tudo sempre és muito zelosa e deixou a certeza que a minha probabilidade de pegar o vírus é bem maior que a tua pois jamais conseguirei ter tantos cuidados. Terminei o texto exausta até esqueci o meu cansaço pelo dia da faxina. Obrigada por fazeres parte da minha vida, saudades. Bjos"

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Bom dia Avelina, saudades. Quando acabar isso tudo quero te abraçar bem forte. Adorei o texto e desculpa mas achei muito engraçado 😅😅🙈🙈. Bjs até mais."

Michelle , Porto Alegre


"Meu Deus , cuidados extremos mas necessários, cansei só de ler. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Muito engraçado e, como sempre, bem escrito seu textos. Parabéns. Bjs"

Cristina Martins, Porto Alegre/RS


"Te enxerguei durante todo o texto. Amei. Saudades!"

Alice Hoffmann Peruffo, Veranpolis


"A-do-rei! Pobres das alfaces😆"

Sandra,


"Muito sério isso tudo... como estaremos ao fim?"

Sandra,


"Adorei. Só respira e higieniza menos. Todos vamos morrer. Bjus"

Alice Hoffmann Peruffo, Veranpolis


"Avelina, consegues mostrar a ansiedade que a maioria de nós sente neste período, mas com uma riqueza de detalhes que talvez não tenhamos registrado. No entanto, tens a incomum habilidade de suavizar o que contas com pitadas de bom humor. Fazes de teu texto uma gostosura, mesmo com um assunto tão difícil. Beijo. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Avelina, teu texto lindo no seu grito para que não sejamos surdos emociona muito. Tuas palavras justas e derramadas com indignação espelham o que tu és. Impossível ficar indiferente. Espero que muitos leiam."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Adorei seu texto! Bem assim,quem tem menos sempre pensa no próximo!"

Margarete, Porto Alegre/ Caxias


"Muito boa tua escrita."

Fátima Farias, Porto Alegre


"Parabéns, Maria Avelina ! Tuas reflexões sempre sensíveis e inteligentes 👏👏👏👏"

Neiva Carvalho , Porto Alegre


"Adorei o texto, ele expressa mta coisa q gostaríamos de dizer . Achei mto interessante a parte em q fala sobre o abismo de diferenças entre as pessoas mas ao mesmo tempo existem coisas em comum tipo; queremos nossas vidas de volta , queremos q nossos afetos vivam ....e é bem isso. Dormimos sem saber como será o dia de amanhã ( digo: sem poder planejar) e qdo acordamos tbm ficamos na incerteza de que como será nosso dia. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Muito bom, Inha , principalmente qdo falas em não perdermos a nobreza de sermos humanos...parece que mal ou bem, o vírus está fazendo esta seleção... Que venham os textos de abril! Grande beijo "

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"Na outra encarnação vou escrever bem assim. Nesta não tem mais chance. Parabéns Inha. Bjs"

Cristina, Porto Alegre


"Gostei muito do teu texto A Escolha de Sofia. Forte, contundente, corajoso. Parabéns. Tempos difíceis para o mundo, mais ainda em nossa República desgovernada. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância velha


"Este texto eu não gostei . Só consigo ver a preocupação das pessoas com os idosos. Aliás ontem eu comentava com meu filho que eu nunca tinha visto antes tanta solidariedade entre as pessoas no mundo todo! Abraços querida!"

PAULO DA CUNHA SERPA, Porto Alegre


"Belo texto amiga!"

PAULO DA CUNHA SERPA, Porto Alegre


"Já está virando rotina...parabéns..texto leve, porém real, e alto astral - muito conveniente na atual conjuntura...E mais uma coisa a declarar...Porto Alegre..é demais!!!!"

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"A ficção e a realidade andam de mãos bem agarradas. Excelente! Bjs"

Maria de Lourdes Cecchele, Porto Alegre


"Amiga mais um texto perfeito, sabes o quanto admiro o teu talento para escrever, este texto deixa bem claro o momento que estamos vivendo. Sabe as vezes não sei o que é mais difícil para os brasileiros vencerem se é o Coronavirus ou o Presidente."

Gréti Maria Montier Alves, Porto Alegre


"Sempre ótimos teus textos!"

Gislaine Gonçalves Martins, Porto Alegre


"Belo texto, cheio de esperança. Valorizar o que realmente tem valor. Deixar fluir o que tem de melhor em nós. Parabéns!"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Ótima reflexão. Agora os exterminados são os velhos, aposentados e pobres. Os próximos serão os presidiários. "Limpeza social ". Que horror!"

Maira Peruffo De Oliveira , Porto Alegre


"Parabéns Inha, gostei muito. Espero que, quando tudo passar, não esqueçamos do que você escreveu neste texto. Que possamos ser mais simples e melhores. Bjs"

Cristina Martins, Porto Alegre


"A alguns anos venho aprendendo a exercitar a simplicidade da vida a curtir a natureza contemplar a perfeição de uma suculenta em um vaso na parede e a dar muito valor ao ócio. A curtir cada espaço da minha casa.... que adoro, curtir muito meus afetos, os encontro com minas amigas. O beijo, o abraço apertado são vida para mim. Teu texto fez aflorar em mim todos esses sentimentos e não sentir vergonha de expressar. Agora nada mais importa além da grande vontade de viver para voltar a abraçar meus filhos, meus netos meus amigos em um mundo mais justo"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"É vdd, acho q qdo isso passar vamos querer abraçar até o desconhecido. Na minha casa antes eu era um turista agora sou um mega frequentador . Q coisa estranha, fico olhando ao redor e pensando numa maneira pra preencher o tempo. Ontem me deu uma dor no coração qdo olhei pela janela e vi o Pedro (meu neto) querendo andar de balanço mas ñ dava pq estava interditado, toda a pracinha interditada, e agora, como fazer ele entender q ali pode ter um bichinho q pode prejudicar a ele? Uma criança de 4 aninhos apenas. É mto louco tudo isso, é mto difícil entender q por causa desse " um bichinho " tivemos que ficar isolada de tudo e de todos. É inacreditável o q estamos vivendo. "

Leila Souza , Alvorada.


"Avelina... quanto tempo, heim? Emocionante narrativa do que estamos vivendo. Apertou meu coração... vieram as lágrimas. Mas de esperança... sim, de esperança. Acredito que tocar o coração das pessoas e transbordar a emoção é o melhor retorno que um artista pode ter. Parabéns! Um beijo"

Maria Cristina Demingos, mariademingos@gmail.com


"Conseguiste expressar muito bem o momento que hoje vivemos. Aproveitemos bem o nosso tempo para refletirmos sobre nossos valores e prioridades."

Criss Capra Mansur, Porto Alegre


"Obrigada, M. Avelina. Muito real o teu texto. Conseguiste expressar muito bem sentimentos que, certamente, são também os de muitos de nós."

Neiva M. Tebaldi Gomes, Porto Alegre


"É exatamente isso. Sempre traduzindo momentos e sentimentos de todos. Muito triste o que acontece, mas esta servindo para repensarmos a forma com que vivemos. "

Alessandra Gastal, Porto Alegre


"Tantas coisas que pensamos e sentimentos. Tua as escreveste de forma sensível e emotiva. É bom nos comunicarmos também pelo teu texto. À espera dos abraços. Obrigada."

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Deus te ouça, que essa pandemia sirva, de fato, pra mudar um pouco, pra melhor, humanidade! 🍀🍀🍀🍀 que Deus e os incansáveis profissionais da saúde nos ajudem!!💋💋💋"

Márcia Bystronski , Porto alegre


"Gostei da abordagem de tema por demais importante, Avelina, muito além de comemorar o dia da mulher. Trazes a tona conflitos de abuso repetitivo e abraças outros tantos de discriminação. O texto colocado em primeira pessoa vem com força e interrogações, toca, cutuca, sacode a gente, mesmo que se perceba uma cicatrização em processo avançado com muita luta e reconstrução pessoal. Calar jamais. Parabéns pelo texto! "

Sandra Feminino Stechman, Porto Alegre


"Texto direto, claro, como o assunto merece ser! Parabéns, querida. E obrigada por colocar em palavras o sentimento de tantas pessoas😘😘 Que esse teu texto seja considerado ANACRÔNICO o mais breve possível! 💋"

Marcia bystronski , Porto Alegre


"Boa definição para o Dia 8 , penso q falta mto respeito do mundo para com a mulher e tbm vejo q as próprias deveriam se valorizar mais, se cuidar mais principalmente em seus relacionamentos. "

Leila Regina de Jesus Souza , Alvorada


"Olha , Inha....sabe que qdo tive meus filhos, fui revolucionária.. e me tornei leoa...revolucionária porque já naquela época , então 1983, pensei : se for gay, vou ama-lo de a ser maneira...pois sempre será meu filho, é até numa cadeia será meu filho...o mesmo em relação à filha..se amar uma menina..É minha filha pra sempre é assim será amada...e qto a ser leoa..poderia, depois q nasceram, sair até nua...que me sentiria poderosa...É assim até hoje.. Mas, enfim, Parabéns pelo texto...que para mim são sempre oportunos e brilhantes...Parabéns, um beijo!"

Daisy Endler, Nova Petrópolis


"Muito bom. Concordo plenamente. "

Cristina Martins (Teca), Porto Alegre


"Bem realista o texto. Muito boa a confissão de que se pode sempre mudar melhorando, tirando as cascas, assumindo o que hoje se chama "sororidade", e lutar junto com todas para que haja mais conscientização acerca de segurança e apoio para enfrentar situações de abuso e violência. Muitas e infinitas são essas situações, o algoz é pior quando é astucioso. Parabéns pelo texto. É encorajador. "

Ana Maria da Silveira Teixeira, Estância Velha


"Também tenho uma certa contrariedade em comemorar o Dia da Mulher. Acho injusto, descabido. Afinal não é por ter um dia nosso que somos mais mulheres, reconhecidas e respeitadas. É pra ser sempre. Concordo que, enquanto houver uma cultura de penalizar a mulher por ser mulher, devamos gritar, unir forças e combater qualquer violência, física ou psicológica. Valeu, Ave, somente a denúncia vai nos salvar. Bjs "

Nara Accorsi , Porto Alegre


"Ainda bem que existe verão, férias e feriados que possibilita a fuga da rotina mortificante de cada dia. Ótimo texto! Bjão."

Giovana Cristina Tornquist, Porto Alegre


"Adorei o texto"

Elizabeth da Silveira Brasil e Lisboa, POA


"O que dizer a quem dá voz através da escrita de temas tão relevantes de forma competente?Sou fã! Tenho privilégio de conhecê-la e compartilhar muitos momentos gostosos.Admiro a escritora e amo esta amiga!"

Vera Lúcia Barreto Gorelik, Porto Alegre


"Ave, estás cada vez melhor. Li a última crônica sobre o Carnaval, adorei, mas a sobre viver e resistir em tempos de maturidade, está fantástica! Precisão e fluidez se tornaram tua marca. Ah, li todos os outros, não vou comentá-los um a um, mas também demonstram a tua competência. Continue, POR FAVOR! Bjos"

Sandra Silva, Porto Alegre


"Sinto-me representada nesta tua crônica, obrigada. O que podemos e devemos continuar fazendo é isto que fizeste com a tua palavra. "

Maria Rosa Fontebasso, P. alegre


"Acompanhei tua ansiedade. Que sagaz comparação entre trevas e escuridão. Infelizmente as trevas estão nos assombrando e deste vários indícios em teu texto. Por último, tem coerência do começo ao fim. Beijos."

MARIA ROSA FONTEBASSO, Porto Alegre


"Parabéns Avelina! Gostei muito, mais um texto fluído, gostoso de ler. A forma da narradora se colocar como espectadora de si traz notas de humor, de auto conhecimento que caracteriza a tua escrita. A angústia da personagem narradora frente a escuridão, a falta de ferramentas tecnológicas para ocupar o vazio de estar só, sem comunicação, presa em casa com baratas imaginárias ou não, esta escuridão real e simbólica, remete os leitores a nomes da literatura, a conflitos atuais, as trevas, ao posicionamento sempre necessário. Belo texto!"

Sandra Ungaretti Stechman, Porto Alegre/RS


"Avelina, adorei o texto, narrado com precisão, com reflexões da estranheza de estar tão próxima e tão distante na intimidade de dormir ao lado de alguém, a liberdade de cutucar, de conhecer o outro para saber o que funciona melhor quando, em tempos diferentes, ou com dificuldades que interferem a qualidade do sono do outro, e tudo isto com um humor fino, que nos carrega para a poltrona junto ao incômodo da liberdade cerceada que a narradora vive. Parabéns!"

Sandra Ungaretti Strechman, Porto Alegre


Isso é um assunto mto polêmico. Há
mto a ser dito, vivo mto essa realidade no meu dia a dia qdo estou pra cima e pra baixo, pessoas q ñ estão nem aí preucando os outros, já senti isso na própria pele. Tbm observo qdo elas jogam as baganas de cigarros no chão se o menor constrangimento... ou até mesmo os lixos (papéis, pets) pelas janelas dos ônibus e ninguém pode falar nada senão o bixo pega. E assim vamos vivendo sem poder fazer nada, deveria existir um número pra q a gente pudesse ligar e denunciar essas pequenas infrações causadas por essas pessoas q olham só para o próprio umbigo.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Nada como uma história de avó e neta pra nos encantar. A leveza da infância trazida ao teu texto para nos fazer refletir sobre esses tempos difíceis que se apresentam. Uma linda netinha, com suas mãozinhas tecendo histórias junto com a vovó escritora, nos devolve o contato com as coisas belas que a vida ainda tem. Gostei muito dessa simplicidade aparente das historinhas de cotonetes que nos trazes com tanta emoção. Parabéns.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Um texto encantador Avelina, recheado de afeto, emoções, experiências partilhada de neta para avó e de avó para neta, a avó que constrói no dia dia da escrita o seu legado. Maravilha!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Nossa amiga começou com chave de ouro os textos de 2020, sem dúvida nestes tempos que estamos vivendo precisamos e muito da sabedoria dos nossos pequenos. A visão deles do tempo, sim são um alento para o que vivemos. Aprendemos com eles todos os dias e crescemos juntos com eles. O teu texto como todos os outros foi perfeito obrigada por me oportunizar este crescimento. Bjos

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Amei o texto baseado em contos da "vida real" pois com essas crianças a gente aprende mto principalmente achar felicidade nos pequenos detalhes junto deles, elas nos supreende a cada dia. Encontrei uma semelhança entre a Alice e os meus netos , descobriram a felicidade de uma forma simples e descomplicada...Ela num simples brincar de cotonetes e meus netos qdo brincavam de escorregar com um pedaço de papelão. Foi mto divertido pra eles, acredito q da mesma forma pra Alice tbm, embora de uma outra maneira.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



"Um Presente de Natal" é mais que um texto, é memória viva, nos permite entrar no cenário da família, estar junto e entender o passado no sentido presente. O tempo passa e os detalhes se pronunciam, assim eu sinto em mim, apesar da visão mais prejudicada. Querida Avelina, um Feliz Natal!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Amiga se existe alguém que sabe como lidar com as palavras este alguém é você, me vi no teu último texto, o meu Natal em família a minha produção dos presentes para quem amo e também refleti sobre o que o Natal representou e representa para mim. Obrigada por fazer parte da minha vida e colocar em textos sentimentos que poucos conseguem. Feliz Natal e um Novo ano com esperanças renovadas.Bjos

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Avelina! Teu texto fala da magia do Natal das crianças, dos adultos, de um tempo retido nas lembranças. Lembrei dos natais das minhas crianças... das invenções do Papai Noel...e de um natal em que ficaram tão enlouquecidas querendo avistar o noel em uma janela que passavam e passavam pelos presentes na árvore de Natal sem vê-los, tamanha a algazarra, misto de medo e alegria! Quantos recuerdos teu texto me trouxe! Que lindo! Obrigada por teres a magia das palavras. E Felicíssimo Natal junto a teus familiares!

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Copiei o texto "Nome aos bois" e postei no meu facebook. Muito bom. BEIJO

MARIA ELIZABETH GASTAL FASSA - Porto Alegre



Nossa qta realidade, nua e crua. Pior q tenho que admitir q esse é o nosso mundo e q estamos a mercê disso tudo. Saímos sem a certeza de voltarmos .

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Teu texto sobre os filmes de nossa vida me tocou muito. Assisti a quase todos , e ainda vou assistir Coringa e A Odisseia dos Tontos, entre tantos mais recentes que não consegui ainda ter o prazer de assistir. Tua habilidade em mesclar os enredos dos filmes com fatos da vida real, tua e dos teus leitores , está muito bem escrita. Pra mim, o melhor de todos ainda é Cinema Paradiso. Inesquecível. Parabéns por mais este texto ótimo.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Um texto preciso, oportuno, excelente! Identifiquei o que sinto do início ao fim.
Parabéns, Avelina!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Mais um ótimo texto! A desigualdade social, esse fosso sem fim onde a fome é a desmedida, não pode muitas vezes ser bem avaliada por absoluta falta de parâmetros. Nós, os privilegiados, não conseguimos avaliar o que significa sentir f ome, tamanha a distância que nos separa da pobreza absoluta. Essa reflexão feita por Avelina neste texto dá a exata dimensao da incapacidade que temos de lidar com essa alteridade. Gera desconforto, faz pensar e aí reside um dos muitos méritos do texto. Parabéns, Avelina, por gerar esse desconforto, pois é a partir de situações cruas que , muitas vezes, iniciamos ações que podem fazer a diferença para os fesvslidos.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Nossa, esse texto é pura realidade deveria ser publicado num mural onde todos tivessem acesso . Num jornal, sim, nas colunas da Zero Hora . Sei lá, nas redes sociais, todas as redes . Ser lido pelo Pedro Bial pois a autora desse texto é maravilhosa , ela coloca cada palavra no seu devido lugar e aí precisaria de alguém q tbm lesse e desse ênfase a cada palavra pronunciada. Amei, pura emoção.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Avelina, este texto CoaChar me fez pensar o quanto ainda temos que nos libertar. Adorei.

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



O mundo na praça é mais que um texto, é uma entrega iluminada de amor a literatura e a vida, a trajetória até o exato ponto onde estás. Parabéns, Ave!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Amiga leio todos os teus textos e como sempre os considero perfeitos, mas este último além desta avaliação veio uma emoção muito grande pois tenho a alegria de poder afirmar que acompanhei cada passo desta conquista e naquele dia na feira do livro quando ouvi o teu nome no auto falante o meu orgulho foi em dobro me senti como se estivesse também ali dando o meu autógrafo. Parabéns pelo caminho vitorioso percorrido até agora e pelo o que virá.

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Muito tocante teu texto sobre a feira do livro (2019).
Viagens e aventuras à espera dos sonhadores.

Dante Carlos Antunes - Porto Alegre



Muito bom acompanhar tuas memórias. São tuas, são particulares, mas também de quem as lê.

Maria Rosa Fontebasso - Porto Alegre



Perspectivas. Um texto muito apropriado para o momento em que vivemos, tolhidos quase na nossa liberdade de ir e vir. As lembranças que temos são de tempos dos quais falamos para nossos netos e só podemos olhar para seus olhos de sonho .. que ficam imaginando como, realmente, foram nossas infâncias. Vivemos num tempo mais livre quando fomos crianças, onde os medos eram outros. Muito bom o teu texto. Pra refletir sobre essa herança que, quer queiramos ou não, é o que restou para as gerações que nos sucedem. É o que permitimos.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Oi Avelina!
O texto toca um tema delicado e necessário, aponta a realidade assustadora de excessos e faltas que se pronunciam mais e mais. Na minha família as datas de presentes se restringiam a aniversário e Natal. E eu ficava intrigada com a Páscoa e o Dia das Crianças que passavam em branco lá em casa. Mas hoje é um tempo pra lá de esquisito, não é não? Como uma caricatura que salienta partes e diminui outras. Tudo polarizado. E esta culpa social inquietante que desperta em alguns, sendo ignorada por muitos. É tempo de despertar.
Parabéns pelo texto!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



É vdd.... e as outras crianças como fica?

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Li o texto e fui procurar na minha memória da minha criança algum" dia especial da criança ",onde ganhei algum presente e não lembrei. Será que naquele tempo comemorávamos o dia da criança??????????

Neli C.Bernardes - Porto Alegre



12 de outubro não é de todas as crianças. Na verdade, é de bem poucas. Fica a pergunta circular: Essa sociedade tremendamente injusta é a causa da má política ou a má política é a causa da sociedade injusta?
Belo e verdadeiro texto.

José Contino Lisboa - Porto Alegre



Excelente texto Eu me indigno. Mostra, de um lado, todo o retrocesso civilizatório que vivenciamos e, de outro lado uma massa de gente que apoia o retorno à Idade Média. O texto é importante porque desnuda o absurdo destas ideias e a falta de humanidade dos seus apoiadores. Bela é importante reflexão. Parabéns!

Fabrício Sales - Porto Alegre



Ótimo texto, que retrata bem o que acontece nos tempos atuais. Também fico indignada com toda esse retrocesso que acontece. Tempos de trevas. Parabéns pelo texto.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Ótima estrutura da crônica, envolve fatos e pessoas responsáveis pela existência desses fatos, embora sejam alienadas e não o admitam. Parabéns.

MARIA ROSA FONTEBASSO - Porto Alegre



Parabéns, excelente escolha.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Que bela lembrança da vó pequena!
Se a mim deu saudade imagino como é pra ti. Ela era uma criatura especial. Obrigado pela memória. Lindo!

Raul Hofliger - Brasília



Adorei o texto Vó Pequena. Percebi que a tua personalidade recebeu muita influência da tua avó. Com certeza a Alice terá ótimas lembranças e muito orgulho de ser tua neta. Bjs.

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



Amei sua avó sem conhecê-la. Mto querida, atenciosa... generosa. Com certeza se a Alice soubesse dessa história ela diria que vcs tem mto em comum.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Gostei muito do teu texto Tudo o que posso ser. Um toque de fino humor e sarcasmo, na medida certa. Ficou ótima tua crônica! Parabéns!

Ana Maria - Estância Velha



Adorei as etiquetas. Adorei tanto que resolvi fazer minhas próprias:
Também fiz minha lista de coisas que gostaria de ver etiquetadas:

a) Detergente para tirar manchas de pasta de dente da camisa
b) Aonde guardei aquele sapato que nunca me aperta
c) O simpático despertador estragado
d) Lembrança do que devo me lembrar
e) Local aonde guardei minha passagem para Passárgada
f) Aquela concha pequena onde fica escondida a lista de meus melhores amigos
g) A vingança maligna daquele, bem, deixa pra lá
h) As harmonias de todas as músicas que amo
i) A lista dos filmes que quero rever
j) Aviso que não estarei aqui para sempre

jose contino lisboa - porto alegre



Avelina, sobre o texto: Sonho de consumo... eu sempre gostei de etiquetar as minhas coisas na cozinha, as caixas com os meu guardados, os envelopes com documentos... Achei incrível as mesclas que fizeste incluindo os sentimentos! Realmente, muitas vezes temos vontade de rotular nossos sentimentos em uma pequena etiqueta! Ótima reflexão! &128079;&127996;&128139;

Sandra - Porto Alegre



Simplesmente show o "Sonho de consumo". Pela simplicidade e beleza. Muito bom!

Raul Hofliger - Brasília



É um prazer acompanhar a tua, cada vez maior, familiaridade com as palavras! O texto sobre como fugir da chuva está hilário, nunca imaginei ser tamanho o grau de dificuldade para manusear um aparelho protetor desses, seja guarda-chuva ou sombrinha. Parabéns, amiga!

Ilone Dreifus - Porto Alegre



Repito agora, o quanto admiro a qualidade dos teus contos e textos.
Nos textos, antevejo, logo ocuparas a coluna de um dos jornais da cidade.
Sacadas inteligentes, associações pontuais e riqueza de linguagem.
Saudades literárias, Ave!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre



Acabei de ler o texto Como fugir da chuva entrando nela. Adorei! Não sabia que era tão complicado abrir um guarda-chuva!

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



Gostei muito do Tudo lixo. Verbaliza meu sentimento que de tão amortecido...... Nem sai......

Elizabeth - POA



Como colega, sempre tive uma admiração por ti por todo conhecimento que detinhas e pelo trabalho realizado com muito zelo e competência. Aprendi muito contigo.
Agora, ao te observar fora do ambiente de trabalho, percebo o ser humano que “enxergava” em teu interior e te admiro mais ainda.
Muito obrigada por externares toda essa beleza e a compartilhares com as pessoas que têm o privilégio de poder ler as tuas sábias palavras.
Um grande beijo no teu coração.

maria cristina alves capra mansur - Porto alegre -RS



Não caminho a pé por PoA, mas descubro caminhos alternativos e nos deparamos diariamente com pessoas que da noite para o dia viram lixos humanos, moro na zona Norte e temos muitas pessoas que cuidam muito bem do lugar que fixam sua casa e muitos com seus animais convivendo no mesmo lugar. É doloroso vivenciar estas situações,e o sentimento de impotência que se apossa de mim. Ave parabéns por dividir conosco está realidade que muitos ignoram.

Neli Constância Bernardes - PoA



Mto tocante esse texto "Tudo Lixo" pois resumidamente esse é o quadro de descaso dos governantes para com o povo . É isso q obervo por onde passo no meu dia-a-dia, um dia as pessoas estão ali debaixo dos viadutos montando suas salas, seus quartos enfim tentando montar suas casas imaginárias, sim pq na realidade eles não tem nada para começar então precisam se virar da maneira q podem... e aí qdo eles consegue alguma coisa vem os poderosos e sem dó nem piedade determinam q aquilo tudo q elas conseguiram é nada mais nada menos q lixo, isso é deprimente. Assim penso q na medida do possível as pessoas deveriam seguir seu exemplo no sentido de caminhar pra ganhar mais qualidade de vida (por exemplo) e ao mesmo tempo ficariam por dentro dos acontecimentos q existe ao nosso redor, quem sabe ñ poderiamos assim ser um povo mais solidário, mais humano, ao ver tanta pobreza, carência.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Sobre o texto Tudo Lixo...
Muito bom texto e reflexão Avelina. Eu fico muito triste ao ver tantos indigentes nesta cidade e o povo e governo em silêncio. ..tal governo sem querer fazer e nós, povo, muitas vezes sem saber o que pensar e o que fazer...e aí o que nos resta é medo, indiferença ou compaixão. ...Então que seja compaixão, e que nosso olhar para esses detalhes e essas pessoas sejam diferentes a cada dia, um olhar com mais compaixão e equidade sempre que possível.
Parabéns pela bela forma de se expressar...uma arte da escrita que faz a diferença em nossas vidas.

LEONARDO NONDILO - Porto Alegre



Muito bom! A luta continua! Ainda lutamos!

João Carlos Gastal Júnior - Brasília, DF



Palavras: "Ninho, casulo, casa, lar me envolvem como um cobertor macio que abriga meu corpo nas noites frias de inverno..." consigo sentir a suavidade e até o cheirinho com estas palavras! Parabéns Avelina!

Maira Peruffo de Oliveira - Porto Alegre



Avelina, ...não é novidade para ti o quanto aprecio os teus textos. Agora mesmo terminei a leitura de Ä última gota", onde as palavras se concentram na solidão, no desamparo, na tolerância, no lidar com a passagem do tempo, a angústia diante da morte que muitas vezes se apresenta a conta-gotas, a angustia interior, as escolhas, as desistências,... Dizes tanto em tão poucas palavras que bem poderia ser um ensaio sobre a solidão. A figura da senhora Rosaura, mãe ressentida no amargor do prenúncio de sua morte por afogamento, num desejo de vingança final. Encontrei a intensidade de teus contos no teu livro "Nós". Parabéns!

Sandra Ungaretti Stechman - Porto Alegre/RS



Ahh... palavras, que seria de nos sem elas? Lindas palavras, Avelina! Bela colocação.

Cristina Amaral - Porto Alegre



Adorei o texto sobre "Palavras " até me identifiquei com um parágrafo q fala sobre entendimento q às vezes me falta ao interpretá-la, tbm achei interessante os várias formas diferentes q ela se presenta. Texto maravilhoso, gostoso de se ler.

Leila Regina de Jesus Souza - Alvorada



Nem assisti para não desesperançar ainda mais (se é que isto é possível). Infelizmente acredito que não é para nós ( nem para nossos filhos) viver neste país mais justo que tu citas.
O desabafo é bom para a saúde e para poder continuar sobrevivendo. É o que temos. Desabafo contigo.

Raul Hofliger - Brasília



Compartilho contigo o desabafo. Escrever serve para isso também. Tens toda a razão. Senti-me em companhia e me juntando a tuas esperanças. Apesar de tudo.

Maria Rosa Fontebasso - P. alegre



Amiga acabo de ler o desabafo e é inevitável lembrar uma parte do nosso Hino Riograndense, "povo que não tem virtude acaba por ser escravo". Até quando vamos ser escravos de nós mesmos, do circo dos horrorres nós somos os principais palhaço s. Parabéns mais um texto especial.

Gréti Alves - Porto Alegre



Avelina, teu texto é o desabafo que tb trago na garganta. A tristeza de ver um país sendo entregue de bandeja a políticos sem postura, educação, pra não dizer vergonha na cara. Não tive a tua coragem de assistir ao circo dos horrores. Obrigada por ser minha porta-voz!

Nara Accorsi - POA/RS



Gostei muito Avelina. Parabéns.

Luis Alberto Inda Estima - Porto Alegre



Como sempre, li com curiosidade e prazer. Mas a tristeza e o desalento vêm gota a gota. O texto nos faz pensar em situações diversas, pode ser uma metáfora dos nossos tempos. Obrigada, Avelina.

Maria Rosa Fontebassoco - P. alegre



Acabei de ler o texto da "idosa" de 60 anos...E concordo com o Raul, de Brasília. .talvez porque esteja tb alcançando a marca; o texto,tratando pessoas com tanto potencial ainda , como idosas ,choca mais que a própria notícia !
Muito bom , Avelina...E no aguardo de novas "pérolas "...

Daisy Endler - Nova Petrópolis



Depois da diversão gostosa dos contos de “Nós” e, enquanto espero pelo próximo, tenho que registrar que me identifiquei muito com o texto “Idosa de 60 anos” (será coincidência? – faço 60 este ano). O fato é que “me representa”!
Também tenho esta sensação de que os outros é que nos olham como velhos, enquanto nós nos sentimos em pleno amadurecimento.
Aguardo ansioso pelas próximas reflexões!

Raul Hofliger - Brasília



Eu me vi nas tuas reflexões e é bom conversar com elas. Como tenho bem mais de 60 anos, sinto-me mais privilegiada ainda.

Maria Rosa Fontebasso - Porto Alegre



Avelina! Também fico as vezes chocado com as definições de idoso no nosso meio. Mas pelo simples fato de nos sentirmos atingidos com o adjetivo pouco valorizado expõe a inconformidade que temos com a definição desta palavra que nos lembra seres dependentes e pouco úteis para a sociedade.
Não nos sentimos assim! E isto só nos leva a reflexão do que significa a finitude! Terminarmos como uma chama que se apaga parece ser bem menos nobre do que dizia o John Waine " eu caio mas caio atirando".
Mas infelizmente, quer estejamos nos sentindo mais novos ou mais "idosos" precisamos nos preparar para a inevitável finitude (ou não ) da nossa experiência nesta vida!
Parabéns Avelina!

Paulo da Cunha Serpa - Porto Alegre



Avelina, és uma ótima escritora. Aprecio teus textos imensamente. Concisão admirável. Parabéns.

Ana Maria da Silveira Teixeira - Estância Velha



Acabei de ler o texto idosas aos 60, seria lugar comum dizer que adorei, sou uma admiradora do teu trabalho, mas sabe não me surpreendo mais quando vejo que estás escrevendo cada vez melhor, parabéns.

Gréti Alves - Porto Alegre



Uma curiosa passou por aqui.
Já gravei video falando da tua escrita agora escrevo.
É notável teu crescimento como autora.
Quando crescer quero ser igual .
beijos, sucesso

Helenice Trindade de Oliveira - Porto Alegre



Amei. Sucesso pra você.

Susana Juchem - Garibaldi RS



A senhora Hope, que habita o conto Obituário, é um exemplo dos personagens ricos que a Avelina sabe inventar nos retratos que tira do nosso cotidiano. Eu espero que Hope resista a estes tempos bicudos.

Dante Carlos Antunes - Porto Alegre



I hope UTI neonatal can keep hope alive!!!

Isabel - Pelotas/rs



Adoro os textos, a criatividade e a ligação com a realidade!!!! Sou muito fã .

Andrea Fuhro Sarkician - Pelotas, RGSul



Poderia falar um pouquinho de cada livro, mas vou me deter ao último, Nós, livro instigante, linguagem clara, absolutamente correta, amei.

Gréti Maria Montier Alves - Porto Alegre



Conheço a Inha desde sempre, quando nasci. Faz parte de uma turma de primos que encheram minha infância de alegrias. Desde muito cedo admirava sua força e seu trabalho, muito antes de publicar livros, já conhecia suas habilidades na escrita.

Sendo assim, foi com expectativa que li os primeiros contos e o livro "Nós", o qual li em um tempo só.A objetividade e a força dos contos impactam. Muitas sensações com tão poucas palavras.

Que venham muitos outros. Em tempos de embromações, ardis e falsas verdades esta escrita reta e rica encanta.

Patricia Fuhro Vilas Boas - Poa


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Maria Avelina Fuhro Gastal

E-mail: avelinagastal@hotmail.com

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